segunda-feira, 22 de maio de 2017

Último dos objectivos do Spectrum Next atingido


E no último dia de campanha o último dos objectivos do Spectrum Next foi atingido. Quer isso dizer que as seiscentas e cinquenta mil libras foram ultrapassadas, objectivo que parecia intangível quando a campanha começou.

Vamos então ter duas entradas para joystick, melhorando a experiência dos gamers, mas o melhor de tudo parece-nos a possibilidade de termos um curso online com o próprio Jim Bagley, um dos criadores deste projecto e de jogos como Cabal e Midnight Resistance.

£650,000 - There Must Be Two, Grasshopper!
The Next gets a second joystick port added to the current one. To make sure a new generation of games come out using both ports, Jim Bagley will lecture an online programming course on the Next portal teaching how to build a game from scratch to full release, step by step.

domingo, 21 de maio de 2017

Décimo primeiro dos objetivos do Spectrum Next atingido


E nestas últimas horas as novidades estão a acontecer com muita rapidez. Agora foi a marca das seiscentas e vinte e cinco mil libras que foi ultrapassada. Quer isso dizer que o Next virá acondicionado numa caixa mais atractiva. Estaremos ainda a tempo de atingir o último dos objectivos?

£625,000 - A Box of Memories
The Next was always planned to feature a neat box, but now we go to town and make a package you will like to hang on the wall. We know how important the box can be, we'll make the Next be remembered for it.


Décimo dos objetivos do Spectrum Next atingido


E foi criado um objetivo adicional nas seiscentas e vinte mil libras, tendo sido ultrapassado. E que objectivo!!!

Vai então ser feito o remake do clássico da Odin, Nodes of Yesod, um dos jogos míticos do Spectrum, e que será distribuído gratuitamente a todos os backers. Esta campanha não pára de nos surpreender...

£600,000 - Nodes of Yesod
A new remade version of this game for the ZXSpectrum Next by Steve Wetherill

ZX Spectrum Diagnostics v0.35


Brendan Alford acaba de disponibilizar a v0.35 do excelente utilitário ZX Spectrum Diagnostics. Este firmware permite fazer um teste funcional completo ao vosso Spectrum ou clones, ferramenta fundamental para quem tem hardware físico e dispensa os emuladores. A nova versão tem muitas novidades conforme poderão verificar aqui e onde a poderão também descarregar.

New ROM sets detected in this release:
  • Spanish +3 v4.0, Spanish v1 and v2 128 ROMs, v1.43 +3E ROMs
New features:
  • First public release to support Dandanator Mini board
Deprecated features:
  • Spectranet is no longer supported as of this release (v0.35) onwards. Use v0.33 if you have such a device.
Enhancements:
  • Add failure beeps if a RAM issue is detected in soak test mode
  • Allow Kempston/Sinclair joystick to select testcard / ULA / soak testing
  • Add countdown beeps prior to test start; any key cancels
  • Change memory browser control keys to be friendlier, along with a general revamp
  • Add message to check multiplexer ICs if all 48K upper RAM is faulty (as opposed to missing)
Bugfixes:
  • Fix issue with Timex port conflicts during ULA test
  • Handle rollover of soak test count properly
  • Fix 48/128 ALTPATA/ALTPATB fencepost errors causing writes to ROM

sábado, 20 de maio de 2017

Nono dos objetivos do Spectrum Next atingido


E foi ultrapassado o patamar das seiscentas mil libras. Quer isso dizer que a equipa do Spectrum Next irá ter um especialista dedicado a criar ferramentas específicas para a internet (browsers, ligação ao WoS e quem sabe até ligação a redes sociais como o Twitter). E que dizer da experiência de jogar online, até agora só possível através do recurso ao Interface One, ligando vários computadores em rede (TT Racer, por exemplo, permitia isso)?

£600,000 - Internet Toolbox
We get a developer dedicated to the development of several internet tools. Plus we´ll top it up with an API for multiplayer gaming and Twitter.


Oitavo dos objetivos do Spectrum Next atingido


A campanha de crowdfunding do Spectrum Next caminha a passos largos para o seu final e é nestas últimas horas que os valores costumam dar um salto. E para impulsionar ainda mais o financiamento, foi criado mais um objectivo intermédio, agora desbloqueado (quinhentas e noventa mil libras ultrapassadas). Vamos assim ter mais dois jogos (DreamWorld Pogie e No Fate) que muito prometem, ou não tivessem os Oliver Twins e a equipa responsável por Castlevania por detrás.

A estes dois novos jogos juntam-se os já desbloqueados Wonderful Dizzy (já tem nome, esta nova aventura do famoso ovo) e Rex Next. Mas além disso já estão a ser preparados novos programas exclusivos para o Next, abrindo ainda mais o apetite para este projecto.  

£ 590.000 - We Play More
TWO new games: DreamWorld Pogie gets a Next version for free to all backers thanks to kind hearts of the Oliver Twins and the code wizardry of Lyndon Sharp, making use of the Next's sprites and hardware scrolling. The team behind Castlevania: Spectral Interlude takes their new game in production, No Fate, to the Next. Backers get the Speccy version for free and a 50% discount on the Next enhanced version.


ZX Spectrum Gamer issue 4


foi disponibilizado o número 4 da revista ZXSpectrum Gamer, interessante magazine da autoria de Paul Weller (não, não é o vocalista dos The Jam e dos The Style Council).

A revista está bem escrita, com o humor típico dos Monty Python e depois aproveitado pela Your Sinclair. E tal como o nome indica, está vocacionada para os gamers, apresentando sempre reviews de jogos da era dourada do Spectrum.

Podem aqui vir buscar a mais recente edição, assim como as mais antigas.

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Zabij Ducha


Nome: Zabij Ducha
Editora: NA
Autor: Rafal Miazga
Ano de lançamento: 2017
Género: Shoot'em'up
Teclas: Não redefiníveis
Joystick: Kempston, Sinclair
Número de jogadores: 1

Da Polónia surge um novo jogo, Zabij Ducha (que em português quer dizer matar fantasmas), autoria do velho conhecido Rafal Miazga. É apenas um pequeno projecto, de acordo com o que o próprio autor diz, mas que se nota assim que o carregamos. Até mesmo o ecrã de carregamento é do mais básico que se pode conceber, tal como tudo o resto.

A história desta aventura não existe para já, mas o nosso objectivo é muito simples. Apenas temos que matar os fantasmas que aparecem em cada nível, ao mesmo tempo evitando cair no piso térreo. Para isso temos que ir saltando sob as plataformas que vão aparecendo. Mas ao mesmo tempo temos que ir evitando que os fantasmas nos toquem, senão perde-se um pouco da energia que temos (se formos tocados quatro vezes perdemos uma das três vidas com que iniciamos o jogo). E no meio disto tudo ainda temos que ir disparando para tentar atingir os fantasmas, pois só depois de eliminarmos quinze é que estamos em condições de passar para o nível seguinte, onde tudo recomeça. São coisas a mais ao mesmo tempo...


Um ponto negativo deste jogo está relacionado precisamente com o disparo. É que este parece que acontece em câmara lenta e só podemos efectuar novo disparo depois do anterior ter chegado ao final do ecrã. Assim, acertar nos fantasmas, tendo em conta a lentidão com que a bala se move, é um exercício um pouco aleatório.

A versão 48 K não tem música, mas já a 128 K tem uma pequena melodia que não aquece nem arrefece. Também há uma voz sintetizada que anuncia o começo e fim do jogo, mas perfeitamente dispensável e que ao final de algum tempo até se torna irritante.

Mas apesar dos gráficos serem também básicos, Zabij Ducha possuí qualidades que nos mantêm entretidos durante uns tempos. Talvez se este pequeno projecto evoluísse para algo maior estivéssemos perante um jogo de outra dimensão. De qualquer forma vale a pena dar uma espreitadela, até porque é gratuito, podendo ser descarregado aqui.

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Sétimo dos objetivos do Spectrum Next atingido


E o sétimo dos objectivos era um dos mais aguardados pelos backers. A fasquia das quinhentas e cinquenta mil libras foi ultrapassada, o que quer dizer que o manual em versão física torna-se uma realidade. Esperamos bastante deste manual, até porque os próprios criadores fazem questão de realçar que o mesmo será um item muito especial.

£550,000 - The Holy Manual
A wiro bound printed manual upgrade, with a sci-fi cover to invoke warm feelings on those in the know.

Foram também entretanto revelados os dois últimos objectivos (seiscentas e seiscentas e cinquenta mil libras), assim como acrescentado um objectivo intermédio de seiscentas e vinte e cinco mil libras.

Uridium


Nome: Uridium
Editora: Hewson Consultants
Autor: Dominic Robinson, Stephen J. Crow
Ano de lançamento: 1986
Género: Shoot'em'up
Teclas: Não redefiníveis
Joystick: Kempston, Sinclair
Número de jogadores: 1

A Hewson é reconhecidamente uma das melhores editoras de Software para o Spectrum. Empregava alguns dos mais competentes programadores, com Raffaele Cecco à cabeça, mas também com Dominic Robinson, responsável por alguns dos grandes shoot'em'ups dos 8 bit. Além disso, os seus jogos, à semelhança da Ultimate, apresentavam a maioria das vezes elementos totalmente inovadores e que o diferenciavam da concorrência.

É precisamente o caso de Uridium, um verdadeiro shooter no sentido pleno da palavra. Controlamos uma nave, denominada manta, que tem que limpar todos os planetas de um sistema solar de uns invasores que vieram roubar os seus recursos. Para isso temos que neutralizar as defesas do planeta e tentar abater o máximo possível de inimigos, para, no final de cada nível, encontrarmos a pista onde poderemos aterrar a nossa nave e seguir para o nível seguinte.

Mas se abater as naves inimigas é tarefa não muito complicada, o mesmo já não se pode dizer dos obstáculos de cada planeta. A começar por um sistema de minas, em número de 3 ou 4 por nível, e que sempre que passamos ao seu largo, se não formos à velocidade máxima, envia-nos um míssil a que muito dificilmente conseguimos escapar. O problema é que indo à velocidade máxima, necessitamos de reflexos ultra rápidos para nos desviarmos dos muitos obstáculos que povoam cada cenário. E em alguns locais temos mesmo que rodar lateralmente a nave 90 graus, doura forma não existe espaço para passarmos o obstáculo em segurança.


No entanto, Uridium tem alguns pontos desfavoráveis e que o impedem de ter uma classificação mais elevada. A primeira é a sua jogabilidade, que diminuí bastante por força de não ter teclas redefiníveis (e as dadas por defeito serem tudo menos confortáveis, à semelhança do que acontecia nos jogos da Ultimate), mas também pelo elevado grau de dificuldade, que logo à partida vai desincentivar muitos de persistirem. Por outro lado, sendo Uridium monocromático e os obstáculos muito semelhantes ao longo dos níveis, também isso faz com que alguns jogadores desmotivem e não tentem passar para os níveis mais avançados. E o que é uma pena, pois para quem persistir, será recompensado com alguns cenários muito bem conseguidos.

Em suma, um jogo que atinge um patamar alto mas que poderia ser ainda melhor, bastando para isso ter tido a possibilidade de redefinir as teclas, por exemplo.

terça-feira, 16 de maio de 2017

Sexto dos objetivos do Spectrum Next atingido


Sexto objectivo alcançado, uma vez que a marca das quinhentas e vinte e cinco mil libras foi ultrapassada. Quer isso dizer que o Spectrum Next passa a ter 1 MB de RAM em vez dos 512 Kb. Aumenta então a capacidade do computador, permitindo desenvolver melhores programas e aplicações.

£525,000 - Never Forget
The base ZX Spectrum Next now has 1Mb of RAM across all pledges. As simple as that! More memory, more cool stuff to do with it!

segunda-feira, 15 de maio de 2017

ZX Spectrum Basic Game Jam


Para aqueles que possuem dotes de programadores, e para celebrar o trigésimo quinto aniversário do ZX Spectrum, bem como o novo Spectrum Next (ultimamente todas as notícias parecem estar relacionado com este novo computador), têm até 13 de Junho a possibilidade de participar num concurso. Para isso apenas têm que criar um jogo em Basic com as seguintes tipologias
  • Arcada / plataformas
  • Aventura (texto ou gráfica)
  • Estratégia / gestão
Algumas regras:
  • Apenas escrito em Basic (código máquina não é permitido)
  • Preferencialmente deverá ter entre 100 e 500 linhas de código
  • Formato .tap, .z80 ou .sna
Mais informações aqui.

domingo, 14 de maio de 2017

ZXBaremulator


Os espanhóis continuam em alta em tudo o que esteja relacionado com a cena dos 8 bits. José Luis Sánchez colocou agora no mercado o primeiro emulador completo para o Raspeberry Pi que não necessita de sistema operativo de apoio (carrega automaticamente).

Algumas funcionalidades:

  • Suporta todos os modelos Raspberry Pi (A, B, A+, B+, 2, 3, Zero).
  • Emulação precisa do Z80 e do 48k.
  • Emulação do Kempston através do PS3 DualShock gamepad em USB mode 
  • Carregamento acelerado através de TZX.
  • Emulação do Beeper
  • Suporta o Multiface 128

Mais informações aqui.

Quinto dos objetivos do Spectrum Next atingido


E os criadores do Spectrum Next voltaram a surpreender e como forma de aumentar as vendas do computador, contemplaram mais dois objectivos intermédios. A marca mítica das quinhentas mil libras foi agora ultrapassada, pelo que os backers terão direito a receber um novo jogo da série Dizzy, da autoria dos Oliver Twins e da restante equipa que ainda recentemente foi responsável pelo remake de Crrystal Kingdom Dizzy (sério candidato a jogo do ano).

£500,000 - Make Me Dizzy!
A whole new game in the celebrated Dizzy series made exclusively for the Spectrum Next, directed by the Oliver Twins themselves and developed by Dmitri & the Crystal Kingdom Dizzy Spectrum remake team, free to all backers! Learn more about the game, credits and a video by the Oliver Twins below.

sábado, 13 de maio de 2017

Nova aventura de Dizzy a caminho


E é um dado quase adquirido que teremos uma nova aventura de Dizzy a caminho. Isto porque os criadores do Spectrum Next encetaram uma parceria com os Oliver Twins e restante equipa responsável pelo recente remake de Crystal Kingdom Dizzy e se a marca das quinhentas mil libras for alcançada (talvez ainda este fim-de-semana tenhamos boas notícias), os backers terão direito a receber esta nova aventura.

Não param assim de aumentar as razões para apostarem neste projecto, até porque não existem garantias que o Spectrum Next fique depois disponível através da venda a retalho.

Poderão aqui ver os desenvolvimentos mais recentes da campanha de crowdfunding assim como o vídeo promocional.

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Quarto dos objetivos do Spectrum Next atingido


Como forma de impulsionar o crowdfunding do Spectrum Next, os seus criadores resolveram adicionar um novo objectivo intermédio (e baixar o patamar dos dois últimos). Assim, o financiamento ultrapassou a fasquia das 475 mil libras, tendo agora os backers direito a uma cópia digital do remake do jogo Rex, implementado exclusivamente para o Next.

£475,000 - REX Next
Jas Austin's classic game re-imagined for the Next: not a remake of the original, but a follow-up title showing what the Next is capable of. Free digital copy for every backer of every tier.

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Digital Integration


A Digital Integration foi uma software house britânica especializada em simuladores, apresentando alguns jogos pioneiros, nomeadamente o primeiro simulador de voo verdadeiramente realista (Fighter Pilot), um simulador de motociclismo, TT Racer, que tinha a particularidade de colocar até 16 jogadores ao mesmo tempo (para isso era necessário a conexão via Interface One), e um simulador de trenós de corrida, Bobsleigh.

Não são muitos os jogos no seu catálogo do Spectrum, mas são de molde a conceder-lhe uma aura de respeito e de qualidade, que de resto foi também devidamente recompensado com boas reviews nas revistas da especialidade.

Jogos recomendados por Planeta Sinclair: Fighter Pilot, Bobsleigh, ATF, F16 Combat Pilot

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Mapa para Foggy´s Quest

John Blythe, o criador de Foggy's Quest, cuja review passou por Planeta Sinclair em Fevereiro deste ano (pode aqui ser visualizada), presenteou-nos agora com o mapa deste excelente jogo. Uma boa ajuda para quem pretende chegar ao fim.

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Jubbles


Nome: Jubbles
Editora: NA
Autor: Jonathan Cauldwell
Ano de lançamento: 2017
Género: Acção
Teclas: Redefiníveis
Joystick: Kempston, Sinclair
Número de jogadores: 1

Jonathan Cauldwell é nome por demais conhecido da cena Spectrum. Apesar de ter começado a programar apenas em finais dos anos 80, ainda conseguiu lançar alguns jogos através das revistas da época (Your Sinclair, Sinclair User e Crash), não tendo parado desde ai e lançando pérolas como a saga Egghead ou Encyclopaedia Galactica. Além disso é o célebre autor dos Shoot-Em-Up-Designer, Platform Game Designer e Arcade Game Designer, este último que tantos e tão bons jogos tem permitido criar ultimamente.

E a provar que os jogos mais simples nem por isso são piores, apareceu por estes dias Jubbles. E o conceito é tão simples que até admira como ninguém pensou nisto antes. A nossa tarefa consiste apenas em ligar ou desligar seis ventoinhas que permitem movimentar as bolhas que vão surgindo do lado esquerdo do ecrã, tentando atingir as bandeiras amarelas. No entanto, pelo meio vão aparecendo obstáculos, alguns imóveis, outros nem por isso, que dificultam a nossa tarefa. Quando a barra de energia se esgota, o jogo termina e cuidado, pois apenas temos uma vida.


No final de cada cinco níveis temos direito a uma rodada de bónus. Assim, durante alguns segundos temos que acertar nas bolhas que vão subindo no ecrã, permitindo aumentar a nossa pontuação. Findo o tempo dado, seguem-se mais cinco níveis como os anteriores, mas agora com dificuldade acrescida, traduzindo-se em mais obstáculos à frente das bandeiras.


Os gráficos são também do mais básico que existe, no entanto o som é uma boa surpresa, com uma melodia muito bem concebida ao longo de todo o jogo. Depois, este está tão bem implementado que dá sempre vontade de a ele voltar para tentar progredir mais um pouco.

Quem estiver interessado poderá vir aqui descarrega-lo.

domingo, 7 de maio de 2017

Terceiro dos objetivos do Spectrum Next atingido


E continua de vento em popa a campanha de crowdfunding do Spectrum Next. O terceiro dos objectivos acaba de ser atingido, o que quer dizer que o computador passa a ter slots para os chips de memória e para o WiFi, não sendo necessário soldar para se expandir as suas capacidades, ou tão somente substituir peças defeituosas.

£450,000 - Expand Me Easy
The Next gets sockets for the extra memory, making it as easy as slotting in a memory chip in order to expand its RAM, no more soldering involved. The WiFi also gets a slot, removing the need for soldering too. 

sábado, 6 de maio de 2017

Harry the Magical


Nome: Harry the Magical
Editora: C.M. Gilles
Autor: C.M. Gilles
Ano de lançamento: 2005
Género: Aventura
Teclas: Não redefiníveis
Joystick: Não
Número de jogadores: 1

Harry the Magical é um obscuro jogo alemão inspirado na saga do Harry Potter e que deu origem a duas sequelas (igualmente obscuras). Aliás, neste jogo tudo é muito esotérico, a começar pelas instruções, que apenas dizem que temos que encontrar 2 amigos do personagem, h e r, passando pelo ecrã de abertura, que incluí uma opção para redefinir as teclas, mas que não funciona, ao próprio desenrolar da acção, em que nos limitamos a deambular pelos cenários sem fazermos a mínima ideia de onde queremos ir.

Supostamente teremos que correr um cenário meio medieval e fantástico à procura dos nossos amigos, tendo o jogo algumas semelhanças com Wanderers, de Sam Style, mas apenas na ideia, pois em tudo o resto fica a perder relativamente a esse.


Tudo aqui é mau e é um verdadeiro tormento tentarmos perceber o que temos a fazer. O scroll é terrível, com longas pausas entre cenários, os gráficos monótonos, o som inexistente, e tudo isto contribui para uma experiência nada satisfatória e que de modo algum incentiva a pegar nas sequelas, que, consta, são tão más como este jogo. Carregá-lo é pura perda de tempo.

quinta-feira, 4 de maio de 2017

The Treasure of Lumos


Mário Viegas é uma pessoa muito experiente nestas lides do Spectrum e resolveu pegar na review que fizemos a The Treasure of Lumos e criar um vídeo com o walktrough. E podemos dizer que o resultado ficou brilhante, criando expectativas para uma futura colaboração em outras reviews do género. Convidamo-vos assim a visualizar o vídeo acima.

Leviathan


Nome: Leviathan
Editora: English Software
Autor: Gareth J. Briggs, Mark Kelly, Lee Crawley, David Whittaker
Ano de lançamento: 1987
Género: Shoot'em'up
Teclas: Não redefiníveis
Joystick: Kempston, Interface Two
Número de jogadores: 1

Leviathan prometia muito quando os anúncios começaram a aparecer nas revistas da especialidade. De facto, os screenshots que foram disponibilizados pareciam mostrar estarmos perante um shoot'em'up inovador, inspirado em clássicos como Zaxxon ou Uridium. E nem o facto de estarmos perante uma nova editora no mercado resfriou esse entusiasmo. No entanto, quando Leviathan foi lançado, rapidamente a desilusão tomou conta das pessoas. E também foi o canto do cisne da editora, que nunca mais editou jogo algum para o Spectrum.

O que aqui temos é o que acontece quando existe uma boa ideia, a apresentação do produto até é jeitosa, mas a implementação é tão má que deita tudo a perder. De facto, os gráficos de fundo até são interessantes, com três tipos de cenários, correspondente a três níveis de dificuldade: Lua, Cidade é Grécia (???). Os mesmos, além da própria temática associada, destingem-se também pela quantidade de obstáculos que apresentam, definindo assim o nível de dificuldade de cada um. Mas ter cenários e a nave da mesma cor leva a que aconteça o que se esperava, que esta se torne invisível no meio do cenário e que torne o programa injogável (ou muito perto disso).


Outro ponto extremamente negativo de Leviathan é a impossibilidade de redefinir as teclas. É que aquelas que nos são dadas por defeito fazem lembrar as de alguns programas da Ultimate e que conseguem arruinar o prazer que pudéssemos eventualmente ter com o jogo. Só por isso merece nota negativa.

De resto temos as habituais tarefas nos habituais shoot'em'ups: atirar em tudo o que se mexa e chegar ao fim do cenário, normalmente num tempo limite que parece sempre muito curto (não é aqui o caso). E se lhe apanharmos o jeito e nos ajeitarmos com o joystick (já que com as teclas pré-definidas e impossível), até se consegue retirar alguma diversão de Leviathan. No entanto, a sensação é que com um bocadinho de bom senso por parte dos programadores e pequenas afinações, estaríamos perante um jogo muito melhor.

terça-feira, 2 de maio de 2017

The Treasure of Lumos (O Tesouro de Lumos)


Nome: The Treasure of Lumos (O Tesouro de Lumos)
Editora: NA
Autor: Jaime Grilo
Ano de lançamento: 2017
Género: Plataformas
Teclas: Não redefiníveis
Joystick: Não
Número de jogadores: 1

No meio de tantos jogos novos que apareceram nos últimos tempo não podia faltar o produto tuga. E apareceu pela mão de Jaime Grilo, que se estreou nestas andanças com The Treasure of Lumos, ou O Tesouro de Lumos, se preferirem a versão portuguesa. Optámos pela inglesa, mas a única diferença, julgamos nós, está mesmo na tradução. Optámos também pela versão 2, que afinou o sistema de colisão relativamente à versão prévia.

Estamos então perante um típico jogo de plataformas que vai buscar a sua inspiração a Matthew Smith e aos célebres Manic Miner e Jet Set Willy. Neste caso o nosso herói não tem ainda nome ou profissão definida, mas a missão é semelhante: recolher todos os objectos e tesouros que ficaram escondidos na gruta de Lumos. São quarenta os que se encontram por lá espalhados, mas se recolherem apenas trinta e cinco já cumprem com a missão, se bem que a vossa pontuação sofra com isso.


A seu favor, Treasure of Lumos possuí uma boa jogabilidade e consegue manter o interesse, pelo menos até chegarmos ao seu final. O sistema de colisão parece agora adequado, aspecto fundamental em jogos deste género nos quais a precisão dos movimentos é ponto fulcral. Os gráficos são simples, semelhantes a muitos jogos do género do início da era do Spectrum, mas perfeitamente funcionais.

Mas também possuí alguns aspectos a melhorar, o que não é de estranhar, dado ser o primeiro trabalho de Jaime Grilo. Em primeiro lugar e aquela que nos parece a maior pecha é o nível de dificuldade, que é muito pouco elevado. Não sendo o jogo muito comprido (terá à volta de quinze ecrãs) e com cinco vidas iniciais à nossa disposição, muito rapidamente chegamos ao seu final. E depois dificilmente lhe voltamos a pegar.

Outro aspecto que no nosso entender tem margem para melhorar será o som. Seria agradável ter uma musiquinha para nos alegrar enquanto recolhemos os tesouros. No fórum ZX Spectrum da Arrecadação poderá haver elementos tarimbados nestas andanças que se ofereçam para ajudar nesta tarefa.

De qualquer modo, para primeiro trabalho Jaime Grilo está de parabéns e esperemos que mais jogos venham a caminho.

Podem aqui descarregar a versão inglesa ou se preferirem a portuguesa, venham aqui.

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Principais novidades de Maio de 1982

Há 35 anos atrás, as principais novidades foram:
  • Apesar do Zx Spectrum ter sido lançado oficialmente uns dias antes, o ZX 81 continua a ser rei e senhor das vendas, aproximando-se das 400 mil unidades vendidas.
  • O ZX Spectrum (ou ZX 82, nome como era conhecido antes do seu lançamento) tem um preço aproximado de mercado de £ 175 para a versão 48 K e £ 125 para a 16 K e por essa altura a Sinclair procurava ainda um distribuidor.
  • Não havendo ainda no mercado programas específicos para o ZX Spectrum, são os jogos do ZX 81 que vão inundando o mercado, muitos deles conversões das máquinas de arcada. Mas surgem também alguns que futuramente seriam adaptados com bastante sucesso ao Spectrum, como é o caso de Dictator ou Football Manager. 

  • A Sinclair anuncia que vai fazer durante 4 anos um investimento de 5 milhões de libras numa TV de bolso.