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terça-feira, 31 de julho de 2018

Souls Remaster


Nome: Souls Remaster
Editora: Retrobytes Productions
Autor: Atila Merino, Ivan Sanchez e Ignacio Prini
Género: Labirinto
Ano de lançamento: 2016
Teclas: Não redefiníveis
Joystick:  Não
Memória: 48 K
Número de jogadores: 1

Por vezes há coincidências engraçadas. Quis o acaso que a Retrobytes Productions tivesse lançado um novo jogo (The World War Simulator: Part II) e fossemos pesquisar o blogue a ele associado, dando com outro de 2016 que  nos passou totalmente despercebido. Para dizer a verdade, Souls Remaster é uma versão melhorada de um jogo de 2013, Souls, que não nos tinha impressionado por ai além. Mas fomos então dar uma espreitadela, já que os gráficos eram muito prometedores, fazendo por vezes lembrar The Sword of Ianna.

E a primeira impressão não foi favorável. Tudo por culpa de um sistema de combate que na nossa opinião não é o mais feliz. Este baseia-se nos seguintes factores:
  • Vida (vermelho): representa a força que temos e que permite suportar os golpes adversários
  • Estamina: representa a resistência, quanto maior, mais golpes conseguimos executar num curto espaço de tempo (fundamental para vencermos os adversários) 
  • Magia: lança um feitiço que elimina o adversário
  • Nível: representa o nosso poder, quanto maior, mais força, agilidade e energia temos
  • Vida (rosa): força do adversário

Para se conseguir avançar nesta aventura (a fazer lembrar em tudo The Sword of Ianna) há que dominar estes cinco vectores. Tudo porque quando iniciamos a aventura, os nossos poderes encontram-se no nível um e apenas conseguimos dar conta de um inimigo de cada vez (e apenas dos mais fracos). De cada vez que eliminamos um inimigo, tomamos posse da sua alma (vai acumulando no lado direito do ecrã). Quando esta barra chega ao topo, subimos ao nível seguinte, aumentando o nosso poder e força, e permitindo dar cabo dos inimigos com maior facilidade.

E está aqui o segredo do jogo e que não percebemos imediatamente. É que de cada vez que matamos um inimigo, temos que voltar a um certo ponto (assinalado com uma espécie de garrafa em cima de uma base), e restabelecer a nossa força. Isso tem então três consequências. Em primeiro lugar a força volta ao máximo possível, tendo em conta o nível que nos encontramos. Em segundo lugar, sempre que morremos, será esse o ponto onde reiniciamos o jogo (em vez de voltar ao início). Finalmente, os inimigos que já eliminámos reaparecem. Teremos então que voltar a dar cabo de mais um inimigo, voltar a este ponto, e assim por diante até atingirmos um nível que nos permita fazer face aos inimigos sem grande dificuldade. Parece complexo, mas depois de apanharmos o esquema, é muito simples. Demasiado, até.


Depois de dominarmos esta parte e atingirmos um nível razoável (pelo menos quatro ou cinco, sendo doze o limite que provoca um reforço dos nossos poderes), poderemos então começar a explorar este mundo tenebroso, povoado de esqueletos, ratos e outros seres malignos.

Ao longo do trajecto temos que ir apanhando chaves, escondidas nas várias caixas, assim como mais magia. Esta só pode ser utilizada depois de encontrarmos o feiticeiro, até lá teremos que nos desenvencilhar à força da espada. É também necessário algum cuidado ao utilizarmos os feitiços, pois existem obstáculos no caminho (lápides) que só desaparecem com o uso de magia. E se os gastamos todos nos nossos adversários, corremos o risco de ficar bloqueado em algum ponto do labirinto.

Se formos bem-sucedidos, chegamos ao monstro do final do nível. Aqui, além de necessitarmos de ter os níveis de força bem recheados, necessitamos de mover-nos com muita rapidez e agilidade, tentando atacar as garras do monstro sem que esse nos atinja com os seus raios mortíferos. Escusado será dizer que convém que o nosso nível esteja no máximo, doutra forma seremos demasiado lentos e fatigar-nos-ermos demasiado rápido, sendo a morte do artista (ou do herói, como preferirem).


Os gráficos, como podem perceber pelas imagens que aqui deixamos, são excelentes, assim como o movimento do nosso personagem (não estranhem a lentidão nos primeiros níveis). No entanto, este sistema de combate necessitaria de ser afinado. Ao início é maçador ter-mos que estar constantemente a ir até aos ponto de restabelecimento da nossa força, por outro lado, quando atingimos um certo nível, torna-se demasiado fácil. Perante tudo isso, não faz sentido aqui falar em golpes ofensivos e defensivos, limitamo-nos a levar tudo à frente até o inimigo ser eliminado, sem sequer estarmos preocupados em sermos atingidos. No entanto, explorar este mundo é extremamente motivante (e viciante), e tal como em The Sword of Ianna, queremos sempre avançar mais um pouco para ver o que se segue.

Aconselhamos assim a experimentarem Souls Remaster (vale a pena perseverar), que apenas não leva nota máxima por o sistema de combate não ser o mais eficaz. O jogo é gratuito e pode aqui ser obtido.

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Escape from the Pyramid


Nome: Escape from the Pyramid
Editora: Greenweb
Autor: Antonio J. Pérez
Ano de lançamento: 2016/2018
Género: Aventura
Teclas: Não redefiníveis
Joystick: Kempston, Sinclair
Memória: 48/128 K
Número de jogadores: 1

Em 2016, ainda antes de Antonio Pérez se aventurar por Gimmick!, já dava cartas com Escape from the Pyramid, baseado na saga Fantasy Zone que saiu originalmente para o sistema Sega há cerca de trinta e três anos. E o autor  resolveu agora fazer-lhe alguns melhoramentos, nomeadamente música para a versão 128 K e um novo ecrã de carregamento, da autoria do bem conhecido Igor Errazkin. Aproveitámos assim para fazer agora a análise deste jogo criado com o motor La Churrera, que nos passou despercebido na altura do seu lançamento.

Nesta interessante aventura passada na Zona da Fantasia, uma força estranha transportou o nossa nave, Opa Opa, para uma dimensão paralela. Nesta, muitos inimigos protegem a Grande Pirâmide, causadora destas mudanças espaço-temporais. Cabe a nós agora activar as cinco estrelas Pichelin  (qualquer semelhança com umas outras estrelas é pura coincidência), que nos possibilitará o regresso a casa a horas do almoço.


Quem já experimentou Gimmick!, certamente vai reparar que alguns dos condimentos dessa aventura também aqui se encontram. Aliás, a própria movimentação das personagens, as cores e os sprites aqui empregues revelam uma semelhança forte com o primeiro, o que de forma alguma é uma desvantagem.

Assim, a nossa nave pode naturalmente voar e também disparar um laser (até três tiros de cada vez), o que permite eliminar a maior parte dos inimigos, que se deslocam em movimentos padronizados, existindo quase sempre um ponto morto que nos permite abatê-los sem que estes nos toquem. Mais complicado é evitar tocar em algumas partes do cenário (nomeadamente as minas), pois a nave sofre um efeito de inércia que faz com que deslize por algum tempo, antes de travar totalmente. E depois há que contar também com o efeito de gravidade, que faz com que a nave, em repouso e não estando suportada por nenhum elemento do cenário, naturalmente tenha tendência para cair.

Achámos também particularmente engraçado os hamburgers, que nos permitem andar em cima deles, ajudando a passar alguns pontos mais complicados dos cenários.


Mas Escape from the Pyramid não está livre de bugs, embora nenhum seja especialmente grave. Irão reparar que quando perdem uma vida, ficam invencíveis durante alguns segundos, e nesse período de tempo, em alguns pontos conseguem ultrapassar por entre as minas, podendo chegar mesmo directamente a partes inacessíveis do cenário como o do quadro acima (ecrã onde se encontra a última estrela do jogo).

Com uma excelente implementação, boa jogabilidade, gráficos muito imaginativos e coloridos, Escape from the Pyramid tem tudo para agradar a Gregos e Troianos. Apenas o nível de dificuldade é um pouco baixo, o que faz com que em meia hora acabem o jogo, pelo que a longevidade é um pouco limitada. No entanto, é sem dúvida um jogo a experimentar.

Escape from the Pyramid é gratuito, podendo ser descarregado na página do autor.

terça-feira, 14 de novembro de 2017

Vallation 128k


Lembram-se de Vallation, um dos bons jogos que saíram o ano passado e que inclusive recebeu uma menção honrosa de Planeta Sinclair? Pois é, o seu autor, Sokurah, passado quase ano e meio finalmente terminou a versão 128 K. E são muitos os motivos de interesse desta nova versão:
  • Maior variedade e quantidade de inimigos, quase triplicando o seu número
  • Maior variedade nos próprios níveis, com uma grande quantidade de novos cenários
  • Música específica para a versão 128 K, bem como novos efeitos sonoros
  • Possibilidade de usar o joystick Kempston
  • Vidas extra concedidas na conclusão dos níveis
  • Inimigos mais fáceis e melhoria ao nível dos sprites das balas
  • Tabela com as melhores pontuações
  • Adição de um novo nível (o quinto), com mais 49 ecrãs. Este novo nível é substancialmente diferente dos restantes, pois não é linear, antes possibilitando múltiplas rotas
Com tantas novidades, quase que poderemos dizer que estamos perante um novo jogo. Tantas que até tem direito a uma edição física, via Psytronik Software. A versão standard tem um custo de £ 6.99, enquanto a versão clam, que tem alguns extras, sobe até aos £ 12.99. Estamos muito tentados a adquiri-la e quem o quiser fazer, basta vir aqui.

terça-feira, 31 de outubro de 2017

The House Abandon


Hoje trazemo-vos uma proposta interessante e um pouco diferente do habitual, pois neste jogo de 2016 não jogamos directamente num Spectrum, mas controlamos sim uma personagem que interage com um.

Após uma introdução fortemente inspirada pela série Stranger Things (à qual este jogo vai buscar muito do ambiente) chegamos a uma mesa onde estão um telefone, um candeeiro, um relógio despertador e um Futura (desconfiamos que originalmente terá mesmo sido um Spectrum a figurar no jogo mas que o nome terá sido alterado para evitar problemas relativamente aos direitos da marca). Automaticamente a cassete começa a carregar um misterioso jogo de texto que promete ser uma aventura interactiva de terror.


Apreciámos muito o ambiente e esta mistura de uma boa dose de nostalgia com mistério e terror. As descrições e a história do jogo estão bem concebidas, mas infelizmente sofre de um mal muito comum a alguns jogos do género que é o de ter um dicionário muito limitado, sendo que apesar das actualizações recentes não existe muita margem de erro para os comandos que queremos inserir e ficamos assim limitados a uma lista pequena de verbos.

No entanto, apesar do que já referimos e da curta experiência de jogo (devemos lembrar-nos que foi originalmente concebido para um Ludum Dare, concurso de criação de jogos em 48 horas) surpreendeu pela originalidade do conceito e por trazer algo de novo num género muito pouco trabalhado nos dias de hoje - jogos de texto e especialmente de terror.

Infelizmente torna-se difícil revelar mais sobre a história sem estragar a experiência, sendo que recomendamos que joguem sem saber o que vos espera, já que perdendo-se o efeito surpresa diminui muito a qualidade da experiência. Não é um jogo que dê para jogar mais que uma vez, pois a experiência esgota-se em si mesma, mas não deixa de ter um interessante impacto nem que seja ao reinventar o modo como encaramos um jogo.

Este jogo faz agora parte de uma antologia de quatro histórias que está à venda na plataforma Steam aqui e através deste mesmo link podem experimentar um demo que vos permite jogar apenas esta história de modo totalmente gratuito, sendo que apenas precisam de ter uma conta no Steam e esta plataforma instalada para o poder experimentar.


O que mais nos espanta é como ainda ninguém tomou a iniciativa de refazer este jogo num verdadeiro Spectrum, já que a programação de um jogo de texto, mesmo este que é um pouco diferente do normal, não será algo de muito complexo.

Seria necessário fazer alguns ajustamentos, já que o que aqui é simulado sai um pouco fora das capacidades do computador à época (e não falamos mais para não estragar a surpresa) mas não é algo de todo impossível e poderia estar aqui um excelente novo título para a nossa máquina. Fica a ideia para que tiver conhecimentos na área e iniciativa, da nossa parte prometemos publicitar este projecto se realmente surgir.

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Prime Mover


Nome: Prime Mover
Editora: NA
Autor: Helpcomputer0
Ano de lançamento: 2016
Género: Acção
Teclas: Não redefiníveis
Joystick: Não
Número de jogadores: 1

O lançamento de Prime Mover no final de 2016 escapou-nos, talvez porque este não tenha sido disponibilizado para download, apenas sendo possível de se jogar online.  Ou talvez porque apesar das fortes parecenças, este não é um jogo para o Spectrum, antes um jogo inspirado no Spectrum. Mas mais vale tarde do que nunca e graças agora a um membro do fórum ZX Spectrum Directo da Arrecadação, chegámos até ele.

A acção de Prime Mover passa-se em 2155 e assumimos o papel de um astronauta, que equipado apenas com um propulsor e uma broca que permite destruir alguns inimigos e obstáculos, tem que ir a Phobos (lua de Marte), entrar nas instalações de pesquisa de minérios que perdeu contacto com a Terra, e desactivá-la. Para isso tem que encontrar as três chaves que permitem chegar ao reactor do núcleo. Mas até lá chegar terão que suar muito, pois são muitos os obstáculos que vos tentam impedir de cumprir com a missão, desde ácido que pinga do tecto, pedras e outros blocos que vos tentam esmagar ou atingir com os destroços, chamas, maquinaria variada não identificada, etc..


A jogabilidade até poderia ser bastante boa, mas as teclas seleccionadas e não redefiníveis são tudo menos funcionais, fazendo baixar o potencial de diversão deste jogo. Custa a acreditar que ainda hoje, aquilo que poderia ser um excelente jogo, seja quase arruinado pela má definição das teclas. Esse problema era bem visível em alguns jogos da Ultimate, fazendo-se artificialmente aumentar o grau de dificuldade, o que para nós não tem qualquer sentido.

Mas mesmo com esta má escolha de teclas, depois de se adaptarem às mesmas e deixarem de confundir o salto, com o propulsor e com a selecção do objecto a usar, começam a avançar e a retirar dividendos, até porque apesar de começarem apenas com três vidas, têm a possibilidade de continuar o jogo (três vezes, no máximo), começando em pontos de controlo colocados para o efeito. Fazendo lembrar alguns programas criados com o motor La Churrera dos Mojon Twins, consegue ser melhor que a maioria. Já estão assim a ver que o tempo e precisão de salto é o factor principal para conseguirem ultrapassar os obstáculos.


Com gráficos e som bastante razoáveis, esperamos ansiosamente que o seu autor coloque a opção de redefinição de teclas e a inclusão de joysticks para tornar a experiência ainda mais gratificante. E já agora que o disponibilize para download, pois por enquanto apenas se consegue jogar online.

Quem se atrever a experimentar, pode fazê-lo aqui.

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Rediscovered Realms


Passou-nos despercebido há uns meses, mas graças a um iminente membro do fórum Spectrum for Everyone, Will Woodvine, descobrimos Rediscovered Realms. Não estamos aqui perante um único jogo, nem sequer novo, mas sim uma compilação de quatro aventuras de texto criados por Paul Jenkinson no período 1983-1985: The Firm, Spirit of Death, In Search of the Yeti e Bron´s Kingdom.


Entretanto o programador que tem sido amplamente falado nos últimos tempos em Planeta Sinclair, teve a oportunidade de melhorar alguns aspectos dos jogos originais, mantendo-lhes a sua base estrutural. Aproveitou ainda para dar uma nova "roupagem", ficando agora os jogos com um aspecto mais moderno e sendo mesmo possível aceder a um menu inicial que carrega cada um deles em separado.

Pelo breve análise que fizemos, estamos perante quatro aventuras simples, totalmente despretensiosas, relativamente fáceis de concluir e que são o ideal para um iniciado neste género de jogos. Além disso o pacote incluí ainda um manual que dá informação básica sobre cada uma das aventuras e sobre este género de jogos.

Como é habitual neste programador, a compilação é gratuita e pode ser aqui obtida.

terça-feira, 14 de março de 2017

Café Turco Com os Ex-Jugoslavos


Nome: Café Turco Com os Ex-Jugoslavos
Editora: NA
Autor: Pedro Silva, Paulo Silva
Ano de lançamento: 2016
Género: Plataformas
Teclas: Não redefiníveis
Joystick: Kempston
Número de jogadores: 1

Foi com enorme surpresa que nos deparámos com um jogo de 2016 que ainda não tínhamos visto. E logo feito por dois tugas. Mas também não é de estranhar, já que não foi anunciado massivamente, tendo apenas acompanhado o lançamento de um livro com o mesmo nome que tem como tema o relato de uma viagem feita por quatro portugueses a alguns países que integravam a Jugoslávia.

A história do jogo está assim relacionada com a própria temática do livro. Temos que percorrer quatro níveis, cada um deles homenageando uma cidade ex-jugoslava, evitando os inimigos que povoam o cenário. O Marechal Tito também participa, fazendo comentários pertinentes e bem humorados ao longo do jogo.


Café Turco é um típico jogo de plataformas, que embora estando bem implementado, tem apenas gráficos sofríveis e demasiada rapidez na acção, levando a que por vezes fiquemos bloqueados em pontos dos quais não conseguimos sair sem levar com um inimigo em cima.

Detectámos ainda um bug peculiar: se carregarem na opção 2, Kempston, em vez de terem a hipótese de jogarem com esse dispositivo, é-vos apresentado os quatro níveis do jogo, mais o ecrã final, entrando depois em loop. Não sabemos se isso acontece porque estamos num emulador e não temos o Kempston ligado, ou se é efectivamente um bug.

Estamos então perante uma brincadeira para vos fazer passar uns minutos agradáveis e que pretende ser apenas isso. De qualquer forma, quem quiser descarregar gratuitamente Café Turco pode fazê-lo aqui, tendo ainda a hipótese de adquirir a versão física do mesmo por 10 euros (com portes incluídos, presume-se para o nosso país).

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Melhor jogo de 2016 para El Mundo del Spectrum


O blogue El Mundo del Spectrum revelou finalmente as escolha dos seus leitores para o melhor jogo de 2016. E não são muito diferentes das escolhas de Planeta Sinclair que anunciámos a 1 de Janeiro e que poderão aqui ser recordadas.

5º lugar - Rompetechos

Surpreendente e divertida aventura espanhola programada em Basic, a recriar as aventuras de Salomão e Mortadela.


4º lugar - Tourmaline

Se não é o melhor clone de Boulder Dash, anda lá muito perto. Gráficos e acção de grande nível fazem deste um jogo a não perder.


3º lugar - Car Wars

Uma das grandes surpresas de 2016, Car Wars foi lançado pelos nuestros hermanos, habitués no lançamento de jogos vistos de cima nos quais assumimos os comandos de uma viatura.


2º lugar - Double Bubble

Assumimos o papel de uma bolha que tem quer resgatar a sua alma gémea através de um caminho recheado de inimigos e obstáculos. O jogo tem tanto de bom como de difícil.


1º lugar - Snake Escape

E o melhor jogo de 2016 vai para Snake Escape, puzzle que converte de forma brilhante Lime Rick. Assumimos aqui o papel de uma cobra, que para chegar à apetecida maçã, tem uma tarefa mais difícil do que Adão.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Willy Games: The First 30 Years Quiz


Nome: Willy Games: The First 30 Years Quiz
Editora: NA
Autor: Daniel Gromann
Ano de lançamento: 2016
Género: Concurso
Teclas: Não redefiníveis
Joystick: Não
Número de jogadores: 1

Willy Games: The First 30 Years Quiz  saiu também no último dia de 2016 e é obrigatório para todos os fãs de Manic Miner e Jet Set Willy. Isso porque estamos perante um quiz que visa testar os nossos conhecimentos sobre a personagem mais conhecida do Spectrum, o mineiro Willy, e que cobre o período de 1983 a 2013.

São-nos então apresentadas 120 questões às quais temos que responder acertadamente num tempo limite de 120 minutos. E se as primeiras questões são relativamente fáceis de acertar (temos sempre quatro opções, das quais apenas uma é a correta), à medida que vamos avançando no jogo, essas vão ficando mais difíceis. São quatro blocos de 30 questões, com quatro níveis de dificuldade: Easy, Medium, Hard e Expert. Mas o nível de dificuldade obviamente que vai variar conforme os conhecimentos de cada um. Certo é que temos apenas 12 vidas, e de cada vez que erramos uma questão, lá se vai uma delas.


Willy Games não é um jogo destinado a todos, aqueles que desconhecem ou apenas conhecem superficialmente as aventuras do mineiro Willy vão literalmente andar aqui aos papéis. Mas sendo um jogo de tentativa e erro, em que as questões são sempre iguais e saem pela mesma ordem, mesmo os mais ignorantes no tema conseguem ir avançando no quiz. Mas isso também limita bastante a sua longevidade, pois após respondermos acertadamente a todas as questões poucos motivos temos para aqui voltar.


Como seria de esperar, gráficos apenas no ecrã de abertura e final e o som remete-nos para as melodias dos jogos da série Willy. Mas mais também não seria necessário.

Em suma, obrigatório para os fãs de Manic Miner / Jet Set Willy, para os restantes, vale a pena dar uma espreitadela.

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Nemokay


Nome: Nemokay
Editora: NA
Autor: Aleksandr Titov, Zlata Titova
Ano de lançamento: 2016
Género: Acção
Teclas: Não redefiníveis
Joystick: Kempston, Sinclair
Número de jogadores: 1

E 2016 não acabou sem terem sido lançados mais alguns jogos, inclusive no último dia do ano. Foi o caso de Nemokay, se bem que preferíssemos que tivesse sido lançado apenas em 2017, melhorando alguns aspectos do jogo, nomeadamente a configuração dos níveis existentes (e que são bastantes, embora ainda não tenhamos chegado ao fim e visto todos).

O conceito é muito simples, controlamos um pinguim que tem que alimentar uma baleia. Para isso temos que fazer com que as cavalas caiam das plataformas onde estão colocadas e aterrem na água. Só depois a baleia transforma-se numa chave na qual temos que aterrar para passar para o nível seguinte. Uma das nuances engraçadas do jogo é que ao mesmo tempo que controlamos o pinguim, também controlamos a baleia, e isso provoca alguns problemas que só com alguma estratégia conseguimos resolver. Não se pense assim que basta apenas destreza nos dedos, Nemokay também tem bastante de puzzle.

Algumas das plataformas têm que ser destruídas e para isso contamos com a ajuda da baleia, que dispara espinhas que as destroem. Mas cuidado, pois se estas atingem o pinguim também este é morto. Por outro lado, este é um pinguim que não sabe nadar, embora saiba voar (estranho, não é?), e cada vez que cai na água lá se vai mais uma vida. Mas o que vale é que temos vidas infinitas, por isso é pouco relevante um descuido. Mas no nosso entender estes aspectos tornam o jogo pouco realista, retirando-lhe algum interesse.


Tal como o conceito de Nemokay, os gráficos são do mais básico que existe e o som é inexistente. Mas o principal problema é que os níveis são demasiado fáceis, se bem que à medida que se vai avançando estes vão se tornando um pouco mais complicados. Mas nada que consiga manter o nosso interesse por muito tempo.

Nemokay assim apenas interessa a um público mais juvenil e que gosta deste tipo de bonecada e de desafios. Para os restantes, mais vale carregar algo menos básico.

domingo, 1 de janeiro de 2017

Melhor jogo de 2016 para Planeta Sinclair

E depois de revelarmos o nome dos cinco melhores jogos de 2016 para os leitores do maior fórum do facebook dedicado ao Spectrum (Spectrum 4ever), está na altura de desvendarmos aqueles que para nós foram os melhores. Foram quase 60 novos jogos analisados, ficando de fora desta lista as reedições e remakes.

Menções honrosas: Stella II, ZX Nights, Vallation, Double Bubble e Magical Tower Adventure.

5º lugar - Harbinger Convergence

Excelente aventura em duas partes, recheada de acção e com uma apresentação fora-de-série, e que apenas alguns bugs impedem que esteja ainda melhor classificada.



4º lugar - Sam Mallard – The Case of the Missing Swan

Aventura gráfica do género film noir, que nos coloca no papel de um detective contratado por uma belíssima moça, à boa maneira dos livros policiais.



3º lugar - Tourmaline

Se não é o melhor clone de Boulder Dash, anda lá muito perto. Gráficos e acção de grande nível fazem deste um jogo a não perder.



2º lugar - Car Wars

Uma das grandes surpresas de 2016, Car Wars foi lançado pelos nuestros hermanos, habitués no lançamento de jogos vistos de cima nos quais assumimos os comandos de uma viatura.



1º lugar - Snake Escape

E o melhor jogo de 2016 vai para Snake Escape, puzzle que converte de forma brilhante Lime Rick. Assumimos aqui o papel de uma cobra, que para chegar à apetecida maçã, tem uma tarefa mais difícil do que Adão.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Melhor jogo para os membros do Spectrum 4Ever

Os membros do maior grupo do facebook relacionado com o Spectrum tiveram oportunidade de eleger o melhor jogo para 2016, e que aqui enunciamos. Entretanto, também o Planeta Sinclair irá divulgar aqueles que para nós foram os melhores jogos do ano. Dia 1, às 00.00 horas, os resultados estarão aqui publicados.

Melhores jogos para Sinclair 4Ever:

5º lugar - Tourmaline

Se não é o melhor clone de Boulder Dash, anda lá muito perto. Gráficos e acção de grande nível fazem deste um jogo a não perder.



4º lugar - Snake Escape

Puzzle que converte de forma brilhante Lime Rick. Assumimos aqui o papel de uma cobra, que para chegar à apetecida maçã, tem uma tarefa mais difícil do que Adão.



3º lugar - Doubble Bubble

Assumimos o papel de uma bolha que tem quer resgatar a sua alma gémea através de um caminho recheado de inimigos e obstáculos. O jogo tem tanto de bom como de difícil.



2º lugar - Manic Mower - 24th Anniversary edition

Jogo inspirado em Advanced Lawnmower Simulator, brincadeira de 1 de Abril patrocinada pela defunta Your Sinclair, e que deu origem a Manic Mower, que na altura achámos monótono mas que pelos vistos caiu no goto das pessoas.



1º lugar - Merry Christmas From Horace

E o vencedor destacado do melhor jogo de 2016, segundo os membros do fórum Spectrum 4Ever, foi Merry Christmas From Horace, inspirado nas aventuras desse famoso personagem e que deu origem a um engraçado jogo, no qual temos que recolher as prendas de um descuidado Pai Natal.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Programas incluídos em WOOT! ZXMAS

Já aqui falámos de WOOT! ZXMAS Tape Magazine. E este magazine incluí jogos que já aqui tiveram a review alguns deles mesmo muito recentemente, como foram os casos de Crappy Crates, Pietro Bros. ou Merry Christhmas From Horace. Mas incluí também pequenos programas, que pela sua simplicidade ou por falta de qualidade não foram alvo de review mais aprofundada. A maior parte deles em Basic e que poderiam constar em qualquer revista dedicada à aprendizagem de programação.

Assim, a cassete inclui ainda:

1. Breakhouse

Mini jogo criado por Dennis Grachev, que junta puzzles com muita acção. Apesar da sua simplicidade e gráficos espartanos, merece uma espreitadela.

Pontuação global: 2


2. Christmaze

Mistura de Pacman com Cruising on Broadway, consegue manter o nosso interesse por 5 minutos.


Pontuação global: 1

3. Chunky Graphic Compressor

Interessante utilitário que permite converter as nossas telas para ficheiro.


Pontuação global: 3

4. Colin's Crimbo Caper

Jogo de plataformas, com parecenças com as aventuras de Monty e que não mantém o nosso interesse por 5 minutos, sequer.


Pontuação global: 1

5. Rally Xmas

Clone de Race Fun onde o carro é substituído por um frango, mas mais fraco ainda que o primeiro (que já não era grande coisa).


Pontuação global: 1

6. RPSP,drop!

O programa mais interessante do lote e que por si só mereceria uma análise mais aprofundada. Remete para o conhecido jogo popular Pedra, Papel e Tesoura.

Pontuação global: 3


7. Santa's Quick Drop

Assumimos o papel de Pai Natal e a nossa tarefa consiste em deixar cair os embrulhos nas chaminés. Apenas isto.

Pontuação global: 1



8. Spritemaker

Tal como o nome indica, programa utilitário que permite a criação de sprites para colocar nos nossos jogos. Apenas para programadores.

Pontuação global: 3