sábado, 5 de setembro de 2026

Star Trek 1971


Para os fãs de Star Trek, Edvella lançou um jogo baseado no tema. Na realidade é uma aventura de texto em BASIC, para o 128K (não se entende a razão para ser apenas 128K, terá sido criado no +2 "real"?).

A narrativa mantém-se fiel à versão  CDC 6000 BASIC, mantendo o espírito dos anos 70. Embora a série nunca tenha tido a projecção de outras séries e filmes sci-fi, mantém um culto muito fiel de aficcionados.

Podem aqui descarregar esta aventura.

Orbita 95 e O Caso do 45


A IA também já chegou ao Brasil e, neste caso, foi usado o CODEX para criar um pequeno shoot'em'up intergalactico. E pode-se dizer que o resultado é interessante

O seu autor é Evandro Massini, podendo o jogo ser aqui descarregado. A sua inspiração veio do jogo seguinte, não pelo género, mas pelo modo como foi criado.

Assim, Fábio Rodrigues, também do Brasil, fez umas experiências com a IA e criou uma pequena aventura, bem ao género do Cluedo, sendo o objectivo o de desvendar um crime.

O seu jogo pode aqui ser descarregado. O motivo para o desenvolvimento destes jogos é apenas um: mostrar aquilo que a IA consegue fazer com um pouco de criatividade e algumas linhas de código.

RoboCop 2


Nome: RoboCop 2
Editora: Ocean Software
Autor: Andrew P. Deakin, Ivan Horn, Matthew Cannon
Ano de lançamento: 1990
Género: Acção
Teclas: Redefiníveis
Joystick:  Kempston, Sinclair
Memória: 128K
Número de jogadores: 1
Download: Aqui

Cerca de dois anos depois de ter saído o filme e o jogo Robocop, que foi um sucesso completo de vendas, talvez mesmo o jogo mais vendido de sempre para o ZX Spectrum, decidiu-se ordenhar a "vaca leiteira", lançando a sequela. Primeiro na Sétima Arte, depois, naturalmente, como videojogo. Não vimos o filme, mas não nos parece que seja melhor que o primeiro, que por sinal já era mau, mas a transposição de Robocop 2 para jogo, pelas mãos da insuspeita Ocean Software, foi muito bem conseguida. Atrevemo-nos a dizer que será um trabalho muito mais aceitável que o filme.

Se bem se recordam aquando da análise que fizemos a Robocop, considerámo-lo com um trabalho meritório, no entanto faltando qualquer coisa para chegar ao estatuto de Mega Jogo. Aliás, essa foi a opinião da Your Sinclair, a revista que sempre considerámos como sendo a de referência para o ZX Spectrum (a Sinclair User era mais técnica e tinha pontuações estranhas, para não dizer suspeitas, a alguns jogos, e a Crash, além de não gostarmos do sistema de pontuação, normalmente dado por duas ou três pessoas, achávamos chata e demasiado focada nos jogos).

Robocop 2 (o jogo) segue muito a linha do primeiro episódio, ou seja, vários níveis de acção pura, entrelaçados com níveis mais pequenos, de um género completamente diferente (quebra-cabeças e shoot'em'ups), para cortar um pouco a monotonia. E o facto é que neste segundo episódio, esta diversidade funciona melhor. Por um lado, os níveis "core", acção e plataformas puro, são bastante mais longos, criando o desejo no jogador de antes do nível seguinte, ter um desafio diferente. Por outro, estes desafios que medeiam os níveis "core", são em si mesmo um jogo por direito próprio, se bem que naturalmente mais curtos. No entanto, tal como os níveis principais, são muito competentes, em especial o que nos obriga a usar o cérebro em vez do dedo rápido no gatilho, como já iremos ver.

Mas comecemos pelos níveis "core". São três, com várias fases pelo meio. O primeiro deles é passado no complexo industrial River Rouge e o objectivo é encontrar e destruir o laboratório de fabrico da droga "nuke". Além dos inimigos que saltam de todos os lados, há ainda obstáculos como as plataformas móveis, que nos obrigam a estar sempre em movimento para se chegar ao ponto pretendido, e elevadores que é necessário activar. Mas o maior inimigo nesta primeira fase é mesmo o tempo, pois o mapa é enorme, e não tem um caminho imediato.

O segundo nível "core" é passado na cervejaria Tokugawa. Além de inimigos ainda mais violentos, há que evitar cair nos tanques da destilaria, algo que acontece com muita frequência, pois temos que saltar e apanhar boleia de ganchos que atravessam esses mesmo tanques, num exercício complicado, pelo menos enquanto não lhe apanharmos o jeito. Temos ainda que ter em conta o piso que em certos pontos colapsa, podendo levar à queda fatal nos tanques. E, por fim, existe um exercício de lógica (terá inspirado alguns do desafios de El Bigotudo?), no qual temos que passar o conteúdo de um tanque para outro. Este, é sem qualquer dúvida, o nosso nível preferido.

Por fim, o último nível "core", e também do próprio jogo, tem uma mapa mais pequeno que os outros dois, e mais imediato, sendo passado no Centro Cívico (soa a algo muito "Big Brother", da obra 1984). No entanto, nem por isso é mais fácil, muito pelo contrário, pois os inimigos têm agora um nível de dificuldade máximo, não só pela quantidade verdadeiramente impressionante com que surgem d etodos os lados, mas também pela diversidade (muito cuidado com os mísseis, é abatê-los assim que os vemos cair). Para culminar o nível e terminarmos o jogo, temos que abater o próprio Robocop, só então libertamos a cidade de Detroit dos criminosos. Nesta última fase, é disparar como se não houvesse amanhã e ir apanhando a energia que vai caindo muito frequentemente, única forma de derrotar o poderoso robô.

Quanto aos níveis mais pequenos, o primeiro deles é um shoot'em'up a fazer lembrar Prohibition, com os meliantes a surgirem à janela, juntamente com inocentes. É então necessário durante um minuto acertar nos inimigos e evitar dar conta dos pacíficos inocentes. Não se perdem vidas nesta fase, mas quanto melhor a nossa performance, mais poderosa será a capacidade destrutiva das nossas munições nos níveis seguintes.

O segundo dos níveis mais pequenos, e que aparece duas vezes, é mesmo o nosso preferido de todo o jogo. É-nos apresentado um conjunto de circuitos e mais uma vez num tempo muito curto, temos que recolher os chips bons, evitando os defeituosos, para isso movendo a placa sempre que for necessário (quando caminhamos na placa, os pontos por onde passamos vai desaparecendo). Há aqui que dar uso às células cinzentas...

Mas além dos níveis serem agora muito maiores, se bem que a dificuldade relativamente ao primeiro episódio se tenha elevado bastante, a jogabilidade é substancialmente melhor. A acção é agora mais fluída, assim como a resposta aos comandos, melhorando bastante a experiência do jogador. A nosso ver, reside aqui o primeiro factor de diferenciação relativamente a Robocop.

Depois, graficamente e a nível sonoro, Robocop 2 é ainda melhor. Os cenários, em especial nos níveis de plataformas, são muito bons, reflectindo o melhor que se fazia no início dos anos 90 para o ZX Spectrum. Além disso, as cenas digitalizadas entre níveis dão-lhe um colorido diferente (mesmo sendo a preto e branco).

Se alguma coisa estranhamos é ao nível dos utilizadores o jogo não ter tido a repercussão do primeiro episódio. As reviews das revistas especializadas foram indubitavelmente melhores, o jogo é também bastante melhor, sendo inclusive oferecido a quem comprasse o Sinclair +2. Assim, porque razão não obteve o reconhecimento do primeiro? Apenas conseguimos ver uma razão, quer terá sido o do efeito novidade se ter esfumado nessa altura, a par da pior (justa) recepção do filme.

Robocop teve ainda direito a uma terceira sequela, sendo a versão física o Santo Graal dos coleccionadores de jogos do ZX Spectrum. Talvez lhe peguemos um destes dias... 

Variante de Gold


Gold foi lançado pela Hilderbay em 1982 e o jogo já se encontrava preservado na Spectrum Computing. No entanto, encontrámos agora uma versão alternativa e que contém, à primeira vista, muitas diferenças. Para os fãs de aventuras de texto analisarem.

Podem aqui descarregar esta variante de Gold.

sexta-feira, 4 de setembro de 2026

The Damon Jar


Alan Pemberton, depois de muito recentemente ter lançado The Secret of Barron Wood para vários sistemas, incluindo o ZX Spectrum 128K, Spectrum Next e QL, está de volta com nova aventura em tons fantasmagóricos, mais uma vez com versões para esses três sistemas, e muito mais.

Nesta aventura de texto, com imagens fenomenais, assumimos o papel de um jovem cavalheiro, Oswald Stanley, que numa bela noite de Verão, no auge da era Vitoriana, viaja para visitar um antigo amigo da faculdade. À medida que a noite avança, os acontecimentos tomam um rumo sinistro com o surgimento de um espírito maligno assassino. O que se segue vai gelar Oswald até aos ossos, mas seremos capazes de o guiar em segurança durante a noite?

Ora aqui está mais uma narrativa que muito promete, e usando um parser a que já estamos habituados e muito gostamos. Temos assim jogo para muitas e muitas horas, nos próximos tempos...

Podem vir aqui descarregar o jogo na versão ou versões preferidas. Não se esqueçam de deixar uma pequena contribuição ao seu autor. É mais que justo...

Words of Power: Logos


Começamos um dia com um jogo diferente daquilo a que estamos habituados. Words of Power: Logos, introduz um batalha de palavras, não do género de Scrabble, mas como se estivéssemos a discutir com alguém. É aquilo que nos parece mais próximo do conceito do jogo, uma guerra de argumentos, e ganha o melhor, ou talvez aquele que seja mais fluente.

Vale a pena espreitar o jogo, mas alertamos que devem primeiro ler as instruções. Para isso podem aqui vir descarregar o jogo e dar uma justa contribuição ao seu autor.

quinta-feira, 3 de setembro de 2026

Uchotos


Já está disponível o novo trabalho de Inufuto, Uchotos. E é mais um jogo bem ao seu estilo, muito simples, mas sempre divertido. O motor parece ser o mesmo de sempre, mas isso pouco interessa, quando o resultado é agradável.

Venham aqui descarregar o jogo. Devem também olhar para o pequeno vídeo que o seu autor deixa, pois deixa as dicas necessárias para se poder chegar a algumas estrelas.

quarta-feira, 2 de setembro de 2026

Em Busca de Mortadela (Spectrum Next)


Ainda se recordam de Em Busca do Mortadela, o jogo que trouxe o nosso querido amigo Borrocop de volta ao mundo do ZX Spectrum? Na altura, o jogo foi um enorme sucesso, liderando durante muito tempo o top de visualizações do Planeta Sinclair, no qual ainda sem mantém nos mais vistos de sempre. O jogo originou também uma versão Portuguesa, assim como versões físicas em diversas línguas. Pois a dupla de heróis criada por Francisco Ibáñez está de volta, desta feita ao Spectrum Next...

O jogo ainda está neste momento em desenvolvimento, mas espera-se para muito em breve a versão completa, mais uma vez em três línguas: Espanhol (Filemón), Inglês (Phil) e Português (Salamão). De facto, assumimos o papel de Salamão, que tem tem que encontrar o seu parceiro Mortadela, que foi raptado. O problema é que a mansão onde decorre a acção é um enorme labirinto de salas interligadas umas com as outras, repletas de armadilhas e personagens menos amigáveis, num ambiente típico das aventuras isométricas à la Ultimate.

Estivemos a testar o jogo e a versão para o Next, ganha um brilho que seria difícil de igualar no ZX Spectrum. As cores são vibrantes, com cenários esplendorosos, mas nem outra coisa seria de esperar de Borrocop e companhia. As capacidades gráficas do computador são assim muito bem aproveitadas, o que de resto podem comprovar nos ecrãs que deixamos.

A mecânica também é agora mais fluida. O jogo original foi criado com recurso ao motor 3D Game Maker, artilhado, mas sempre tendo em conta as próprias limitações do ZX Spectrum. Obviamente que com as capacidades do Spectrum Next, é possível agora termos mais rapidez, sem grandes constrangimentos, sempre que se encontram muitos elementos no ecrã. Apenas em casos mais extremos a velocidade diminui um pouco, mas sem alterar minimamente o prazer que se retira do jogo.

Fiquem assim atento aos canais de Borrocop, Javi Ortiz e ao próprio Planeta Sinclair, pois em breve haverá mais novidades...

terça-feira, 1 de setembro de 2026

Jet Set Lemmy


Lemmy & Daniel têm vindo a desenvolver Jet Set Lemmy há cerca de dois anos, e isso nota-se no enorme número de versões que o jogo já teve. Mas o resultado final é bastante assinalável, pois este clone de Jet Set Willy tem, nem mais, nem menos, que 128 salas, repartidas da seguinte forma:

  • 57 são versões modificadas de salas do "Jet Set Willy" original. 
  • Seis são versões modificadas de salas do "Manic Miner" original. 
  • Duas salas são versões modificadas de salas do "Jet Set Willy II". 
  • Duas salas são versões de salas do "Pothole Pete", um jogo de 1984 para a Memotech MTX, criado por Antony Butterfield e Jim Wills (Continental Software). 
  • Duas salas são versões de salas do "Son of Pete", um jogo de 1985 para a Memotech MTX, criado por Antony Butterfield e Jim Wills (Megastar Games). 
  • 24 salas são salas totalmente novas. Entre elas: duas salas foram inspiradas em "Donkey Kong" (1981, Nintendo), duas salas foram inspiradas em "Pac-Man" (1981, Namco), uma sala é uma homenagem a um dos animais de estimação virtuais Tamagotchi de Lemmy, uma sala foi inspirada em "Lemmings" (1991, DMA Design, publicado pela Psygnosis), uma sala foi inspirada em "Technician Ted" (1984, Hewson Consultants), uma sala foi inspirada no "Pitfall!" (1982, Activision), 34 salas são salas totalmente novas criadas por Daniel, uma sala é uma versão modificada de uma sala do jogo de Daniel, "Willy New Mansion" (2004; Edição Especial 2016).
Podem vir aqui descarregar o jogo.

segunda-feira, 31 de agosto de 2026

Dead Light


E o mês não acabou sem sair mais um jogo. Este ano deve estar a bater todos os recordes em termos de lançamentos, e apenas estamos a divulgar os mais sofisticados. Os jogos de BASIC, Crap Games, etc., têm espaços próprios para a sua divulgação, pelo que não os colocamos aqui, até porque não teríamos tempo para os acompanhar devidamente.

O que agora deixamos é Dead Light, um jogo bastante original, com laivos de sci-fi, terror, labirintos, e mais uma série de temáticas. A sensação de medo é bem real com este jogo, nem que seja porque se ouve a aproximação dos inimigos, à la Aliens.

Venham aqui descarregar o jogo, iremos experimentá-lo durante a semana. E não se esqueçam de deixar uma pequena contribuição ao seu autor, Michael J Nurney.

Jogo do Mês: Arkanoid II: Revenge of Doh

Arkanoid for Two (MOD)


O mesmo Anestis K. Koutsoudis, responsável por Thexder, também fez um MOD para Arkanoid, permitindo dois jogadores em simultâneo. 

Este é um jogo favorito de muita gente, pelo que antevemos uma boa recepção. Ainda mais com dois jogadores, permitindo duplicar o prazer.

Podem aqui descarregar este MOD.

Thexder


Thexder é um jogo lançado há mais de 40 anos para o NEC PC-8801, mas que foi convertido posteriormente para inúmeros sistemas. No entanto, nunca tinha chegado ao ZX Spectrum. Até agora...

O seu autor é Anestis K. Koutsoudis, que durante o Verão foi fazendo a conversão, acrescentando uns pozinhos aqui e ali. E temos assim uma versão bastante jogável para o ZX Spectrum, não obstante poderem aparecer alguns indesejados bugs. Mas é preciso não esquecer que o jogo foi criado de forma totalmente amadora e nos tempos livres.

Poderão aqui descarregar o jogo.

Dizzy: The Dragon Trap


Dizzy: The Dragon Trap foi criado em 1997 por dois jovens Ucranianos, Dmytro Mosiychuk e Viktor Voloshuk, mas ficou perdido na obscuridade. Entretanto, a cassete foi encontrada e o jogo reconstruído. 

O jogo tem apenas 12 ecrãs, mas a mecânica é a habitual em Dizzy, ou seja, temos que ir cumprindo com as diversas tarefas, para se poder avançar.

Atenção para quem o jogar nos emuladores, é necessário escolher a opção Kempston, podendo então ser utilizado o joystick, ou as teclas 6 a 0.

Podem vir aqui descarregar o jogo.

domingo, 30 de agosto de 2026

JND: Micromania (P&B) - 081


O clima de entreajuda e troca de informações continuou na Micromania de 5 de novembro de 1989, que publicou um mapa de Movie, um jogo que eu adorava explorar sem rumo, perdendo-me frequentemente. Não tive acesso a este mapa na época… 

A digitalização de Miguel Brandão encontra-se aqui.

sábado, 29 de agosto de 2026

Sapper 1996 (MIA)

Em primeiro lugar, desde já avisamos que não sabemos se este jogo é um verdadeiro MIA, ou se apenas não está disponível por ter o logo e a imagem de um jogo da Codemasters. Também não sabemos se Alone Coder, o provável criador, o tem ou se o disponibilizou.

De qualquer forma, deixamos aqui disponível este clone de Minesweeper. 

Silk Road Trader


É com grande contentamento que vemos novos géneros, ou menos habituais, a serem explorados no ZX Spectrum (é notório que a comunidade já se encontra um pouco saturada de tanta aventura de texto e jogo de plataformas, uma boa parte sem elementos distintivos uns dos outros). 

É então o caso de Silk Road Trader, que recria a Rota da Seda e coloca-nos na pele de um comerciante, que tem que gerir recursos e os seus animais, sobreviver nas perigosas estradas e ser hábil nas negociações. 

Podem aqui descarregar Silk Road Trader, um jogo que vamos explorar nos próximos dias. E não se esqueçam de deixar a merecida contribuição ao seu autor, até porque termos mais jogos "fora da caixa", como os que ele costuma desenvolver.

sexta-feira, 28 de agosto de 2026

Dupla Densidade (MIA)


Dupla Densidade estava numa das cassetes que fomos adquirindo em feiras e outros canais. O autor é desconhecido, assim como o ano.

Podem aqui descarregar Dupla Densidade.

quinta-feira, 27 de agosto de 2026

Geometria: Áreas e Perímetros v2


Depois de há dois dias termos deixado o novo programa de Domingues Silva, Geometria: Áreas e Perímetros, o Zé Oliveira propôs uma série de melhorias, que foram imediatamente implementadas pelo criador do programa. 

Temos assim uma nova versão de Geometria: Áreas e Perímetros, que pode aqui ser descarregada.

Wet Wings


Daniel Revenga lançou o seu novo jogo multi plataforma. Wet Wings é um thriller psicológico sobre a resiliência humana, fazendo o paralelismo com a Sétima Arte.

A narrativa, a avaliar pelas imagens deixadas na página do itch.io, parece ser excelente, o que não é surpresa alguma, pois as aventuras criadas por Daniel, ou Dareint, como preferirem, têm sempre grande qualidade, trazendo à memória os jogos de Stefan Vogt.

Poderão aqui descarregar o jogo, solução completa, mapas, etc., tem um custo irrisório de apenas 2 USD.

quarta-feira, 26 de agosto de 2026

Otelo (MIA)

Nas cassetes que fomos adquirindo ao longo dos tempos, encontrámos mais um pequeno jogo, que poderá ser um type-in ou mesmo ter origem nacional.

Poderão aqui descarregar Otelo.

terça-feira, 25 de agosto de 2026

Geometria: Áreas e Perímetros


O nosso amigo Domingues Silva continua muito activo, desta feita oferecendo pequenos programas educativos que permitem aos estudantes exercitarem as suas células cinzentas, mesmo em período de férias ou de candidaturas ao ensino superior.

O programa de hoje, Geometria: Áreas e Perímetros, apresenta um pequeno questionário com 10 perguntas sobre a temática. E para quem está enferrujado, a fórmula de cálculo encontra-se também disponível. Não existem assim desculpas para se falhar as respostas.

Podem aqui descarregar este pequeno programa.

segunda-feira, 24 de agosto de 2026

Dracula


Dracula é uma nova aventura em texto para o ZX Spectrum 48K, criada especificamente para celebrar o 40º aniversário dos primeiros lançamentos da DJ Soft.

O jogo inspira-se nas melhores aventuras de texto dos anos 80, capaz de agradar a todos os aventureiros mais tradicionalistas, tendo versão em Inglês e Italiano.

A aventura é passada nume num mundo gótico e sombrio, repleto de mistérios, perigos escondidos e puzzles desafiantes. Cada local foi cuidadosamente concebido para recriar a atmosfera das aventuras dos anos 80.

Poderão vir aqui descarregar o jogo e dar uma pequena contribuição ao seu autor, Ricardi.

domingo, 23 de agosto de 2026

Cooper Run v1.1

Miguel Cruz disponibilizou para toda a comunidade, no inicio do mês, o jogo Cooper Run, criado em parceria com a sua "amiga" Cláudia. Hoje, para nossa surpresa, saiu uma pequena atualização do jogo em questão.

A versão 1.1, de Cooper Run, introduz um novo e muito bonito ecrã de carregamento, feito exclusivamente através da Arte Pixel, sem recurso a digitalização. Como podem ver a diferença para a versão anterior é simplesmente abissal.

v1.1

v1.0

O menu principal conta agora com um novo e dedicado logotipo. Ao contrário da v1.0, o menu não reutiliza mais o elemento gráfico do seu logotipo, retirado anteriormente do antigo ecrã de carregamento. Agora é composto por uma linha de 9 caracteres, e é armazenado separadamente no binário do jogo.

v1.1

v1.0

Para além destas alterações foi criado um poster promocional ao jogo. Poster esse inspirado no novo ecrã de carregamento, da v1.1. O resultado final é maravilhoso e de certeza que dará uma capa de cassete bastante bonita.

A nível da estrutura da corrida e mecânica dos controles, estes permanecem os mesmos estabelecidos na v1.0, ou seja: sem qualquer alteração.

O Planeta Sinclair ficou a saber, em primeira mão,  que o anterior jogo do autor, Icarus, irá sofrer uma nova roupagem, no que diz respeito ao ecrã de carregamento. Tendo em conta o resultados produzido no Cooper, ficamos ansiosos a aguardar o que por aí vem.

Podem descarregar a Versão 1.1 de Cooper Run, diretamente da página do autor.