Do David Mendes chega mais um pequeno programa, desta vez um carregador hexadecimal, semelhante a muitos outros que se desenvolviam na altura.
Poderão aqui descarregar o programa.
Poderão aqui descarregar o programa.
Entretanto, Steven Brown criou a sua própria página para ir partilhando as preservações que vai fazendo. Porque não ajudá-lo, acedendo à sua página e dando um pequeno apoio? Podem aqui ver a página.
Poderão vir aqui descarregar mais esta partilha de Steven Brown.
Assim, porque a curiosidade é grande, vamos agora apresentar os jogos que ficaram classificados entre a 21ª e 30ª posição no GOTY (por ordem alfabética). Nos próximos dias iremos apresentar os que se posicionaram entre a 11ª e a 20ª posição.
The website, started in late 2017, is the result of extensive research, frequent consultation of many websites, forums, and resources, and a great deal of dedication (a feeling shared by all of us who cherished the beloved Speccy, then and now).
It was created as a simple and immediate repository, avoiding complex graphics or blog-style content, and focusing on helping users quickly find and download the programs they’re looking for.
The design prioritizes clarity and ease of navigation, useful even when you remember a game visually rather than by title. A fast and intuitive search lets you narrow results by year, keywords, or other criteria.
The site is organized into clear, self-contained sections, each presented on a single page so that all essential information is visible at a glance.
Its main focus is on games released after the commercial era of the Spectrum, mainly homebrew titles and software later made freely available. Other sections also have their purpose, showcasing for example classic commercial titles and notable releases from different periods.
Como podem aceder à página? Fácil, basta virem aqui.
Esta segunda parte continua a história de Magenta Sky, mas o jogo parece-nos agora mais absorvente, com os vários níveis interligados de forma mais umbilical. De qualquer forma, tudo é bastante enigmático (e ainda bem), e vamos necessitar de explorar tudo muito exaustivamente e descobrir a forma de ultrapassar os obstáculos.
Além do jogo, o seu autor inclui uma pequena BD sobre os bastidores do primeiro episódio. Um verdadeiro luxo...
Podem vir aqui descarregar o jogo e dar uma contribuição ao seu autor. É muito merecida e vai garantir mais trabalhos com esta qualidade.
E depois de termos anunciado os elementos do júri, vamos agora anunciar todos os jogos que vão concorrer pela vitória em cada uma das categorias, incluindo a mais importante: GOTY.
Relembramos como tudo se processou. Em primeiro lugar foi dado uma lista bastante abrangente com 140 nomes de jogos aos elementos do júri para votarem. Os cinco jogos com maior pontuação por cada categoria (dez, no caso do GOTY), são os que hoje aqui anunciamos. São esses que vão lutar pela vitória final. Claro que neste momento já sabemos qual será o vencedor, pois as votações já decorreram. Mas isso iremos anunciar apenas durante a gala de 21 de Fevereiro, que esperamos que assistam.
Mas vamos então aos candidatos por cada uma das categorias (por ordem alfabética):
Gráficos
Ecrã de Carregamento
Som
Puzzle
Aventura e Estratégia
Plataformas
Origem Espanhola
GOTY
Resta-nos agora aguardar por dia 21 de Fevereiro para sabermos quem serão os vencedores de cada uma das categorias, e quem irá levar para casa o tão almejado troféu de GOTY. Boa sorte a todos!!!!!
Nas contribuições dos leitores há um mapa que me diz especialmente, o de Barbarian, que foi mais um incentivo para me interessar em criar os meus próprios mapas de jogos que gostaria, eventualmente, de fazer…
A digitalização de Miguel Brandão está aqui.
Tentaremos ver o jogo durante a semana, pois a situação pelo Oeste continua muito complicada devido à tempestade, com a electricidade e comunicações ainda em modo muito intermitente.
Poderão vir aqui descarregar este jogo, tem um custo de 1,99 USD.
Joefish é um velho conhecido da comunidade, que tem como cartão de visita os excelentes Buzzsaw, The Haunting of Waterbelle End ou Roger the Pangolin in 2020 Knurled Tour, entre inúmeros outros pequenos programas, além das excelsas contribuições para o magazine Woot! (por falar nisso, Dave, teremos novo número em 2026?).
Por outro lado, Go-Go BunnyGun há muito tempo que estava a marinar. Começou muito bem, depois esteve bastante tempo parado, e nos últimos meses Joefish resolveu terminar o jogo. E em boa hora o fez, pois há muito tempo que não tínhamos um shoot'em'up tão bom. E sem desprestigiar motores como o S.E.U.D., que permitem fazer trabalhos bastante meritórios, mas um jogo criado de raiz é outra coisa, nem que seja pelo feeling old-school que transmite.
Por outro lado, se dissermos que o jogo corre apenas em 48K, sem necessidade de multiload, se calhar não vão acreditar. Mas é verdade, podem ir buscar o vosso velhinho ZX Spectrum rubber key, e irão ver que Go-Go BunnyGun carrega em toda a sua glória. Apenas num momento detectámos um decréscimo de velocidade, e foi nos níveis finais quando estavam muitos inimigos no ecrã, o que se compreende perfeitamente. De resto, o jogo corre sempre sobre rodas. Ou melhor, voa montado numa pequena nave, pois é ai que as nossas heroínas (são três diferentes), pertencentes à Frith Column, avançam, para dizimar as muitas vagas de inimigos pertencentes à raça Elil-Hrair que vão aparecendo em ondas sucessivas.
Com um jogo deste calibre, o autor também se esmerou na história, dando mais cor às personagens cartoonescas que o compõem.
O Início
Atacaram sem aviso. Sem ameaça, sem preparação, mas com uma força terrível. Muito para além do espaço conhecido, ninguém acreditava que a Expansão Hraka pudesse suportar qualquer tipo de vida, dilacerada que estava pelo cisalhamento gravitacional de estrelas colapsadas e bombardeada pela radiação dos pulsares. Mas a vida ali presumia, da mesma forma, que nada poderia existir fora da sua extensão.
Quando as nossas primeiras sondas revelaram a sua existência, a resposta não foi de curiosidade, nem de boas-vindas. Foi de hostilidade declarada. Nada poderia existir fora do seu reino, pelo que nada poderia ser permitido existir.
As suas forças Elil-Hrair varreram os nossos sistemas externos, destruindo tudo à sua passagem, até que finalmente descobriram a localização do nosso Planeta Natal Primordial, a própria Terra. E então vieram.
Aviso a todas as forças sob o comando da Direção Terra-Prime:
RECUEM!
Repito:
RECUEM todas as unidades de defesa e sistemas automatizados. NÃO ENFRENTEM as forças que se aproximam.
O Presidente do Conselho de Administração concordou em submeter a nossa rendição completa e incondicional às forças que se aproximam, conhecidas como Elil-Hrair da Expansão Hraka. Esta é a única forma de minimizarmos a perda de vidas e de bens e de garantirmos a nossa sobrevivência.
Todas as forças devem recuar imediatamente.
Serão todas?
Espera, o que é este indicador? Malditas BunnyGuns.
[AVISO: INTERFERÊNCIA QUÂNTICA DETECTADA. TRANSMISSÃO SUJEITA A CORRUPÇÃO]
DESIS#AM, repito D#SISTAM. NÃ# SE ENVOLVA#.
D######M, N#O ##SIS###. D###STAM. ### ## ENVOLVAM.
########, NÃO ########. DESISTAM. ### ## ENVOLVAM.
Quem diria então que a salvação da Terra estava nas mão de três coelhinhas, não as de uma popular revista da nossa adolescência, mas as de uma força de elite, com uma capacidade bélica portentosa e a fazer lembrar alguns jogos famosos de scroll horizontal, como Dominator ou Darius+. Aliás, é neste último que o grafismo se parece inspirar, com uma tão grande profusão de cores e explosões estrondosas, a respingar pixeis por todo o lado.
Os cenários e o grafismo são assim, sem qualquer dúvida, um dos pontos fortes deste jogo. Mas isso não serviria de grande coisa, se depois a fluidez fosse soluçante. E é aqui que Go-Go BunnyGun ganha pontos à maior parte da concorrência. Os movimentos das nossas coelhinhas, mesmo com tantos inimigos em simultâneo no ecrã, quase sempre apresentam uma graciosidade exemplar. Os comandos são altamente responsivos, e quando carregamos na tecla de disparo, é garantia que o tiro sai no momento e local que dele se espera.
Mas além disso, o jogo apresenta pormenores deliciosos e que apenas iremos apreciar na totalidade quando dominarmos todas as mecânicas. O mais importante a reter é a forma como podemos mudar de coelhinha, sabendo que cada uma delas tem capacidades diferentes. Assim, se apanharmos um ícone colorido (aparecem quando disparamos contra uns objectos com propulsores), mudamos de piloto. Se a cor for vermelha, assumimos o corpinho de Amy, cor magenta, Heidi, e cor amarela, Miya. Se apanharmos outro ícone da mesma cor, o poder de fogo aumenta substancialmente.
Notem ainda que mantendo a tecla de disparo premida, consoante a coelhinha que controlamos, acrescenta algumas capacidades adicionais.
Go-Go BunnyGun apresenta ainda dois modos de jogo, um normal, outro difícil, e uma capacidade viciante muito acima do habitual no género. Podemos dizer que tem todo o potencial para se tornar um clássico e se não leva nota máxima em Planeta Sinclair, apenas porque os seis níveis são um pouco curtos. Perante isso, propomos a Joefish o seguinte desafio: que tal fazer uma versão para 128K, com níveis adicionais e, quem sabe, uma versão física como nos tempos de R-Type e companhia?
Infelizmente, meia dúzia de pessoas conseguiram estragar o divertimento de muitos. Essas pessoas, que até são bem conhecidas da comunidade e não pelos bons motivos, criavam utilizadores em catadupa, apenas para votarem nos jogos que queriam ver no topo. Resultado, este ano não existe GOTY na Spectrum Computing, como poderão ver na mensagem de Peter Jones:
Unfortunately we will not be continuing the Spectrum Computing Game of the Year (it's not linked to GOTY). Sadly we had many people (not our fantastic regular members) trying to manipulate voting, with multiple accounts so we decided not to continue it.
Esta é uma das razões pelas quais não admitimos o voto pessoal no GOTY, pois assim evitamos os amiguismos e os batoteiros. É caso para dizer, o crime não compensa, mas estes maus elementos conseguiram arruinar o divertimento dos legítimos utilizadores da Spectrum Computing e até dos programadores, que não têm oportunidade de ver os seus jogos reconhecidos por aquela comunidade...
No ZX spectrum, cada atributo pertence a grupos de 8x8 bits, nos Timex podemos seleccionar grupos de 8x1 bits, ou seja atributos para 192 linhas em vez de 24...
Podem vir aqui descarregar este pequeno programa. Experimentem a movimentar Willy...
Short Circuit é um clone de Snake lançado para o ZX81 e que até agora era desconhecido. O jogo destaca-se pela sua rapidez, mesmo tendo em conta que estamos perante um programa destinado a um computador com parca memória.
Entretanto, Steven Brown criou a sua própria página para ir partilhando as preservações que vai fazendo. Porque não ajudá-lo, acedendo à sua página e dando um pequeno apoio? Podem aqui ver a página.
Poderão vir aqui descarregar mais esta partilha de Steven Brown.
Hoje há dose dupla de Micromania para compensar as ausências recentes! Apresentamos a Micromania de 2 de abril de 1989, que comemora um ano de existência da rúbrica, criada por João Cruz. Uma edição recheada de pokes, mapas e análises, que podem ser lidos graças à digitalização de Miguel Brandão neste link.
Por falar em trabalhos de leitores, tivemos o mapa Mad In Ca$hcais, uma aventura de texto em português, parte da nossa história dos videojogos portugueses. Também se apresentou mais um mapa de outra aventura de texto, Carvalho, título espanhol frequentemente mencionado na imprensa portuguesa.
Aquando do lançamento do jogo Dan Dare II: Mekon's Revenge, foi criada uma pequena versão para a Sinclair User, dando aos leitores dessa mítica revista Inglesa (para nós, apenas superada pela Your Spectrum / Your Sinclair), um pequeno lamiré daquilo que se pode encontrar na versão maior. E quando dizemos pequena, é isso mesmo que queremos dizer, pois em pouco mais de um minuto consegue-se chegar ao fim. O que não quer dizer que seja fácil...
Aquando da review de Dan Dare II: Mekon's Revenge (ver aqui), já referimos os principais pontos deste jogo, quer aquilo que gostámos, quer o que considerámos que fossem as suas limitações, nomeadamente ao nível da jogabilidade. E como seria de esperar, tudo isso se aplica a esta versão lançada pela Sinclair User, embora de forma mais leve, até porque o jogo é muito mais pequeno, contendo apenas um pequeno nível. Mas para quem colecciona a série, é imprescindível ter esta versão, até porque não só este nível não se encontra na versão maior, como tem uma surpresa para quem chegue ao fim.
Também, tal como seria de esperar, só existe a hipótese de assumir o papel de Dan Dare. Esqueçam Mekon, não aparece por aqui, não obstante os seus minions, que mais uma vez não se distinguem de Dan Dare, surjam em catadupa. Mas aquilo que é mais enervante nem sequer são os inimigos, mas sim os campos magnéticos junto a portas de acesso, que implicam manobras e tempo perdido sem conta até se conseguir ultrapassar o obstáculo, levando a frustração.
Assim, Dan Dare II: SU Edition é uma óptima forma de se iniciarem em Dan Dare (o II, obviamente, pois o primeiro episódio é de outro nível). Pela sua dimensão, temos aqui boas hipóteses de chegar ao fim. E se gostaram, e até o acharam fácil, poderão de seguida ir experimentar a versão maior. Não se esqueçam, têm é que se apropriarem da Sinclair User...