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sábado, 10 de junho de 2017

iLogicAll


Nome: iLogicAll
Editora: Computer Emuzone
Autor: Benway, Anjuel, Riskej, WYZ, AugustoRuiz, Cht666cht, Dadman, DavidCM, Kendroock, Metalbrain, Sejuan, TBrazil, Utopian
Ano de lançamento: 2008
Género: Puzzle
Teclas: Redefiníveis
Joystick: Kempston, Interface Two
Número de jogadores: 1

iLogicAll é mais um interessante puzzle que saiu já nos anos mais recentes e é baseado nos passatempos matemáticos japoneses, conhecidos como nanogramas. Existem de vários tipos, mas porventura o mais conhecido é o Pic-a-Pix. O objectivo é descobrir quais dos quadradinhos devem ser pintados (ou deixados em branco), para formar uma figura, que surgirá quando o passatempo for resolvido correctamente.

E a mecânica do jogo é muito simples. Assim, neste passatempo, para o qual normalmente é utilizado papel quadriculado, existe um número em cima de cada coluna e à esquerda de cada linha, que indica quantos quadradinhos deverão ser preenchidos no tabuleiro, formando blocos. Entre um bloco e outro deve haver, no mínimo, um espaço em branco. Depois de preenchidos todos os quadrados do tabuleiro, é revelada a imagem. As semelhanças com o Sudoku são óbvias.


À partida parece estarmos perante um jogo muito fácil, não é? Mas experimentem agora juntar-lhe um tempo limite para se completar cada um dos 100 níveis (felizmente acessíveis por password, evitando ter que repetir níveis já completos). E se por acaso se enganarem a preencher um dos quadradinhos, lá se vão mais uns minutos preciosos.

São estas opções que dão sal a este jogo e o transformam num divertido quebra-cabeças que todos querem terminar, até para ver quais as figuras que são reveladas e que vão sendo mais complexas à medida que vamos avançando nos níveis (conseguem adivinhar a que aparece no nível 1?).


Mas como se não bastasse, iLogiAll vem ainda munido de um editor que de forma simples nos permite construir os nossos próprios tabuleiros. Podemos assim fazer umas maldades e pôr os nossos amigos a tentarem adivinhar os nossos desenhos.


Os gráficos e o som/música, apesar da simplicidade do jogo, são melhores que a generalidade dos puzzles que estão no mercado, constituindo assim mais um motivo para carregarmos iLogicAll, que apesar de distribuído em freeware, tinha todas as condições para ser lançado no mercado ao preço normal.

domingo, 5 de fevereiro de 2017

BeTiled!


Nome: BeTiled!
Editora: Computer Emuzone
Autor: The Mojon Twins, Kendroock, AugustoRuiz, Metalbrain, Tony Brazil
Ano de lançamento: 2007
Género: Puzzle
Teclas: Não redefiníveis
Joystick: Kempston, Interface Two
Número de jogadores: 1

Quando pensávamos que os puzzles tipo Tetris já tinham dado tudo o que tinham para dar, aparece um jogo que baralha as peças e apresenta um novo produto. E é literalmente o que se passa com BeTiled!, que surge num período em que os jogos para o Spectrum estavam a ter novo impulso, com a febre do revivalismo a regressar em força.

A história pouco interessa para o caso, embora até tenham arranjado um argumento original: assumimos a pele de um cientista que descobriu a forma de extrair energia dos cristais, e agora temos que os estabilizar. Basicamente, o que temos que fazer é emparelhar as peças por forma a obtermos filas de 3 ou mais peças da mesma cor. Quando isso acontece, as peças desaparecem, obtendo-se mais peças no tabuleiro e permitindo fazer mais combinações.

O jogo tem 24 níveis, e a sua dificuldade vai aumentando, uma vez que para passar de nível temos que libertar um número mínimo de peças de cada cor, e, naturalmente que para os níveis mais elevados, esse número aumenta substancialmente (convém tomar atenção ao número de peças que já fizemos desaparecer que se encontra por baixo do tabuleiro). E para cumprirmos com a nossa tarefa temos um tempo limite, sempre demasiado curto.


Por vezes aparecem peças especiais que ora nos ajudam (caso do relógio, por exemplo), outras vezes prejudicam-nos (cuidado com a peça que inverte os comandos), e outras vezes tem um comportamento imprevisível (peças que baralham todas o tabuleiro, por exemplo).

A par disso tudo, o jogo é frenético, a exigir reflexos e pensamento ultra rápido, única forma de irmos conseguindo passar de nível. Os gráficos e o som são muito agradáveis, contribuindo para um jogo que nos vai deixar agarrado ao ecrã durante muito tempo.