quarta-feira, 23 de setembro de 2020

Programas de Rui Batista em .tap


Depois de termos disponibilizado pela comunidade as disquetes para FDD com programas do Rui Batista, disponibilizamos agora as versões .tap e que correm no Spectrum. O trabalho de conversão for realizado pelo João Encarnado, permitindo-nos ter assim os mais importantes programas do Rui preservados por forma a que facilmente se consiga ler nos emuladores sem necessidade de grandes configurações. Tenham em atenção que alguns ficheiros têm vários programas lá dentro, outros são trabalhos que necessitam da aplicação base, etc..

Poderão aqui descarregar os programas.

terça-feira, 22 de setembro de 2020

Melkhior´s Mansion para o ZX Spectrum 128K


Podemos garantir que os últimos três meses do ano vão ser recheados de grandes jogos. Estão prometidas verdadeiras bombas vindas do Leste da Europa e também de Espanha (Tokimal sairá apenas em 2021), mas outro dos lançamentos mais aguardados é Melkhior's Mansion, que vai ter versão para o Spectrum Next, mas também para o 128K.

Temos visto com regularidade o desenvolvimento do jogo e podemos assegurar que vai ser um dos candidatos a jogo do ano. 

Poderão ficar aqui a par das novidades.

Para-quedismo (type-in)


Da Mini Micro's número 6, o António Vila Chã digitou mais um dos jogos criados pelo João Carlos Azinhais. O exercício é muito simples, um avião sobrevoa um barco e temos que lançar o nosso pára-quedista, por forma a que este caia nele. É importante não esquecer que se tem que abrir o pára-quedas (senão seria queda livre), e que este, depois de aberto, pode ser movimentado para os lados. Só é pena que o João Azinhais se tenha esquecido de colocar um comando para reiniciar o jogo. Obviamente que o poderíamos fazer, mas optámos por deixar o jogo tal e qual como está na revista.

Poderão aqui descarregar Para-Quedismo.

Manual do Joy II

Recebemos novo lote de cassetes do Fernando Calheiros para testar nos próximos dias. E lá dentro vinha algo tão precioso como qualquer cassete: o manual e certificado de garantia do interface Joy II, da JG Componentes, do Porto. Em tempos, o Fernando também já nos tinha trazido o manual do Joy III.

Poderão aqui descarregar a documentação.

segunda-feira, 21 de setembro de 2020

Starchess (MIA)


Verdadeira pérola, é o que o Luís Rato tem na sua colecção com este Starchess. Não encontrámos sinal dele na Spectrum Computing, apesar de estar referido um jogo de tabuleiro com as características deste como tendo sido criado em 1984 por Duncan Kinnaird. Será o mesmo? Não nos admiraríamos. E o jogo parece ser bastante interessante, sendo uma mistura de jogo de acção, com estratégia. Seguramente iremos experimentar nos próximos tempos.

Entretanto poderão aqui descarregar Starchess, estando na nossa dropbox a capa, bastante artesanal, e atá a etiqueta da cassete.

A História do Computador (Parte 1)


A disquete seguinte recuperada por por Jose Manuel, de El Trastero del Spectrum, com conteúdo pertencente ao espólio de  Rui Miguel Batista, tem um dos programas mais apetecíveis que sabíamos existir: a Historia do Computador, pelo próprio Rui Batista. Informativo, e com muita animação pelo meio, para já apenas encontrámos a primeira parte. Veremos se damos com a segunda disquete.

Poderão aqui descarregar o conteúdo desta disquete.

Saiu Transylvanian Castle

Depois de Liquid War, lançado há pouco mais de 15 dias, Filosoft, isto é, Fito & Siyei já têm nova aventura, Transylvanian Castle, desta vez a remeter para os Cárpatos e para Vlad Tapes. E até tem versão em português, incluindo um manual de nove páginas.

Ainda não tivemos tempo de o experimentar, mas contamos fazer nos próximos dias. Entretanto podem descarregar aqui o jogo e dar uma pequena contribuição aos seus programadores.

domingo, 20 de setembro de 2020

FlappyClive


Nome: FlappyClive
Editora: Furillo Productions
Autor: IADVD & Molomazo
Ano de lançamento: 2020
Género: Aventura
Teclas: Não redefiníveis
Joystick: Kempston, Sinclair
memória: 48 K
Número de jogadores: 1

E depois do muito aclamado Federation Z, a equipa IADVD & Molomazo volta a fazer das suas, desta feita homenageando o mentor do ZX Spectrum, Sir Clive Sinclair, com Flappy Bird. São assim dois jogos que colocaram no Concurso MK1 con Retromaniac, qualquer um deles lutando pela vitória, o que é o mesmo que dizer que nenhum é obra menor.

Tal como o nome indica, inspira-se em Flappy Bird, um dos jogos mais famosos de todos os tempos. O objectivo deste é apenas um, dirigir um pássaro ao longo de um percurso recheado de obstáculos (canos), tentando aguentar o máximo possível sem bater nos obstáculos. Jogo mais simples não existe (e chato também, acrescentamos nós). Felizmente que FlappyClive é muito mais do que uma mera conversão de Flappy Bird, doutra forma nem meia dúzia de linhas lhe dedicávamos.

Quanto a esta versão para Spectrum, a história é obviamente diferente. Temos assim que ajudar o génio dos computadores pessoais a alcançar os seus sonhos. Para isso temos que desbloquear 40 troféus, correspondendo cada um deles a uma diferente missão. Estas vão sendo cumpridas à medida que vamos fazendo Sir Clive avançar (voando) no percurso, evitando (ou nem por isso) bater nos obstáculos, na forma de computadores empilhados e que têm o mesmo efeito dos canos em Flappy Bird.


Nem todos os troféus são imediatos, muito menos estão todos visíveis inicialmente. Entrando no menu dos troféus conseguimos ver aqueles que já alcançámos, isto é, cujas missões realizámos com sucesso, bem como aqueles que ainda estão por obter. Os que têm um ponto de exclamação, indicam a missão que deve ser cumprida e que pode passar por fazer uma determinada distância, apanhar um número definido de objectos (por exemplo, exactamente 80 bolos de aniversário), completar uma certa frase, ou até evitar alguns dos itens que surgem aleatoriamente ao longo do percurso (os mais difíceis). São imensas as variantes existentes, repartidas em dois modos de jogo diferentes e que vão acontecendo sequencialmente, o primeiro no qual aparece ao longo do ecrã os bolos de aniversário, corações, moedas e computadores, o segundo onde aparecem apenas as letras. Existe assim garantia de grande longevidade até se conseguir finalizar o jogo.

Por outro lado, aqueles que têm um ponto de interrogação, não indicam (ainda) a missão que deve ser cumprida. Para que a mesma fique visível, teremos que realizar determinadas acções quer no menu inicial, quer na sala de troféus. Contem assim com alguns easter eggs pelo meio. E é sempre engraçado fazer um longo percurso e ver alguns dos troféus a serem alcançados sem que sequer tenhamos lutado por eles (no fim de cada jogo são identificados os que foram alcançados).

No menu inicial é ainda possível escolher-se dois níveis de dificuldade, sendo que no mais difícil, a abertura por onde Sir Clive tem que passar é mais pequena, sujeitando-se assim a mais tropeções e cabeçadas.


A introdução da sala de troféus e das missões foi, conforme se disse, uma aposta muito feliz. Sendo que a mecânica de flappy é bastante monótona (apenas temos que carregar na tecla de "space" para fazer o personagem subir, doutra forma desce sob o efeito da gravidade), existirem tarefas para se completar, dá uma pitada de sal ao jogo. E se até é fácil conseguir evitar-se os obstáculos, já que a velocidade do scroll é bastante lenta (colocámos a velocidade do emulador em 14 Mhz, tornando o desafio mais aliciante), conseguirmos cumprir com algumas das missões não é nada fácil e depende muito da sorte. Imaginem, por exemplo, ter que apanhar 10 corações e nenhuma moeda e, quando vamos para o último dos corações, está uma moeda exactamente no local da abertura por onde temos que passar. Frustrante, não é? A aleatoriedade tem disto, para o bem e para o mal.

Outro dos factores que muito apreciámos em FlappyClive foi a vertente gráfica. Os sprites estão extraordinariamente bem desenhados (vejam Sir Clive a passear no seu Sinclair C5) e até o pormenor dos patinhos a nadarem no lago contribui para tornar visualmente o conjunto mais atractivo. E já que falamos no Sinclair C5, é sempre bom apanhá-lo, pois além de aumentar a velocidade com que nos deslocamos, permite também momentaneamente ultrapassar os obstáculos sem neles tropeçar. Mas cuidado, a gula é um pecado mortal...

FlappyClive é então uma abordagem inovadora a um conceito que parecia já não ter nada para nos oferecer, e que vicia, ó se vicia... Experimentem começar a desbloquear troféus e vão ver que só descansam quando chegarem ao fim.

sábado, 19 de setembro de 2020

Erinia


Erinia já saiu há uns dias, mas como temos estado de férias, algumas novidades tem-nos passado despercebidas. De qualquer forma, estamos perante nova aventura "conversacional", como os nossos vizinhos lhe chamam. 

Os apreciadores do género poderão achar interessante, sendo o jogo acompanhado de um pequeno manual para fazer o enquadramento na história. Mas atenção, o jogo está apenas em castelhano, podendo assim afastar muita gente.

Poderão aqui descarregar Erinia.

Nova capa para Subrotinas Matemáticas


Em tempos já tínhamos referido que existiam duas versões deste programa da Astor Software, Subrotinas Matemáticas.

A primeira versão recuperada tinha uma imagem mais moderna, quer ao nível da capa (em papel fotográfico), quer ao nível do próprio ecrã de carregamento, com o habitual logótipo da Astor (ver aqui).

Entretanto demos com uma segunda versão, claramente a que saiu primeiro (ver aqui). E agora adquirimos uma cassete com esta primeira versão, mas com uma terceira capa diferente. Confuso? Pois, nós estamos. Aparentemente a Astor ia variando as capas, sabe-se lá porquê...

Poderão aqui descarregar esta versão com as duas capas.

Versão alternativa de Gráficos de Gestão


Já o referimos antes: a Astor, em alguns dos seus programas, criava versões alternativas, às vezes apenas com uma mudança no design da capa, outras vezes com pequenas modificações no próprio software. E foi aqui o caso, pois esta versão alternativa de Gráficos de Gestão, que já tínhamos partilhado com a comunidade (aqui), não apresenta o habitual ecrã de carregamento com o Indío.

Infelizmente não obtivemos a capa (estava numa das cassetes C60 que o João Diogo Ramos nos emprestou), pelo que não deu para ver se também ai havia variações, mas poderá ter sido uma primeira versão do programa.

Poderão aqui descarregar esta versão, cortesia do Museu LOAD ZX Spectrum.

sexta-feira, 18 de setembro de 2020

Softfile n.º 2


A Softfile número 2 dá continuidade ao primeiro número, agora focando-se um pouco mais na vertente lúdica, introduzindo as reviews aos jogos mais recentes.

Embora não tendo uma regularidade muito certa, tendo existido mesmo muitos problemas a esse nível, os conteúdos eram bastante profissionais e interessantes.

Poderão aqui descarregar a Softfile n.º 2 completa, resultado da parceria entre Planeta Sinclair, Museu LOAD ZX Spectrum, e vários dos nossos leitores que nos ajudaram a ter acesso a todas as páginas da revista.

Destreza, de Paula Silva

A Paula Silva é uma das maiores apoiantes do blogue, continuando a enviar-nos alguns dos seus trabalhos e a digitar diligentemente os type-ins. Tem também vindo a adaptar para o Spectrum os programas que criou nos anos 80, pois alguns foram desenvolvidos originalmente para outras plataformas. Brevemente teremos uma enorme surpresa por parte da Paula relacionado com este tema.

Destreza, pequeno programa que partilhamos hoje, destina-se a avaliar a nossa habilidade ao nível dos dedos. Simples, mas bastante interessante, podendo aqui ser descarregado.

quinta-feira, 17 de setembro de 2020

Alchemist II


Nome: Alchemist II
Editora: NA
Autor: Francesco Forte
Ano de lançamento: 2020
Género: Aventura
Teclas: Redefiníveis
Joystick: Não
Memória: 48 K
Número de jogadores: 1

Alchemist saiu em 1983 pela defunta Imagine Software que, pouco tempo depois, foi adquirido pela Ocean Software, numa história por demais conhecida. Desde logo foi um sucesso e tornou-se um clássico, não tanto pela sua qualidade, mas por na altura ter sido bastante inovador e ter trazido novas ideias para os jogos de aventura. Agora, Francesco Forte, que ainda muito recentemente tinha lançado The Shining, pegou no tema e criou a sequela. Não será tanto a sequela, mais um remake, pois as diferenças relativamente ao original, tirando a mais óbvia (o tamanho dos ecrãs - o original tinha ecrãs e sprites enormes para a época), o resto não sofre grandes alterações.

Como referimos, aquilo que distingue imediatamente as duas versões é o grafismo. Assim, um ecrã de Alchemist II, corresponde a três ou quatro do original. Obviamente que se perde algum do charme que fez do jogo um clássico. Ainda por cima, os gráficos não são particularmente inspirados, sendo  um dos pontos fracos deste remake. No entanto ganhou algo igualmente importante: jogabilidade. Aquilo que era uma das grandes lacunas nos trabalhos prévios de Francesco, foi amplamente melhorado aqui. Os sprites movem-se de forma bastante fluída e o nível de dificuldade está perfeitamente ajustado (o original era demasiado fácil), aumentando a sua atractividade. Uma pena não se conseguir ter o melhor dos dois mundos.


Tal como no original, a missão do nosso alquimista, que se transforma numa águia quando não está pousado em algo sólido (outra das inovações que contribuiu para a fama de Achemist), é bastante críptica. Sabemos que temos que conseguir recolher as quatro partes de um pergaminho, levando os objectos correctos até à arca. O problema é descobrir quais os objectos que se transformam em pergaminho, e quais os que são um engodo, até porque alguns deles têm como consequência a morte do alquimista. Depois tem que se conseguir transformar uma simples pedra, numa pedra preciosa e descobrir o caminho que leva até ao feiticeiro, para o podermos eliminar. Só com a experiência se consegue ir cumprindo com as tarefas, se bem que quem jogou o original tenha uma forte vantagem sobre os demais.

O alquimista tem alguns poderes, o mais importante o de restauração da energia (e bem vamos necessitar de o utilizar para conseguirmos passar todos os inimigos). No ecrã da arca existe também comida que restaura a energia. Aqui reside um dos pontos sem sentido do jogo: a energia vai baixando à medida que o tempo passa. Se comermos a comida que se encontra no ecrã da arca, esta sobe 10 (até um máximo de 99). Se entrarmos e voltarmos a sair, a comida volta a aparecer. Quer isso dizer que gasta-se tempo inutilmente a entrar e sair do ecrã para se alcançar a comida e fazer aumentar o nível de energia. Não seria muito mais simples e lógico a comida restaurar a energia até ao ponto máximo, evitando andar a entrar e sair do ecrã inúmeras vezes? No final o resultado seria exactamente o mesmo e teríamos poupado viagens e tempo gasto inutilmente.


Existem também armas à nossa disposição, cada uma delas matando um diferente tipo de inimigo. Não são fundamentais para se completar a missão, até porque apenas se carrega um objecto de cada vez, no entanto facilita um pouco a vida em alguns ecrãs. Há que descobrir então para que serve cada uma delas e qual o local onde as devemos utilizar.

Parte do prazer que se retira de Alchemist II, tal como já acontecia no primeiro, é explorar o efeito dos objectos. Não existindo muitos ecrãs, talvez pouco mais de uma dúzia, teremos que regressar vezes sem conta ao ecrã da arca para ver se o objecto que carregamos tem algum efeito benéfico. E não sendo este um jogo excepcional, também não desmerece quem o desenvolveu. Podemos mesmo dizer que este é o melhor trabalho de Francesco, que conseguiu limar algumas das arestas dos seus anteriores trabalhos, nomeadamente ao nível da jogabilidade. Seria interessante ver agora o programador aliar-se a alguém que o ajudasse na vertente gráfica (e sonora) e seguramente iriam construir um jogo mais completo e interessante.

quarta-feira, 16 de setembro de 2020

Clube Z80 n.º 1


Em Outubro de 1982, e depois de um número zero que aparentemente teve sucesso, sai o número 1 de Clube Z80, publicação fundamental para se perceber os primeiros tempos do ZX Spectrum e ZX 81 em Portugal.

Poderão aqui descarregar este número do Clube Z80, estando a revista original para consulta no Museu Load ZX Spectrum

Saiu Spikie Goes Skiing


Chilledgamer possui um canal no Twitch e no YouTube, o RetroCoder TV. Como forma de dinamizar o canal, aprendeu um pouco sobre código máquina e resolveu desenvolver o seu primeiro jogo: Spikie Goes Skiing. Escusado será dizer que é inspirado no famoso Horace Goes Skiing, tendo as mesmas fases do mítico jogo de 1982 da Psion.

Para começo e pequena brincadeira não está nada mal, mas ao programador, que em breve irá lançar novo jogo, aconselhamos a rever as teclas definidas. "WASD" pode ser funcional para as consolas modernas, mas não o são para os jogos do Spectrum, tornando-o pouco jogável e fazendo lembrar as (más) escolhas feitas pela Ultimate, que deram cabo de muito jogo promissor.

Poderão aqui descarregar o jogo.

Pequenos programas em Basic


Das cassetes do Alex Santos, Fernando Calheiros, Vasco Gonçalves, Joaquim Viegas, Miguel Lopes e Pedro Pimenta conseguimos recuperar pequenos programas em Basic, possivelmente experiências de programadores nacionais, propaganda das lojas do Centro Comercial Dallas, no Porto, jogos traduzidos e até type-ins. Vale sempre a pena preservá-los, nem que seja pelas memórias a que estão associados. Quem sabe os seus criadores não estejam a ler esta mensagem.

Poderão aqui descarregar os perto de 50 pequenos programas, com algumas curiosidades pelo meio.

terça-feira, 15 de setembro de 2020

Demolição (type-in)


Demolição é mais um type-in da Minini Micro's digitado pelo António Vila Chã, que também nos fez chegar algumas revistas. O jogo foi criado por João Carlos Azinhais, sendo óbvias a semelhanças com Destruidor, que também já por aqui disponibilizámos. Qual deles terá aparecido primeiro é que não sabemos...

Poderão aqui descarregar o jogo.

segunda-feira, 14 de setembro de 2020

Whirlwind (MIA)


Do lote do Luís Rato chegou mais um MIA. Whirlwind foi lançado pela Blaby Computer Games em 1984, e encontrava-se por ser preservado. Até hoje...

O jogo passou relativamente despercebido pela comunidade, mas tem interesse. O objectivo é recolher todos os guarda-chuvas, num tempo limite muito escasso e com muitos perigos pelo meio. Típico jogo de plataformas, mas com alguma estratégia associada.

A comunidade tem agora a oportunidade de apreciar devidamente este jogo, podendo descarregá-lo aqui.

Pequenos utilitários para o FDD


A disquete seguinte recuperada por por Jose Manuel, de El Trastero del Spectrum, com conteúdo pertencente ao espólio de  Rui Miguel Batista, tem vários pequenos utilitários e até programas para criação de sprites, no meio de mais alguma coisa que não conseguimos identificar.

Poderão aqui descarregar o conteúdo desta disquete.

domingo, 13 de setembro de 2020

Cavaleiro (MIA)


Cavaleiro é a conversão (e tradução) para o TC 2068 do bem conhecido Cavelon, clássico da Ocean Software de 1984. Foi dos mais populares jogos dos primeiros tempos do Spectrum, e ainda hoje resiste bem à passagem do tempo.

Agora, graças ao Luís Pereira, conseguimos preservar este lançamento por completo, incluindo as instruções e capa. Poderão aqui vir descarregá-lo, não se esqueçam é que se não jogarem na máquina real, vão necessitar de um emulador que suporte o modo Timex Computer 2068.

sábado, 12 de setembro de 2020

Furillo lança FlappyClive


A Furillo Productions, que é como quem diz IADVD & Molomazo, já nos tinha trazido um dos jogos mais originais dos últimos anos, Federation Z. E agora, apenas mês e meio depois, traz novo trabalho que promete fazer furor.

FlappyClive, tal como o nome o dá a entender, é inspirado em Flappy Bird. Mas aqui, o objectivo é ir desbloqueando troféus, não apenas evitar os obstáculos e chegar mais longe. São 40 troféus e, à medida que vamos avançando no jogo, vamos conseguindo cumprir com as tarefas que nos são pedidas. E o mais incrível é que o motor utilizado é o MK1. Esta equipa tem reinventado as aplicações do motor La Churrera, trazendo-a para domínios que nos pareciam pouco prováveis.

Obviamente que iremos fazer uma análise completa ao jogo, mas até lá descarreguem-no aqui e deliciem-se. É simples, mas altamente viciante...

Sublitz


Imaginem um Bomber ao contrário, isto é, em vez de pilotarmos um avião e termos que destruir os edifícios que se encontram por baixo de nós, controlamos um submarino que tem que destruir as estalactites existentes no tecto da gruta. À medida que o submarino vai avançando, vai ficando perigosamente mais próximo das estalactites, quando atinge uma delas, o jogo termina.

Como se pode ver, tudo muito simples, mas Jim Blimey conseguiu tornar o exercício atractivo, capaz de nos proporcionar uns bons momentos.

O jogo é em Basic, obviamente, podendo aqui ser descarregado.

sexta-feira, 11 de setembro de 2020

E saiu ainda Por 1000 dólares


Outro dos pequenos jogos de AsteroideZX que nos tinha escapado, neste caso em colaboração com Beyker e com o sentido de humor mordaz de Iván Basic, foi Por um Punhado de Dólares. Ups, Por 1000 Dólares. Escusado será dizer em que obra se baseia, não é?

Mais uma vez é um jogo muito simples, que visa testar a nossa pontaria e destreza nos dedos, mas tremendamente viciante. E difícil, a única vez que conseguimos atingir o objectivo, foi no último segundo. E qualquer tiro fora do alvo, somos logo apelidados de assassinos, imagine-se...

Mais um pequeno jogo vindo de AsteroideZX e companhia e que vale a pena descarregar, podendo aqui ser feito e inclusive dar uma pequena contribuição ao programador, que bem o merece.

Saiu Crap Dice 3


Hoje é dia de colocarmos em dia alguns dos jogos e pequenas experiências que deixámos escapar nas últimas semanas. Alguns nem por isso são divertidos, como os dois jogos (???) que já hoje aqui falámos, outros, apesar da sua simplicidade, são contagiantes, como é o caso de Crap Dice 3, desenvolvido por AsteroideZX & Druida8.

Como é habitual nestes programadores, os gráficos são um mimo, super coloridos e animados. Quanto ao jogo, apenas temos que rolar o dado e esperar que os Deuses estejam do nosso lado, doutra forma teremos um triste fim. É o ideal para passar uns momentos divertidos em família, trazendo à memória as tardes que passávamos com o jogo da Glória.

Poderão aqui descarregar Crap Dice 3 e dar uma pequena contribuição aos programadores, que ainda por cima, muito têm ajudado a comunidade com o seu Curso de Basic.