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terça-feira, 19 de março de 2019
Saiu a versão final de Return to Holy Tower
Já tínhamos experimentado o jogo há cerca de ano e meio e inclusive feito a review, mas foi hoje lançada a versão final. Ainda não tivemos oportunidade de ver em detalhe se existem alterações de monta relativamente à versão de 2017. Numa primeira análise, não parece haver grandes diferenças, mas teremos oportunidade de nos próximos dias experimentar com mais atenção.
De qualquer forma, quem não adquiriu o jogo em 2017, tem agora oportunidade de o vir aqui descarregar gratuitamente, no entanto é importante não se esquecerem que Return to Holy Tower é destinado ao ZX-Uno. Se utilizarem um emulador, terá que ser compatível com esse formato (ZEsarUX, por exemplo).
quinta-feira, 6 de dezembro de 2018
Computer Spiele Museum's: Museum Guide
Nome: Computer Spiele Museum's: Museum Guide
Editora: NA
Autor: The Mojon Twins
Género: Acção
Ano de lançamento: 2017
Teclas: Não redefiníveis
Joystick: Não
Memória: 48 K
Número de jogadores: 1
Há dois dias apresentámos a review de Clicky Click's Dungeon, na qual entrávamos dentro de uma galeria de arte e através de um mini-jogo íamos vendo as esculturas. E esta obra dos The Mojon Twins, que já saiu há uns meses valentes (passou-nos completamente despercebido), tem um conceito semelhante, embora a vertente lúdica seja aqui bastante mais forte. apenas por isso o avaliemos tal e qual como se de um jogo "vulgar" se tratasse.
Assim, em primeiro lugar deveremos referir que este jogo foi criado para servir de guia ao Computer Spiele Museum, situado em Berlin, e que tal como o nome o dá a entender, é de um museu de computadores e tecnologia que se trata. E o que se pretende aqui é fazer uma visita guiada a esse museu, tendo até um pormenor interessante e não-sexista: podemos escolher uma personagem feminina ou masculina.A ideia é a longo de dezassete ecrãs encontramos seis suportes de informação, perdidos ao longo do museu, e colocá-los nos dispositivos correctos. Podemos assim encontrar um CD, cartuchos e cartridges, e até uma cassete. Estes são facilmente identificáveis, mas caso não os reconheçamos, na imagem ao lado encontram as dicas necessárias para os colocar no local correcto.
Para dificultar um pouco a missão, encontram-se alguns guardas, robôs e até cães, que têm que ser evitados, pois se tocam na nossa personagem, roubam-nos uma vida. Alguns apenas fazem um percurso pré-definido, mas outros andam aleatoriamente pelo ecrã, sendo mais difícil de serem evitados (mas não muito).
Como já perceberam, o jogo, tendo apenas pouco mais de uma dúzia de ecrãs, cinco vidas e cerca de uma dezena de inimigos para negociar, é demasiado fácil. basta dizer que o terminámos em cinco minutos, logo na primeira vez em que o experimentámos. Mas o intuito principal não é o jogo em si, mas a ideia que lhe está subjacente, sendo por isso avaliado como tal.
O jogo foi criado, como é habitual nos The Mojon Twins, através do motor La Churrera (concebido por estes), Mas contém outros pormenores interessantes. Assim, em primeiro lugar, podem jogar directamente através da página do museu. Depois, nessa página existe até a opção de gravarem a sequência de som que será posteriormente lida nos emuladores (ou num computador real, se o pretenderem). Nota máxima para o aspecto inovador da coisa, a fazer lembrar os tempos em que gravávamos programas do Spectrum da rádio (convertia-se a frequência de rádio em videojogos). Além disso, se conseguirem encontrar as três chaves, poderão ganhar um brinde especial do próprio museu. Mas isso não vamos aqui contar do que se trata...
Assim, como jogo não esperem grande profundidade, no entanto, nem que seja pela ideia, merece que se lhe dê uma espreitadela.
domingo, 21 de janeiro de 2018
O mais relevante de 2017 (parte 3)
Finalmente concluímos a análise daquilo que de mais relevante aconteceu durante 2017, com a terceira parte do artigo, que pode aqui ser consultado.
Esperemos ter um 2018 tão bom como foi este último ano.
sábado, 20 de janeiro de 2018
Versão final para Crazy Kong City
Crazy Kong City - Episode 2: Saving Kong foi um jogo que já analisámos há três meses. No entanto só agora foi apresentada a versão definitiva e que entra na competição Zx-Dev Conversions.
Foram feitos alguns melhoramentos à primeira versão, incluindo a inclusão de duas diferentes bandas sonoras da autoria de David Saphier. Podem obter as novas versões, com as duas bandas alternativa em termos de melodias, aqui e aqui.
segunda-feira, 15 de janeiro de 2018
The Dark Hospital
A minha intenção inicialmente era fazer um review a este jogo, mas depois de pensar um pouco, decidi que seria injusto estar a avaliá-lo sem o ter sequer experimentado. Serve por isso este artigo mais como um apelo ao autor para que traduza o seu jogo e o torne mais acessível, de modo a que possamos fazer uma boa análise e também permitir a que um maior público aceda a algo que acho que tem bastante potencial. Para mais, devo dizer que o meu conhecimento da língua espanhola não é muito avançado, daí ter tido alguma dificuldade neste jogo, já que depende muito da compreensão dos textos e da capacidade de escrita na língua espanhola.
Quanto ao jogo em si mesmo, considero essencial que na descrição de uma área num jogo de
texto, estejam claramente indicados os objectos e
que a descrição não seja excessivamente longa, nem se perca em detalhes inúteis
ao avanço do jogo, que foi exactamente o que aconteceu aqui. Não só a linguagem é demasiado complexa (mais se parecendo
com um exercício literário), fazendo com que passasse o tempo todo a olhar para
o dicionário (um verdadeiro teste à minha paciência), como também a descrição
de uma simples sala é tão longa e detalhada, que é difícil perceber o que fazer
ou quais os objectos com os quais interagir. Depois de várias tentativas e de ter tentado usar todos os
objectos da sala, continuei sem conseguir fazer nada e desisti.
Recomendo ao criador do jogo que tente fazer uma versão em inglês para que consiga chegar a uma audiência mais vasta, como já disse, e que simplifique a escrita. Deve ter em conta o limite de linhas de texto que o jogo pode apresentar no ecrã e fazer descrições que não ultrapassem esse limite, de modo a que a qualquer altura possamos consultar quais as saídas disponíveis e os objectos com que podemos interagir.
O que aqui vi foi a utilização de descrições muito longas, o que aliado à impossibilidade de voltar atrás no texto sem termos de ler tudo de novo faz com que rapidamente percamos o fio à meada. Descrever muitos pormenores, utilizar muitos adjectivos, entre outras coisas é adicionar uma complicação desnecessária que considero adequada a um livro, mas não um jogo e acabou por me fazer perder toda a motivação para continuar.
Deixo então esta nota para o autor e esperamos mais tarde ter acesso a uma outra versão melhorada, ficando a promessa de que essa sim será por nós analisada.
domingo, 14 de janeiro de 2018
O mais relevante de 2017 (parte 2)
Depois de na semana passada termos dado conta do que de mais relevante se passou no primeiro semestre de 2017, revelamos agora aquilo que mais nos marcou no terceiro trimestre.
Quem esteve desatento ou quiser relembrar os meses de Julho, Agosto e Setembro, poderá fazê-lo aqui. Algumas das mais importantes novidades do ano aconteceram neste período.
sábado, 13 de janeiro de 2018
Gup
Nome: Gup
Editora: NA
Autor: Joe Burton
Ano de lançamento: 1985/2017
Género: Aventura
Teclas: Redefiníveis
Joystick: Não
Número de jogadores: 1
Já estava na nossa "mesa" há um mês, mas ainda não tínhamos pegado em Gup, talvez porque não se tratasse de um novo jogo na verdadeira acepção da palavra. É que Gup foi criado em 1985 por um estudante de 14 anos, Joe Burton, tendo-se tornado mais tarde reconhecido como programador noutros formatos.
Assim, estamos aqui perante um jogo que se vê que foi feito por um amador (na altura). Embora Burton tenha enviado Gup para uma editora para tentar que fosse publicado, não passou no crivo de qualidade dessa, tendo o jogo ficado na prateleira até agora. E quando o jogamos, compreendemos perfeitamente essa decisão, embora estejam ali alguns toques indicativos de que se trata de alguém com potencial (como depois se confirmou).
Nesta aventura estranha temos que entregar vinte e três garrafas de uma bebida a seres de outro Mundo, qual deles o mais esquisito. Esquisito é também sermos perseguidos por estes, quando aparentemente até lhes estamos a fazer um favor. Mas adiante...
Para fazer com que eles nos deixem de perseguir, temos a possibilidade de colocar cinco tipos de armadilhas (em número limitado), desde cola, a choques eléctricos. Mas isso pouco mais faz do que atrasá-los, e por vezes até reaparecem em locais inconvenientes e que nos bloqueiam o caminho, não restando a nós outra alternativa do que perder um pouco de energia, atravessando à frente deles.
E o jogo resume-se a isso, brincar ao gato e ao rato com estes seres, de vez em quando fazendo a entrega da bebida nos pontos indicados, e deambular por este mundo estranho.
Os gráficos também não ajudam à festa, manifestamente desinteressantes, o que nem é de estranhar, dado ser o primeiro trabalho do autor. Assim, Gup tem interesse enquanto documento histórico, podendo ser descarregado aqui, cortesia da página russa Pixel Perfeito.
quinta-feira, 11 de janeiro de 2018
John Mocowell
Nome:John Mocowell
Editora: NA
Autor: Nekrobyte Studios (Alboran70 e Lord Raptor)
Ano de lançamento: 2017
Género: Aventura gráfica
Teclas: NA
Joystick: NA
Número de jogadores: 1
Analisamos hoje a entrada vencedora (também a última feita para o Spectrum) do Concurso de Aventuras 2017 criado por Radastan para o site Bytemaniacos.
Este jogo foi uma grande surpresa, pois depois da má experiência que tive com El Ataque de los Terneros Cosmicos, não esperava encontrar grande coisa, mas fiquei agradavelmente surpreendido e tenho de dar os parabéns aos criadores pelo excelente trabalho. Há muito tempo que não via uma aventura tão engraçada e bem escrita.
Além da história ser uma excelente paródia dos westerns recheada de todos os elementos típicos, é também acompanhada de bons momentos de humor e gráficos bem desenhados, pecando apenas por ser um pouco básicos e limitado apenas a uma cor.
Este jogo foi uma grande surpresa, pois depois da má experiência que tive com El Ataque de los Terneros Cosmicos, não esperava encontrar grande coisa, mas fiquei agradavelmente surpreendido e tenho de dar os parabéns aos criadores pelo excelente trabalho. Há muito tempo que não via uma aventura tão engraçada e bem escrita.
Além da história ser uma excelente paródia dos westerns recheada de todos os elementos típicos, é também acompanhada de bons momentos de humor e gráficos bem desenhados, pecando apenas por ser um pouco básicos e limitado apenas a uma cor.
Esta sim, é uma verdadeira choose your own adventure. Os autores, mesmo sem saber, conseguiram evitar os erros da outra entrada no concurso que já analisei, pois aqui existem vários caminhos que se interligam, a história tem bastantes reviravoltas no enredo, as mortes, na sua maioria, são cómicas e sempre justificadas.
A qualidade da escrita, aliada à possibilidade de podermos a cada game over voltar à altura imediatamente antes da última decisão que tomámos, faz-nos querer voltar ao jogo e explorar todas as hipóteses, algo que recomendo pois algumas são especialmente hilariantes.
Não querendo falar mais para não estragar a experiência, só
tenho a dizer que este é um título verdadeiramente recomendado que faz lembrar as clássicas aventuras de texto repletas de humor dos anos 80. Gostaria
de ver estes autores a melhorar a parte gráfica e expandir a história de modo a que tenha uma maior duração, já que considero que se encontra aqui algo com muito potencial para uma edição física.
Da minha parte, fico à espera de futuras colaborações e deixo mais uma vez os parabéns aos autores pelo bom trabalho e por terem vencido o concurso.
Da minha parte, fico à espera de futuras colaborações e deixo mais uma vez os parabéns aos autores pelo bom trabalho e por terem vencido o concurso.
segunda-feira, 8 de janeiro de 2018
Stepping Stones
Nome: Stepping Stones
Editora: NA
Autor: Emiel de Graaf & SinDiKat
Ano de lançamento: 2017
Género: Puzzle
Teclas: Não redefiníveis
Joystick: Não
Número de jogadores: 1
Do autor de Game About Squares chega agora, embora tenha sido finalizado em 2017, um novo puzzle, Stepping Stones, com muitas semelhanças com o primeiro.
A ideia é chegar do ponto A ao ponto B. Para isso estão dispostas no tabuleiro várias peças, que quando activadas, criam um trilho com um número de casas igual à sua numeração. Esta vai decrescendo à medida que vai dispondo casas no tabuleiro. Quando o trilho cruza um outro já criado, salta por cima desse, mantendo o número de casas. E este é o truque para conseguirem atingir o ponto B, pois existe uma, e uma única forma de completar cada um dos 16 níveis do jogo.
Exemplificando: no ecrã abaixo à esquerda temos a situação inicial. No ecrã da direita o nível resolvido da única forma possível. Para isso tiveram que movimentar as peças pela ordem e na direcção certa, doutra forma não conseguiam atingir o objectivo.
Os gráficos são do mais básico que existe, mas funcionais, e a melodia que acompanha a versão 128 K muito semelhante à que já existia no Game About Squares. Engraçada, mas às páginas tantas terão que a desligar (tecla "s"), doutra forma não conseguem concentra-se. E este é daqueles puzzles que requerem bastante concentração.
Sempre que completam um nível é-vos dado um código para que da próxima vez não tenham que recomeçar do início. E se não deitarem abaixo o jogo, têm sempre a oportunidade de voltar a qualquer um dos níveis que já completaram.
É um puzzle básico, mas que se joga com muito prazer, podendo aqui ser descarregado gratuitamente.
domingo, 7 de janeiro de 2018
O mais relevante de 2017 (parte 1)
Planeta Sinclair, ao longo de 2017, começou a colaborar com vários parceiros e amigos, tendo um deles sido a Leak, além de ter angariado novos colaboradores. Até porque as novidades começam a ser muitas e o tempo é escasso.
Estando também na altura de balanço, resolvemos revisitar aquilo que fomos colocando no blogue ao longo do ano transacto e fazer um pequeno resumo, para que quem não tenha acompanhado regularmente a cena Spectrum, possa inteirar-se do que mais relevante se passou.
Convidamos-vos assim a visitarem a primeira parte deste resumo aqui.
Pink Pills - Manic Moritz and the Meds
Sebastian Braunert disponibilizou há cerca de uma semana a versão final de Moritz, intitulada Pink Pills - Manic Moritz and the Meds. Ao longo dos últimos meses foi melhorando-o gradualmente, pedindo sempre a opinião a alguns utilizadores, o que levou a que a jogabilidade aumentasse substancialmente, relativamente à primeira versão.
Já tínhamos gostado bastante da versão 128 K, e esta, embora ainda não tenhamos chegado ao fim, parece-nos ainda melhor. E depois, com uma banda sonora deste calibre, é obrigatório ir buscar esta versão. Podem fazê-lo aqui.
Foi também com muita satisfação que o autor nos confidenciou que Moritz (o verdadeiro), tem vindo a melhorar, depois de um período bastante complicado. Decerto estará orgulhos deste jogo. E vão-se mantendo atentos, pois na calha estará um novo jogo para breve...
sábado, 6 de janeiro de 2018
Crash 2018 Annual
Nome: Crash 2018 Annual
Editora: Fusion Retro Books
Autor: Chris Wilkins
Ano de lançamento: 2017
Durante quase uma dezena de anos a revista Crash, juntamente com a Your Spectrum / Your Sinclair e a Sinclair User, dominou o mercado britânico (e não só) no que diz respeito a publicações relacionadas com o Spectrum. Algumas delas tinham também o hábito de lançar um anuário com o que de melhor tinha acontecido ao longo do ano ou temas que não foram cabendo nas revistas mensais. E vinte e cinco anos depois da última revista Crash, eis que um novo número é lançado, graças aos esforços de Chris Wilkins, que já nos deu outros livros muito interessantes, entre os quais The Little Book of ZX Spectrum e The Story of the ZX Spectrum in Pixels (vol 1, 2 e 3).
O que vão encontrar neste anuário é exactamente aquilo que foi anunciado na campanha Kickstarter, que tão bem-sucedida foi. E ainda bem, pois vieram alguns brindes adicionais, sendo o nosso preferido o mapa de Pentagram desenhado pelo mítico Oliver Frey. Aliás, o que mais encontram no anuário são referências a este artista gráfico e que por si só vale a sua aquisição.
As reviews (que tanto apreciamos), também aqui têm lugar de destaque. São às dezenas e cobrem os últimos sete anos. Mas se este é um dos aspectos que mais apreciamos, também aqui residem, no nosso entender, os dois únicos pontos que poderão ser melhorados. Por um lado foram poucos os jogos seleccionados de 2017 comparativamente ao resto dos anos. Sendo que se trata do anuário de 2018, pela lógica 2017 deveria ser o ano predominante. Ainda mais quando durante esse ano saiu mais de uma centena de jogos, alguns de elevada qualidade, e mesmo sabendo que o anuário começou a ser preparado em meados do ano, já havia indicações fortes que um jogo como o The Sword of Ianna, por exemplo, estaria eminente (pelo menos deveria aparecer na rubrica das previews). Mas a sensação que se fica é que o mercado ibérico (Portugal e Espanha) não conta para os britânicos. Por outro lado, o esquema de pontuação dos jogos também não é consistente. Dizer que se deve evitar um jogo e dar-lhe uma pontuação entre 70% e 79% não nos parece muito lógico.
No entanto, os pontos positivos superam em muito os negativos. Assim, a estrutura está bem organizada, os textos bem escritos e com temas muito pertinentes (gostámos especialmente do artigo sobre o Spectrum Next, que no fundo representa o futuro do panorama). E graficamente está um espanto, talvez o melhor que já vimos sair da mente criativa de Chris Wilkins.
Deixamos apenas mais uma sugestão para o autor: os jogos de estratégia / gestão também representam um nicho muito interessante e a merecer tanto ou mais destaque que os jogos de aventura. Não é à toa que Laser Squad e Formula One estejam justamente nas escolhas dos melhores jogos de sempre desta plataforma. Assim, porque não aumentar (ainda mais) o destaque para este género, que diga-se, não foi esquecido no anuário? Por outro lado, adorámos ver o Johnny Reb II ser considerado um dos melhores jogos do género, jogo pelo qual temos um carinho muito especial.
Em resumo, damos nota máxima a este anuário, não só porque estamos ávidos de publicações do género, mas porque realmente tem uma qualidade extraordinária. Quem não o fez durante a campanha de crowdunding, pode agora adquirir o mesmo por £15 aqui.
Juggle
Lembram-se das máquinas Game & Watch que apareceram no início dos anos 80, com jogos electrónicos extremamente simples, muitos dos quais apenas tínhamos que movimentar o boneco para a esquerda ou direita? Foi precisamente isso que SFG recriou em Juggle.
Não se pode assim considerar Juggle como um jogo, na verdadeira acepção da palavra, antes uma brincadeira de programação, a fazer lembrar o recente Advanced Cracker Simulator. Daí que não seja objecto de uma review completa, mas, de qualquer forma, não queríamos deixar de vos dar a conhecer esta ideia, que pode aqui ser descarregada, e quem sabe, os entendidos na matéria não poderão pegar no código (fornecido pelo autor) e vir a fazer disto um verdadeiro jogo.
sexta-feira, 5 de janeiro de 2018
El Ataque de los Terneros Cosmicos
Nome: El Ataque de los Terneros Cosmicos
Editora: NA
Autor: na_th_an e Anjuel
Ano de lançamento: 2017
Género: Aventura de texto
Teclas: Não redefiníveis
Joystick: N/A
Número de jogadores: 1
Vamos iniciar esta série de reviews a aventuras gráficas e de texto espanholas por aquele que para mim considerei o pior, El
Ataque de los Terneros Cosmicos.
Foi criado por Anjuel, com programação de na_th_an para o Concurso de Aventura 2017, em que se pretendia que os participantes criassem uma "Choose your own Adventure" ao estilo das Aventuras Fantásticas editadas em Portugal pela Verbo, mas num formato digital, com a obrigação de o terem de fazer para um computador de 8-bits ou inferior ou um PC CGA com DOS, e nunca superior.
A história é muito bizarra e conta a origem dos Mojon Twins, segundo uma entrevista que deram ao El Mundo de Spectrum, em que numa gelada noite do verão de 1916, Thomas Urbhes dirigiu-se ao frigorífico para tomar um Nesquick antes de dormir. De repente, uma luz saiu da embalagem de leite e um holograma projectou-se em cima do lava-louças. Tratava-se de Vah-ka, o líder dos Vitelos Cósmicos que lhe ordenou que escrevesse "El Ataque de los Terneros Cósmicos" e mais não conto, apesar de já estar aqui mais de metade da história.
Quanto ao jogo em si, para começar não temos qualquer imagem para além do screen inicial. Além disso, o texto é mínimo e desinteressante, e para piorar as coisas, tendo em conta que isto é um choose your own adventure, deveria ter vários caminhos que se interligassem e proporcionassem uma experiência interessante. Na verdade, o que acontece é que de duas opções, apenas uma é a correta que nos permite avançar, e a outra (quase sempre) leva-nos a morrer, muitas vezes sem explicação.
Foi criado por Anjuel, com programação de na_th_an para o Concurso de Aventura 2017, em que se pretendia que os participantes criassem uma "Choose your own Adventure" ao estilo das Aventuras Fantásticas editadas em Portugal pela Verbo, mas num formato digital, com a obrigação de o terem de fazer para um computador de 8-bits ou inferior ou um PC CGA com DOS, e nunca superior.
A história é muito bizarra e conta a origem dos Mojon Twins, segundo uma entrevista que deram ao El Mundo de Spectrum, em que numa gelada noite do verão de 1916, Thomas Urbhes dirigiu-se ao frigorífico para tomar um Nesquick antes de dormir. De repente, uma luz saiu da embalagem de leite e um holograma projectou-se em cima do lava-louças. Tratava-se de Vah-ka, o líder dos Vitelos Cósmicos que lhe ordenou que escrevesse "El Ataque de los Terneros Cósmicos" e mais não conto, apesar de já estar aqui mais de metade da história.
Quanto ao jogo em si, para começar não temos qualquer imagem para além do screen inicial. Além disso, o texto é mínimo e desinteressante, e para piorar as coisas, tendo em conta que isto é um choose your own adventure, deveria ter vários caminhos que se interligassem e proporcionassem uma experiência interessante. Na verdade, o que acontece é que de duas opções, apenas uma é a correta que nos permite avançar, e a outra (quase sempre) leva-nos a morrer, muitas vezes sem explicação.
O jogo tenta ser engraçado mas cai no ridículo, as piadas
são muito fracas e a história não tem pés nem cabeça, parece mais uma
brincadeira que um jogo enviado para um concurso. Enfim, mesmo depois de falhar algumas vezes, cheguei ao
final em cinco minutos. É verdade, é mesmo curto e depois de chegar a sensivelmente metade do mesmo deixa sequer de haver escolha e apenas temos a opção de continuar ou morrer.
Depois desta experiência, esperaríamos que o final fosse minimamente interessante ou tivesse algum
twist mas não, acabamos por ter o final já esperado, ou seja, o jogo é sobre a fundação dos Mojon Twins, e é isso que acontece no final.
Não recomendo de todo, mas para quem queira experimentar e tirar as suas próprias conclusões, deixo aqui o link.
quarta-feira, 3 de janeiro de 2018
Wunderwaffe
Nome: Wunderwaffe
Editora: NA
Autor: Rafal Miazga
Ano de lançamento: 2017
Género: Acção
Teclas: Não redefiníveis
Joystick: Kempston, Sinclair
Número de jogadores: 1
Com o aproximar-se do fim do prazo da competição ZX-Dev Conversions, começam a surgir em catadupa os jogos a concurso. O mais recente é da autoria de Rafal Miazga (Ralf, para os amigos), sendo inspirado num jogo para o Atari 8, Hans Kloss, e que por sua vez é inspirada numa série polaca, que foi também adaptação de um filme soviético. De ficar sem fôlego, não é?
Wunderwaffe remete-nos para o ambiente do Terceiro Reich. Estamos em 1944, no final da II Grande Guerra, com a Alemanha prestes a perdê-la. A única esperança de haver um volte-face é obterem novas armas de destruição maciça a serem operadas à distância, as Wunderwaffe (super-armas). A nossa missão, como agente aliado disfarçado, é infiltrarmos-nos nas montanhas dos Sudetos, local da base nazi subterrânea onde estão a ser testadas estas novas armas e obter os documentos relativos a elas e que permitirão depois combatê-las.
Temos assim que encontrar as oito partes de um documento que descreve um foguete experimental e regressar à porta de saída. Para o evitar, os nazis deixaram uma série de guardas e sentinelas, assim como tanques e robôs, que temos que eliminar, ou preferencialmente evitar. Isto porque existe um tempo muito curto para completarmos a nossa missão, e as balas são contadas.
Em termos de mecânica de jogo, faz-nos muito lembrar Dan Dare ou até Joe Blade. Temos que explorar toda a base para encontrar os documentos, mas também ir procurando as chaves que permitem abrir portas que nos levam a novas salas. A porta para a saída só se abrirá quando tivermos connosco as oito partes do documento.
Apesar do sistema de colisão até nos ser favorável, permitindo alguma margem de manobra sempre que saltamos por cima dos nossos inimigos, o jogo é extremamente difícil e rapidamente vemos a nossa energia desaparecer. Isto apesar de a podermos recarregar em alguns pontos, mas que são em número claramente insuficiente. No entanto Wunderwaffle tem também aquele toque de vamos lá tentar mais uma vez e ver se conseguimos agora chegar mais longe. É que apesar das dificuldades, como os inimigos seguem um padrão regular, vamos aos poucos memorizando a melhor forma de os ultrapassar.
Graficamente está interessante, muito colorido, com o inevitável colour clash, mas já há muito que deixámos de ter preconceitos com esta vertente, que a nosso ver até dá algum carisma aos jogos feitos para o Spectrum. Já a música, apesar de bem conseguida, ao final de algum tempo convida-nos a baixar o som.
Assim, no cômputo geral parece-nos um jogo que vai manter o interesse por bastante tempo e será mais um sério candidato a vencer o concurso. Aguardemos agora pelas próximas conversões dos restantes candidatos que ainda não finalizaram os seus jogos, pois já vimos alguns vídeos que nos deixaram com água na boca.
Poderão aqui descarregar Wunderwaffe e as respectivas instruções.
Piramida 2
Nome: Piramida 2
Editora: SG software
Autor: Sergey Gordeev
Ano de lançamento: 2017
Género:Puzzle
Teclas: Não redefiníveis
Joystick: Não
Número de jogadores: 1
Piramida 2 (tradução do russo Пирамида 2), é um upgrade de um jogo lançado em 2000. Não o conhecíamos sequer, mas graças ao blogue russo Pixel Perfeito aproveitámos agora a oportunidade para experimentar mais um puzzle vindo daquele país (origem do muito querido Tetris).
A ideia até é interessante. Temos um conjunto de blocos numerados, que se somados dois a dois e derem o total de 12, desaparecem do tabuleiro. E quando estes desaparecem, são revelados os números dos blocos adjacentes que ficam libertos, e que permitem continuar (ou não), a tirar novos blocos. A numeração vai de 0 a 12, e de cada vez que conseguem tirar dois blocos, o vosso score aumenta. Quando libertarem então todos os blocos do tabuleiro, avançam para novo nível, igual ao anterior (pelo menos até ao nível 6 ou 7 foi assim, ainda não avançamos mais do que isso pois o tempo é escasso).
À partida, apesar de ter um conceito básico, gráficos igualmente básicos (mas funcionais), mas tendo uma ideia engraçada, poderia ser o garante de mais um excelente jogo. Mas este tem uma falha que faz com que muitos desmotivem e não insistam nele. É que apesar do tabuleiro ter vinte e oito peças, e haver exactamente os pares suficientes que permitem somar 12 pontos, fazendo desaparecer todos os blocos, muitas vezes o arranjo inicial do tabuleiro (tal como numa paciência real), não permite tirar todos os blocos, ficando algumas peças bloqueadas e não havendo alternativa a não ser carregar na tecla "E" para recomeçar, perdendo-se uma vida. É o que se passa com o tabuleiro que se pode ver na imagem acima, que não é solucionável. E bastaria um algoritmo para se evitar esta situação...
De qualquer forma, não pensem que estamos perante um mau jogo, mesmo com a referida falha. Vale a pena ir buscar Piramida 2 ao referido blogue russo (podem aceder aqui), pois têm entretenimento garantido por algum tempo.
segunda-feira, 1 de janeiro de 2018
Lost in My Spectrum v2.0
Nome: Lost in My Spectrum v2.0
Editora: NA
Autor: Alessandro Grussu
Ano de lançamento: 2012/2017
Género: Plataformas
Teclas: Redefiníveis
Joystick: Kempston, Sinclair
Número de jogadores: 1
Lost in My Spectrum foi o primeiro jogo de Alessandro Grussu, tendo sido lançado já no distante ano de 2012. Mas como este profícuo programador até tinha um tempo livre e já não colocava nada cá para fora há cerca de dois meses (desde o muito feliz Sophia), achou que estava na hora de nos presentear com mais qualquer coisa. E em boa hora o fez, pois esta segunda versão de um jogo que já achávamos agradável, traz agora melhoramentos substancias relativamente à versão original.
Para quem não jogou a primeira versão, estamos perante um típico jogo de plataformas, ao bom estilo de Manic Miner e Jet Set Willy (que também empresta a sua melodia, assim como os próprios Monty Python). Aliás, a música está muito bem escolhida, pois como existe um tempo limite para se completar cada nível, não temos tempo sequer para pensar, e as faixas escolhidas ajudam a criar este clima de tensão e urgência que se sente em todo o jogo. Todo o conceito de Lost in My Spectrum faz-nos lembrar muito Moritz (ou ao contrário), e que também muito recentemente teve uma nova versão.
De saudar também mais uma vez termos uma versão traduzida para português, neste caso até pelo próprio programador, que dá uns "toques" na nossa língua. Mas a provar que o nosso mercado (e o brasileiro), começa a ser interessante. E é um verdadeiro mimo ver os níveis traduzidos para a nossa língua (em cima a sala Joysticks Malucos)
Ainda relativamente a esta nova versão, podem agora contar com 10 novos ecrãs (o jogo encontra-se dividido em 3 níveis com 10 ecrãs, cada, e que podem ser acedidos através de um código, bastante útil para quem não quer começar de início a toda a hora, já que as nove vidas inicialmente concedidas esgotam-se num ápice). Mas além disso, os restantes 20 que já existiam no original sofreram também melhoramentos e em geral o nível de dificuldade subiu. Mas são tantas as novidades que o melhor mesmo é consultarem o fórum onde o Alessandro disponibilizou o seu jogo - aqui.
Com tanta oferta nos últimos dias, ainda agora vamos no começo de Lost in My Spectrum e suspeitamos que não o iremos conseguir terminar tão cedo. Apesar da jogabilidade ser bastante boa, o movimento do personagem bastante fluido, com pouco ou nenhum colour clash, o facto de termos um tempo limite para cada sala implica desde logo delinear o melhor caminho a fazer para apanhar todos os objectos, doutra forma sendo a morte do artista, que é precisamente o que nos tem acontecido mais (ainda não devemos estar recuperados da passagem-de-ano).
Lost in My Spectrum é gratuito e pode ser obtido no fórum cujo link indicámos acima, pois o actual irá mudar muito brevemente (o jogo original - versão 1 - encontra-se alojado na página do World of Spectrum).
sábado, 30 de dezembro de 2017
ZX Spectrum Diagnostics v0.36
Mais de seis meses depois da versão 0.35, Brendan Alford faz um upgrade a essa versão contendo os seguintes melhoramentos:
New features:
- ROMCheck utility, generates ROM checksums for machines with unknown ROM code
- New ROM sets: Derby 4.02, TK90x/TK95
- If ROM is not recognised and the user doesn't make a machine selection, after 20 seconds the diagnostics assume 48K mode.
- Beeps to indicate test start are accompanied by cycling through all colours in the Border.
- ZX Printer/Timex 2040/Alphacom 32 support - a hard copy of the screen can be obtained from the memory browser, and from a failed RAM test by pressing the H key (if a printer is not connected a warning tone will sound).
- Space saving: string compression using tokenisation
- Fix broken 48K multiplexer test that treated any addressing failure in any upper memory IC as a failure of the IC25 and IC26 chips
Poderão vir aqui descarregar a nova versão, sendo este software fundamental para todos aqueles que ainda mexem com os computadores.
sexta-feira, 29 de dezembro de 2017
Horace and the Robots
Nome: Horace and the Robots
Editora: Reptilia Design
Autor: Steve Snake
Ano de lançamento: 2017
Género: Shoot'em'up
Teclas: Não redefiníveis
Joystick: Kempston, Sinclair
Número de jogadores: 1
O que é que acontece quando juntamos Horace com Berzerk? Horace and the Robots é a resposta...
Esta é a nova proposta para um jogo com a personagem de Horace, à semelhança do que aconteceu no Natal do ano passado (Merry Christmas From Horace). Só que desta vez estamos perante um jogo completamente diferente. Em vez do habitual jogo de plataformas ou de arcada a que estamos habituados com esta personagem, surge um clone de Berzerk, e bastante razoável por sinal.
E para um clone de Berzerk não se podia pedir mais. O que aqui conta não são os gráficos (básicos), nem os cenários (espartanos). O que aqui conta é a rapidez de acção e a IA dos oponentes. Além da fidelidade ao original, e aqui, Horace and the Robots ganha aos pontos a muitas propostas que foram surgindo ao longo dos anos. É que está exactamente como o original de 1980, nem sequer lhe faltando o inimigo saltitão que nos persegue ao final de algum tempo e que nem nos dá tempo para respirar.
Além disso o jogo tem uma nuance engraçada. Se o correrem no 48 K com o Currah Speech activado, irão ter vozes digitalizadas durante o jogo. Um verdadeiro mimo, portanto, a fazer lembrar os primeiros tempos do Spectrum.
Apenas temos pena que com tantas propostas que sairam nos últimos dias, este Horace acabe por passar despercebido no meio do resto do material. É que os shooters vão adorar. Quanto aos restantes, vale a pena dar uma espreitadela, não irão ficar desiludidos. Preparem-se é que os vossos teclados não vão ficar nas melhores condições, dado o ritmo frenético que vos vai ser imposto..
Podem aqui descarregar gratuitamente Horace and the Robots.
quinta-feira, 28 de dezembro de 2017
Jilly´s Farm Volume 1... SokoBAArn
Nome: Jilly´'s Farm Volume 1... SokoBAArn
Editora: NA
Autor: Bob's Stuff
Ano de lançamento: 2017
Género: Puzzle
Teclas: Redefiníveis
Joystick: Kempston, Sinclair
Número de jogadores: 1
Depois de BoxeS, chega-nos um jogo com um conceito muito semelhante. Mas agora, em vez de assumirmos a pele de um candidato a carregador de caixas, somos uma amorosa ovelha que tem que colocar os fardos de palha no local indicado, para que possam depois ser armazenados. Inspira-se no popular jogo Sokoban, como já perceberam (além disso basta olhar para o ecrã de carregamento, pois diz logo tudo).
Bob´'s Stuff, que é como quem diz Bob Smith, já não é novo nestas andanças, tendo sido responsável por dois excelentes jogos no passado, W * H * B e X = Y = Z. Mas com este novo jogo superou tudo o que de bom havia feito até agora. Mas já lá vamos, comecemos pela história desta divertida quinta.
Assim, o fazendeiro Jack aposentou-se, deixando a fazenda de família para a sua filha Jilly. Esta quer manter todo o gado da quinta, isto é, porcos, ovelhas e patos, mas tem ainda que fazer a colheita do feno. Lembra-se então de que como as ovelhas são animais bastante inteligentes, uma delas talvez a possa ajudar. Além disso as ovelhas gostam de ter tudo devidamente arrumado no seu lugar e ajeitam-se a empurrar as coisas, pelo que será o parceiro ideal para a tarefa.
Ao longo dos trinta níveis de SokoBAArn terão desafios muito interessantes, aumentando o seu grau de dificuldade à medida que os vão completando. E não necessitam de os terminar de enfiada, pois de cada vez que completam um nível, é-vos dado um código que permite continuarem sem terem que voltar ao início.
Mas não satisfeito, Bob Smith adicionou ainda um editor de níveis. Ou seja, quando completarem o jogo, e irão fazê-lo mais tarde ou mais cedo, pois SokoBAArn é simplesmente viciante, poderão criar os vossos próprios níveis e fazer os vossos amigos usarem as suas células cinzentas, como já dizia Poirot.
Como é fácil de ver, este é um jogo que nos entrou no goto. Extremamente cativante, apresentando desafios aliciantes, gráficos e cenários muito imaginativos, e uma jogabilidade espantosa, fazem deste uma aventura a ir descarregar já e a ansiarmos pelo volume 2. Ainda por cima é gratuito, portanto não há desculpa para não o fazerem.
Podem fazê-lo aqui e se gostarem, podem fazer uma pequena doação ao autor, que bem merece.
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