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quinta-feira, 21 de maio de 2020

Bonnie and Clyde



Nome: Bonnie and Clyde
Editora: NA
Autor: ZOSYA Entertainment
Ano de lançamento: 2019
Género: Plataformas
Teclas: Redefiníveis
Joystick: Kempston, Sinclair
Memória: 48 K /128 K
Número de jogadores: 1

Será a ZOSYA Entertainment a nova Ultimate Play the Game? Senão vejamos...

Cada novo jogo que lança apanha-nos de surpresa, não obstante sabermos que têm em carteira uma imensidão para serem lançados nos próximos tempos (já tivemos oportunidade de ver alguns ecrãs, e o que podemos dizer é que vão rebentar com tudo).

O próprio secretismo associado aos projectos, mesmo sabendo que é uma equipa grande e que Oleg Origin, o criador de Metal Man, está nela envolvido, mas pouco mais se sabe. Mas também que Natasha Zotova está à frente da editora, o que para nós é motivo de grande regozijo ver que a cena Spectrum não se torna exclusiva (ou quase) do sexo masculino. Esperemos que apareçam mais Natashas neste mundo.

Depois, a própria qualidade dos lançamentos. Aliás, não só a qualidade, bem patente em Valley of Rains, mas também o factor da inovação (Drift, por exemplo). Cada novo jogo que aparece, tem sempre qualquer coisa que nos deixa de boca aberta de espanto.

Finalmente, todo os extras que rodeiam os próprios lançamentos, a começar pela música, que no caso de Valley of Rain, por exemplo, até deu origem a uma banda sonora belíssima (poderão aqui ouvir as músicas - aproveitámos para as colocar a rodar novamente). Aliás, esse jogo até teve uma modelo associada, que aparece no próprio ecrã de carregamento. Não esquecendo os posters, flyers, etc.. Mal podemos esperar para que surjam os lançamentos físicos, seguramente irão fazer parte da nossa colecção.

Perante tudo isso, o que podemos dizer é que a manobra de marketing à la Ultimate tem resultado em pleno, mas isso também só é possível devido à alta qualidade dos jogos que a equipa apresenta.


Bonnie and Clyde é então a nova aventura desta equipa. Tal como o título o indica, inspira-se na história da dupla de criminosos mais famosos dos Estados Unidos. Bonnie Elizabeth Parker e Clyde Chestnut Barrow formavam um casal que viajava pela região central dos EUA com o seu grupo (Barrow Gang), durante a Grande Depressão, roubando e matando pessoas quando encurralados ou confrontados. A actividade criminosa terminou a 23 de Maio de 1934, quando foram emboscados e mortos por policiais perto de Sailes, Paróquia de Bienville, Louisiana. Mas as suas façanhas ficaram para a história, sendo transpostas para a Sétima Arte. E agora para o ZX Spectrum...

Assumimos naturalmente a personagem de um dos elementos da dupla, Clyde, sendo a principal diferença a de serem caricaturados como gatos. Aliás, um dos (muitos) pormenores deliciosos do jogo é a forma como o número de vidas é representado: através de um chapéu. E não é coincidência iniciarmos a aventura com nove vidas, tais como os gatos.

O objectivo é ao longo de 90 níveis recolhermos todas as moedas dispostas no cenários. Depois de todas serem recolhidas, um cofre fica visível e cai aleatoriamente do céu dinamite, que teremos que apanhar. Esta, depois de chegar ao solo, permanece uns segundos activa, sendo que se não for recolhida, desaparece, voltando a aparecer nova remessa. Após recolhermos a dinamite, teremos que a levar até ao cofre. Nessa altura temos que nos afastar rapidamente, pois o cofre explode, matando tudo o que esteja nas proximidades. Surge então uma escada que vai até ao telhado e que teremos que alcançar, para chegarmos em segurança até Bonnie e passar de nível. Como a equipa conseguiu colocar 90 níveis em apenas 48K de memória, não nos perguntem, mas não deixa de ser espantoso.


Mas além da principal missão ser chegar ao fim dos 90 níveis, também o podemos que fazer em grande estilo. Para isso teremos que tentar fazer o máximo de pontuação possível, que é obtida de diversas formas. Cada moeda concede 1 ponto. Cada inimigo eliminado vale 5 ou 10 pontos, dependendo da forma como proporcionamos a cerimónia fúnebre. Por vezes caem sacos de dinheiro do céu, concedendo 25 pontos, e se depois de rebentarmos o cofre, recolhermos o conteúdo, somam-se 50 pontos ao nosso pecúlio.

Quanto aos inimigos, são apenas dois. O primeiro, os muito capangas armados que vão aparecendo aleatoriamente nas portas de serviço (são todos iguais, mas a memória também não permitia mais). Normalmente existem muitas portas, dificultando a nossa tarefa, pois teremos que as atravessar com o máximo das precauções, não vá um dos inimigos aparecer inesperadamente e ceifar-nos uma vida. Não lhes podemos tocar, mas além disso disparam quando nos deitam a vista em cima, e pior, as balas ultrapassam os elementos do cenário. Convém assim disparar, mas certeiro, pois as munições não são infinitas, e gato desarmado num cenário de guerra, escaldado fica...

O segundo dos inimigos é o tempo. Cada ecrã tem um determinado tempo limite para ser limpo, normalmente o suficiente para se conseguir ultrapassar sem grandes problemas. Mas isso quando conhecemos o caminho a ser feito, pois as plataformas estão por vezes colocadas de forma estratégica a dificultar-nos a vida, provocando autênticas gincanas para se chegar  às moedas. Se por acaso nos enganamos no caminho a fazer para as recolher, começamos a ver o tempo a esgotar-se demasiado rápido.


Do céu também caem outras coisas que não dinamite. Assim, e porque as nove vidas do gato seriam poucas para tão grande empreitada, a equipa programadora resolveu conceder algumas ajudas. E estas aparecem num ritmo suficientemente grande para que Clyde não seja apanhado de calças nas mãos, isto é, sem munições. Assim, um dos objectos mais importantes a não deixar escapar são as caixas com munições, pois permitem repor as balas na nossa metralhadora, sempre importante, já que dedo leve no gatilho é fundamental para se conseguir tirar o sebo aos muitos capangas que aparecem.

Por vezes surgem ampulhetas, e essas naturalmente colocam o tempo para se completar o nível, no máximo. Quando surge um cabide, este imediatamente assenta em Clyde que nem um fato de gala, e podemos então passear durante alguns segundo por entre os inimigos, sem que esses nos detectem. Finalmente, a estrela bloqueia-os durante uns segundos, podendo serem eliminados quando lhes tocamos, sem necessidade de gastarmos munições, numa sequência muito semelhante a Bomb Jack.

Aliás, e já que falamos neste mítico jogo, é mesmo a principal fonte de inspiração de Bonnie and Clyde, com uma mecânica idêntica, ou muito parecida (não é por acaso que no ecrã de carregamento aparece 1986, ano de surgimento de Bomb Jack). Aliás, a própria Natasha reconhece a sua influência.

O ritmo de jogo é frenético, por vezes terminamos os níveis em 30 segundos, o que também já acontecia em Bomb Jack. E tal como nesse, também existe um cenário de fundo (são 13 diferentes), sob o qual assentam as plataformas que temos que ir contornando. As cores são tão intensas que por vezes se torna difícil descobrir onde estão os inimigos ou as balas que disparam, mas dado a grandiosidade dos mesmos, isso é apenas um pormenor.


Quanto à música, é outro dos pormenores interessantes. Ou melhor, as músicas, pois são quatro e todas de grande nível, inspiradas nos anos loucos 30, tendo sido criadas por Scott Joplin. Será um pseudónimo a remeter para Scott Joplin, pianista de final do século 19 e início do 20? Não nos admiraríamos que fosse...

Voltando a Bomb Jack, aquilo que o tornou imortal foi uma imensa jogabilidade, capaz de nos prender ao ecrã horas a fio, mesmo depois de corremos vezes sem conta os cenários, nem que fosse para tentar fazer a maior pontuação possível. E é isto que exactamente se passa com Bonnie and Clyde, que tem a rara capacidade de nos fazer ficar colados ao ecrã até se terminar o jogo, e de depois voltarmos a ele vezes e vezes sem conta. Um autêntico vício, conseguindo mesmo superar Black & White, que já nos tinha deixado maravilhados há uns meses.

Deixamos ainda uma dica final: por vezes as plataformas estão colocadas de forma que parecem inalcançáveis. Mas não se esqueçam que os gatos são bons a trepar paredes. Experimentem a subir movendo rapidamente Clyde em ambas as direcções...

Assim, e em jeito de resumo, não temos qualquer dúvida que Bonnie and Clyde vai estar incluído em todas as listas com os melhores jogos de 2020. E se não apostamos no top 3, é porque esta equipa ainda vai trazer muitos jogos nos próximos tempos.

sábado, 21 de dezembro de 2019

Just a Gal


Nome: Super Enquiry Simulator
Editora: NA
Autor: ZOSYA Entertainment
Ano de lançamento: 2019
Género: Race'n'chase
Teclas: Não redefiníveis
Joystick: Não
Memória: 48 K / 128 K
Número de jogadores: 1

Para quem não sabe, a ZOSYA Entertainment é a equipa do ilustre Oleg Origin, responsável pelos fabulosos Metal Man Reloaded e Crystal Kingdom Dizzy (remake), entre outras pérolas, tendo-nos presenteado na mais recente edição da Yandex Retro Games Battle 2019 com nada menos, nada mais, do que três jogos. O primeiro, Drift!, tecnicamente muito evoluído mas apresentando alguns problemas ao nível da jogabilidade, que poderão ser colmatados pelos mais persistentes com paciência para dominarem o sistema de controlo da viatura, como já o vimos. A segunda proposta é Just a Gal, que apesar do título e do ecrã de carregamento, diz respeito a uma competição de motociclismo.

Assumimos então a pele de um motociclista, Maureen Miles, que vai competir no Campeonato do Mundo da especialidade. O objectivo é vencer a competição, completando os 24 circuitos. Para isso vai ter que derrotar 24 oponentes, alguns mais fortes que outros. Estamos assim perante um clone de  Full Throttle e Super Hang-On, compensando algumas lacunas desses, mas relativamente ao último perdendo em alguns outros aspectos.


O primeiro passo é escolher o modo de corrida. Existem três: no modo de arcada limitamo-nos a correr pela pontuação, numa corrida sem fim, que apenas termina quando caímos três vezes. Pouco interesse tem, a não ser como modo de treino. O segundo modo é o de corrida individual, com três pistas à escolha, Eslováquia, Noruega e curiosamente Moçambique. Aqui já se começa a ter uma ideia daquilo que se vai encontrar neste jogo. Depois de estarmos já familiarizados com a condução da mota, podemos entrar então na opção que verdadeiramente interessa: o modo de campeonato.

O modo de campeonato apresenta 24 diferentes circuitos, incluindo o de Portugal, com direito a mapa e tudo. Temos também a possibilidade de tentar a fase de qualificação, conseguindo assim um lugar melhor na grelha de partida, ou avançar logo para a corrida, neste caso sendo largado da última posição da grelha. Um pormenor interessante, se dermos ao pedal mais cedo do que é suposto, dá-se uma falsa partida e somos relegados de imediato para a última posição na grelha.

Os oponentes diferem no nível, os mais rápidos vão competir pela vitória no campeonato, enquanto que os mais lentos apenas servem para nos atrasar. No entanto nem tudo é mau quando andamos por trás de um oponente, pois tal como nas corridas reais, podemos usufruir dos cones de aspiração para ganhar velocidade e ultrapassá-los.

Até aqui tudo bem, mas vamos então às principais lacunas deste jogo, que embora não sendo mau, nem sequer mediano, poderia ser ainda melhor caso alguns pontos fossem afinados. Assim, a nosso ver, o principal factor a ser melhorado está relacionado com os cenários. São todos muito iguais, ou parecem, pois apenas existe o horizonte ao fundo e a pista. Nas laterais não existe qualquer tipo de objecto, nem que fossem uns pneus empilhados, e isso retira um pouco a sensação de velocidade. Talvez não tenha havido memória para mais, mas seria preferível retirar alguns circuitos, melhorando os factores exteriores. ou até eliminar o modo arcada, que a nosso ver parece supérfluo.


Depois, ao contrário de Super Hang-On, cujo nível de dificuldade era muito alto, excessivo, até, neste caso parece-nos que é demasiado baixo. Apesar de só conseguirmos verdadeiramente ganhar posições aos nossos oponentes nas curvas, depois de fazermos três a quatro corridas já as estávamos a vencer sem grande dificuldade. Um dos principais problemas do Super Hang-On era sermos abalroados por trás pelos adversários, isto aqui não acontece, felizmente, mas talvez se pudesse perder mais tempo de cada vez tocamos  uma outra mota ou nos separadores laterais. Isso iria também fazer com que tentássemos ser mais perfeitos na condução, em vez de aceleramos sempre na mecha.

Finalmente, o ponto mais importante neste tipo de jogos: o sistema de controlo. Não sendo perfeito, é bastante razoável, muito superior ao método escolhido para Drift!. É sem dificuldade que se consegue conduzir esta mota, não tendo a complexidade que TT Racer apresentava, por exemplo, e que fez com que muitos não explorassem devidamente aquele que é um excelente (e inovador) jogo. Just a Gal é muito mais imediato neste aspecto, sendo mais um jogo de arcada do que um simulador.


Graficamente, e embora já tenhamos referido a falta de objectos nas laterais, cuja consequência imediata é fazer diminuir a sensação de velocidade, o conjunto é bastante aceitável. As cores estão bem escolhidas, não interferindo minimamente na condução, e as motas parecem-se realmente com motas, no fundo uma fórmula (vencedora) semelhante mais uma vez a Super Hang-On, sem dúvida o jogo que lhe serviu de inspiração (sem qualquer maldade na forma como o referimos). Ao nível sonoro é funcional, e curiosamente notámos diferenças rodando no modo 48 K e no modo 128 K.

No entanto, pese embora algumas lacunas e monotonia, neste caso inerente ao próprio conceito de jogo, Just a Gal será do agrado de todos aqueles que apreciam o género. Pode-se dizer que é mesmo dos melhores, embora não consiga tirar do trono Super Hang-On, ou até Enduro Racer, este, noutro registo. Se poderia ser ainda melhor? Sim, poderia, mas o que aqui se tem já é o suficiente para nos entreter durante muitas e boas horas.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2019

Drift!


Nome: Drift!
Editora: NA
Autor: ZOSYA Entertainment
Ano de lançamento: 2019
Género: Race'n'chase
Teclas: Não redefiníveis
Joystick: Kempston, Sinclair
Memória: 128 K
Número de jogadores: 1

Drift! era dos jogos que mais prometia na mais recente competição Yandex Retro Games Battle 2019. E será que o jogo cumpre com o prometido? É isso que vamos ver...

Assim que o carregamos, inicia-se uma apresentação fabulosa com imagens de algumas das viaturas que teremos depois possibilidade de conduzir. A sensação de velocidade é perfeita, a música entusiasmante, antecipando logo suores frios para aqueles que sofrem com as velocidades.

Depois de um menu inicial, no qual poderemos seleccionar os controles, colocar o nosso nome, definir o nível e até escolher se querermos volante à esquerda ou à direita, iniciamos a época de 2019. Convém desde já dizer que Drift! contempla seis pistas diferentes, e também cinco diferentes viaturas. No entanto, quer umas, quer outras, apenas vão ficando desbloqueadas à medida do nosso sucesso nas provas.


Mesmo assim a equipa programadora foi generosa, pois concede-nos a possibilidade de escolher dois chaços, um novo e outro usado, mas este último até parece ter um comportamento melhor em pista. Escolha feita, vê-se o carro a ir para a prova, em mais uma excelente animação. começamos a ficar com água na boca....

Finalmente surgem os concorrentes. Cada prova é composta de duas mangas e quatro concorrentes, e existe um tempo aconselhável para se fazer a prova, sendo que se não o conseguirmos atingir, incorremos em penalizações, que naturalmente definem depois a posição final. Mas vamos à primeira prova, Oslo, pois a ansiedade já transborda por todos os poros. Depois do mapa da manga, somos colocados na linha de partida, aguardamos cinco segundos que a bandeira seja levantada, e aqui vamos nós...

Carregamos a fundo no acelerador, surge a primeira curva e... Que raio... O carro é praticamente incontrolável... Mesmo a baixa velocidade faz piões atrás de piões, exercício apenas semelhante a Hard Drivin', um jogo que também prometeu muito em 1989 e que rapidamente caiu no esquecimento. Tal como Drift!, foi inovador em termos técnicos, mas esqueceram-se que isto é um jogo, não uma demo apenas para fazer vista. Onde está a jogabilidade? Desde quando um carro se comporta desta maneira?


Bem, temos que estar a fazer qualquer coisa errada, vamos lá voltar atrás. Revemos a introdução, e esta diz-nos então como abordar as curvas: cortá-las o mais breve possível, fazer o carro derrapar, e depois prego a fundo com o volante para o lado contrário. Vamos lá experimentar, agora escolhendo a outra viatura que está disponível.

Por esta altura já desconfiávamos que algo de errado se passava com este jogo, e isto confirmou-se quando experimentamos o segundo carro e verificámos que mantém exactamente os mesmos problemas. A equipa programadora esqueceu-se simplesmente da jogabilidade, e isso nota-se a vários níveis. Ora vejamos:
  • O controlo da viatura é errático e demasiado complexo, e por isso irrealista;
  • Para agravar a situação, os cenários, embora esplendorosos, são muito confusos, não se percebendo qual a direcção a seguir.
Se no segundo caso era facilmente solucionável, bastando uma pequena seta a indicar a direcção a tomar, no primeiro parece-nos um problema estrutural ter deixado este sistema de controlo da viatura tão complexo, quer tenha sido propositado, ou não.


Queremos acreditar que será tudo uma questão de perseverança, e que ao final de algum tempo conseguimos dominar a viatura e começar a pontuar. Aliás, já o fizemos, tendo para isso feito uma corrida perto da perfeição (na nossa óptica), com várias derrapagens pelo meio (concedem pontos de bónus), tendo inclusive a nossa equipa obtido alguns pontos no campeonato. No entanto, nunca o suficiente para se ganhar dinheiro com a corrida e avançar para a terceira prova (apenas temos inicialmente para entrar nas duas primeiras, a já referida na Noruega, e a de Paris). Muito menos para se conseguir aceder a outras opções, como a garagem, onde podemos melhorar as características do nosso carro, aceder a novas corridas (Japão, Rússia e Reino Unido, além das já mencionadas, ou experimentar as novas viaturas. Aliás, a última delas, Larissa, apenas é desbloqueada após vencermos a competição, que diga-se, será tarefa muito árdua, criando um forte sentimento de decepção e frustração.

Pelos vistos este problema também não é só nosso, uma vez que a generalidade das opiniões vão de encontro ao que dissemos: grande apresentação, gráficos excelentes, inovador, mas injogável. E é uma pena, pois Drift! tinha potencial para se tornar no Simulador de Rally. Assim sendo, é uma curiosidade que apenas os fanáticos e os mais pacientes poderão vir a conseguir usufruir de todas as suas potencialidades.