sexta-feira, 31 de março de 2017

Code Zero


Nome: Code Zero
Editora: NA
Autor: Paul Jenkinson
Ano de lançamento: 2017
Género: Aventura
Teclas: Não redefiníveis
Joystick: Kempston
Número de jogadores: 1

Nem de propósito... Ainda há muito pouco tempo tínhamos elogiado Paul Jenkinson a propósito de The Spectrum Show, e eis que acaba de lançar o seu novo jogo, Code Zero.

Nesta nova aventura futurista somos deixados numa central nuclear que está prestes a implodir. Para que isso não aconteça temos que aceder ao computador que desliga o reactor nuclear, introduzindo um vírus que permite anular a protecção informática. No entanto, o problema é que a maior parte das salas apenas é acedida através de uma cartão numerado. Existem onze cartões de acesso e estes abrem apenas uma porta. Infelizmente estas não estão numeradas e temos que andar de um lado para o outro à procura da porta correspondente. quando a encontrarem terão então acesso a novas salas e a um novo cartão. E assim por diante.


Mas se o tempo é o principal inimigo, sendo conveniente memorizar os locais por onde já passaram e as portas que ainda estão por abrir, existem também variados obstáculos que vos fazem, na melhor das hipóteses, perder algum tempo. Robots, ácido que escorre do tecto, chuveiros radioactivos e outras maldades obrigam-vos a ter precisão e reflexos rápidos, doutra forma as vossas nove vidas esgotam-se rapidamente.

Além disso a própria central é um autêntico labirinto e um delírio para os mapeadores. Existem 5 pisos, que podem ser acedidos através de um elevador central.


A jogabilidade, como é apanágio de Paul Jenkinson, programador muito tarimbado nesta arte, é excelente. Talvez o sistema de colisão não seja perfeito, mas isto apenas vos ajuda a ultrapassar alguns obstáculos, tornando a tarefa um pouco menos difícil. Os gráficos são também muito atractivos, com imensa cor, e apenas o som poderia ser um pouco melhor.

Não sendo um jogo muito comprido (chegámos ao fim após uma hora de jogo, como poderão ver na figura seguinte onde estamos perante a porta final), mas torna-se um entretimento muito agradável e que convida sempre a voltar.


Para quem quiser experimentar (o jogo é gratuito) basta aceder ao site do Paul Jenkinson aqui.

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