A Micromania de 27 de agosto de 1989, sendo a última do mês, dedicou-se aos 16-bit como habitualmente, tendo abordado o tema da digitalização de vozes e sons, em particular, nos Atari ST.
A digitalização de Miguel Brandão encontra-se aqui.
A Micromania de 27 de agosto de 1989, sendo a última do mês, dedicou-se aos 16-bit como habitualmente, tendo abordado o tema da digitalização de vozes e sons, em particular, nos Atari ST.
A digitalização de Miguel Brandão encontra-se aqui.
Apesar da sua simplicidade, o jogo é bastante rápido e interessante, não sendo necessário longos períodos de tempo para se ver a tabela classificativa. Talvez porque essa nem exista...
Poderão aqui descarregar European Challenge.
O objectivo neste jogo é procurar ovos de chocolate, num desafio mais apropriado para a época Pascoal. De qualquer forma, qualquer altura é boa para se jogar uma aventura de texto, parafraseando o nosso amigo Rafael Lanita...
Podem aqui descarregar Not So Happy Easter 2025.
A febre do Mundial está ao rubro, e até deu para fazer um jogo do género "make your own adventure" sobre a carreira da República Checa no Mundial.
Segundo o autor, a República Checa será provavelmente a pior equipa do campeonato. Isso não acreditamos, mas que o jogo tem toques humorísticos e parece ser bem interessante, com versões bilingue, isso é uma realidade. Atenção às almas mais sensíveis, este jogo não é para vocês...
Podem aqui descarregar Mundial 2026.
Batalha Naval recria o popular jogo de tabuleiro, mas agora com instruções mais simplificadas. Lembramos também que este jogo é substancialmente diferente daquele que este autor nos tinha oferecido em 2020 (ver aqui).
Venham aqui descarregar o jogo deste nosso incansável amigo, que há quase 45 anos vai criando jogos para o ZX Spectrum.
Iremos experimentar o jogo nos próximos dias. Acreditamos que uma boa parte dos nossos leitores também o irão fazer mais tarde, pois neste momento, a nossa atenção está voltada para a estreia de Portugal no Mundial.
Podem vir aqui descarregar o jogo e dar uma pequena contribuição ao seu autor.
O jogo é um dois em um, pois conjuga a vertente estratégica (wargame), com a vertente de arcade, nomeadamente durante as batalhas. Não é pioneiro nesse aspecto, pois existiam vários jogos a misturar as duas vertentes, talvez o mais famoso, Theatre Europe.
A acção é passada, tal como se esperaria, na Middle Earth, ou não fosse baseada no universo de Tolkien. A vertente de arcada não é, de todo, a nossa predilecta, mas permite que quando dois exércitos se encontram, se possa lutar corpo a corpo, usando o escudo e atacando em tempo real, invadindo muralhas e as portas durante o cerco, ou apenas deixar que a superioridade numérica resolva a situação.
Também existem personagens reais (dos livros) como comandantes a liderar os exércitos, tendo cada um poderes únicos, as suas próprias missões e um impacto real nas tropas que comandam.
Por fim. as missões são baseadas nas história da lenda, tendo como personagens Gandalf e Balrog, o Rei Bruxo e os Nazgûl, os Barrow-downs e as suas Espadas, Erebor & Smaug, os Hobbits que despertam os Ents, o Portão Negro e muito mais.
O objectivo de War for the Ring é escolher os Povos Livres ou a Sombra (contra um amigo ou contra o computador, existindo quatro níveis de dificuldade). Os Povos Livres vencem o jogo se conseguirem levar o Anel até à Montanha da Perdição ou através da vitória militar, enquanto que a Sombra vence se destruir a Irmandade do Anel ou conquistando o Oeste.
Toca então a marchar com os exércitos pela Middle Earth, recrutar tropas nas cidades, liderá-las com os comandantes e vencer as batalhas contra o inimigo.
Este é então um jogo por turnos, mesmo ao nosso gosto. É gratuito, podendo aqui ser descarregado. Nos próximos dias já iremos explorar devidamente War for the Ring.
E agora, em conjunto com a MicroHobby (que na nossa opinião regressou em grande força e está cada vez melhor), ofereceram Miner Gommy, uma demo de um futuro jogo da editora e que traz de regresso o herói de Dungeons of Gomilandia, num exercício puro de arcade com scroll vertical, ao invés de algo mais cerebral, como acontecia no primeiro episódio.
Quanto à história, pois essa também é fornecida juntamente com o ficheiro digital, Gominolo e Teodoro, heróis que apareceram noutros jogos da Retroworks, escaparam das masmorras de Gomilândia, mas, no final, tudo se manteve na mesma: as criaturas continuavam a ameaçar quem se atravessasse no seu caminho. Assim, ambos concordaram que era preciso fazer algo mais e descobrir o que realmente se passava, qual a sua origem e como poderiam, pelo menos, expulsar as criaturas das suas terras.
Assim, Teodoro voou de volta para a sua terra natal para ver o que conseguia descobrir, e Gominolo regressou ao castelo para tentar infiltrar-se. O inimigo parecia ter desaparecido até que se ouviu um murmúrio vindo do túnel por onde chegavam os mantimentos da Macedónia. Quando Gominolo espreitou para dentro do túnel, viu claramente que estavam a chegar carregamentos de uma deliciosa bebida Macedónia, obra dos Magos dos Frutos. Estariam também em apuros? Era provável, por isso não havia outra opção senão aventurar-se e descobrir a verdade, literalmente. Tudo o que Gominolo precisava era de um capacete com lanterna e de uma boa dose de coragem - ah, e de um bom par de ténis. Parecia que ia dar uns saltos.
Tudo começa então quando Gominolo se lança em queda livre através do escuro túnel, iluminado apenas pela lanterna que tem na cabeça. A sua missão é chegar ao fundo e descobrir o que se passa no reino da Macedónia.
Ao longo do caminho, Gominolo pode recolher itens que ajudarão na missão:
Por outro lado, os perigos são numerosos:
Com estas dicas e instruções básicas, já se consegue avançar sem medos pelo escuro túnel. Isto é, se se sentirem corajosos o suficiente.
Esta versão encontra-se disponível junto com o mais recente número da MicroHobby. Aguardemos agora pela versão final do jogo, que promete ser um dos grandes lançamentos do ano...
Space Invaders Co-Op, tal como o nome indica, coloca dois jogadores em simultâneo no ecrã. Desafios a dois são sempre melhor, portanto, imaginamos que esta versão ganhe agora motivos de interesse.
Podem vir aqui descarregar o jogo, tem um custo mínimo de 2.99 USD.
A velocidade a que tudo se processa é impressionante, tendo em conta o computador a que se destina.
Poderão aqui descarregar este jogo e dar uma pequena contribuição ao seu autor.
Podem aqui descarregar Mike Invaders, como o nome diz, um shoot'em'up com um sistema de colisão que favorece o jogador. Podem aproveitar para dar uma pequena contribuição esta equipa, que tantos jogos já nos fez chegar.
Desta vez temos aqui um lançamento um pouco estranho, ou não fosse a SG Software uma editora Russa com jogos lançados apenas a partir do ano 2000, e este Soccer Manager 128K é de 1991. E nem sequer sabemos se o jogo é da responsabilidade da referida editora, ou uma outra com um nome parecido.
O jogo foi desenvolvido em BASIC, claramente inspirando-se em Football Manager (1982), mas faltando a parte visual. De qualquer forma, encontra-se agora preservado autonomamente, pelo menos a versão Inglesa (nem sabemos se existirão outras versões). Se alguém souber mais sobre este lançamento, somos todos ouvidos.
Podem aqui descarregar Soccer Manager, estava incluído numa compilação preservada pro Steven Brown e que em tempos partilhámos.
Se há jogo do qual tenho gratas memórias, esse jogo é Football Manager, tendo sido aquele que me abriu as portas para o mundo do ZX Spectrum em 1983.
E tudo começou quando o meu tio e o meu primo trouxeram um ZX Spectrum para a casa dos nossos avós, onde passávamos parte das férias de Verão. Até chegar o computador, a maior parte do tempo era passado na praia, mas tudo mudou quando naquele Verão de 1983, tive oportunidade de pela primeira vez experimentar o computador que se estava a tornar famoso no meu país.
O jogo que estava quase sempre carregado era o Football Manager, na altura uma versão pirata do original de Kevin Toms (não a célebre versão traduzida para Português a que deram o nome de Treinador de Futebol e era vendida à descarada nas lojas),e ficava maravilhado só de ver o meu tio a gerir as equipas de futebol Britânicas. Apesar da minha tenra idade e quase só me limitar a ver jogar Football Manager, desde logo fiquei apaixonado por este jogo. Esta paixão ficou para a vida toda, pois não só continuo a jogar Football Manager, como sou fervoroso adepto deste género de jogos. Mas vamos então ver como Football Manager resiste à passagem do tempo, quando se aproxima do seu quadragésimo quinto aniversário (ou ainda mais, se considerarmos que o jogo surgiu originalmente para o ZX801/ZX81).
Assim, quando se fala de simuladores de gestão futebolística, é inevitável pensar em títulos modernos e altamente complexos, como os franchise Championship Manager, que dominou entre 1992 e 2016, ou Football Manager, que existe desde 2004. Mas este Football Manager, de Kevin Toms, é o percussor de todo um género que singrou, e de que maneira, no mercado dos videojogos. Afinal de contas, todos temos a costela de “treinador de sofá”, e este jogo permite-nos fazer isso mesmo: dirigir uma equipa de futebol, começando na quarta divisão Inglesa e levá-la ao título da primeira divisão.
Football Manager é inteiramente desenvolvido em BASIC. Isso nota-se na lentidão do processamento dos cálculos que são efectuados, assim que um jogo termina (na altura, o tempo até aparecer a tabela classificativa parecia infindável), mas também porque podemos facilmente fazer break ao jogo, entrando no código, e mudando os parâmetros para tornar a tarefa mais fácil. Ou então para causas menos nobres, como a tradução do jogo e venda pelas lojas de Portugal, como se fosse um produto nacional.
Outra das consequências da linguagem com que foi criado, é que as opções disponíveis em Football Manager são muito simples. Não é preciso um manual com 100 páginas para se conseguir dirigir a equipa, nem perder horas a fio até se avançar para a partida de futebol, porque antes temos que gerir 1.000 coisas antes de se poder chegar à parte que interessa. Mas, acima de tudo, e a razão pela qual Football Manager ganha a quase toda a concorrência (talvez apenas Football Director o supere), é a sua grande intuitividade. As opções ao dispor do treinador são rapidamente selecionadas e, mesmo a escolha dos jogadores para a partida, é de uma simplicidade tal, que ainda hoje permanece como a referência nos jogos do género. Em menos de um minuto escolhemos a equipa e isso favorece bastante a experiência do jogador. Também ajuda a termos toda a informação necessária num único ecrã, nomeadamente os jogadores, o seu nível, a sua energia, o seu valor e se estão ou não lesionados.
Além de escolhermos a equipa, também temos a possibilidade de adquirir novos jogadores (após cada partida, aparecem aleatoriamente os jogadores disponíveis no mercado), ou vender, pois existe um limite de jogadores na equipa, além de que também temos que gerir uma outra parte muito importante, que é o dinheiro. Os fundos são limitados e é necessário fazer-se uma gestão cuidada das compras de jogadores e respectivos salários, para não se levar o clube à falência.
Depois de todas as decisões tomadas, e antes de se avançar para a partida, é mostrado um quadro com os parâmetros principais da nossa equipa e do adversário, nomeadamente energia, moral, defesa, meio campo e ataque. É este tableau du bord que temos que monitorizar se queremos depois que o resultado da partida seja satisfatório.
Finalmente, a parte porque todos esperamos: a partida de futebol. Nessa altura é mostrado uma parte do campo, com uma equipa a atacar e outra a defender, e vão sendo mostradas as jogadas de ataque de uma e outra equipa. Periodicamente os golos vão aparecendo, com um gráfico a mostrar que houve golo com grande pompa e circunstância, pelo menos para a altura em que o jogo foi lançado. É assim acrescentada uma dimensão visual rara para a época, quando a maioria dos jogos de gestão apenas continham texto.
Mister da Distrital foi criado especialmente para o evento Football Classics, organizado pelo Museu LOAD ZX Spectrum nos dias 13 e 14 de Junho de 2026, e para o fanzine especial do Planeta Sinclair dedicado ao evento.
Estamos aqui perante um jogo satírico de gestão futebolística para ZX Spectrum, à boa maneira de Football Manager. Cabe-nos em sorte o Vila FC, e temos que escolher o onze que vai a jogo, gerir as finanças do clube, lidar com lesões, adeptos e a própria Direcção, enquanto tentamos sobreviver a 14 jornadas de futebol distrital, balneário caótico e decisões pouco recomendáveis.
O jogo inclui:
Há dois anos, quando por cá tivemos o grandioso evento Synergy, com ilustres convidados relacionados com os desportos motorizados, e não só, fizemos um fanzine especial, em Inglês, para celebrar o evento (ver aqui).
Desta vez repetimos a brincadeira. Vamos ter assim novo fanzine em Inglês, para que os nossos convidados internacionais (e não só) possam levar uma recordação para casa que possam ler (e não apenas ver as imagens).
Mas além disso, o fanzine estará disponível gratuitamente para todos aqueles que nos visitem durante o evento de 13 e 14 de Junho. Apenas dizemos, por agora, que o fanzine tem uma enorme surpresa...
Programa actualizado!
Consulte a programação atualizada do FOOTBALL CLASSICS.
Dê uma vista de olhos ao que está planeado e comece a preparar-se. Com a presença especial de Kevin Toms, Jon Ritman, Jon Hare e Jim Bagley, bem como dos convidados remotos Richard Moss, Luís Filipe e Nuno Dias, o fim-de-semana promete ser fantástico para os fãs de futebol e de videojogos.
Esperamos recebê-los em Cantanhede!
Com o grande evento a aproximar-se, e tendo ainda muitos jogos das últimas semanas para vermos, ainda deverá uns dias até conseguirmos ver mais este jogo criado com o ZX Game Maker. A este ritmo, qualquer dia temos que "contratar" alguém para nos ajudar a fazer umas reviews...
Poderão aqui descarregar Cyber Wraith de Sisko López e dar uma pequena contribuição ao seu autor.
O jogo coloca-nos na pele de um Presidente de Câmara de uma cidade com três grandes zonas, o Centro, a periferia e o polígono industrial. Em cada zona temos que ir construindo facilidades e atracções por forma a conseguir manter a população existente satisfeita e, se possível, captar novos habitantes (cada facilidade origina um aumento do número de habitantes). Quanto mais população, mais receitas com impostos, que podemos então aplicar em melhoramentos na cidade. Estão agora a ver a relação com Sim City, apesar do jogo ser apenas em texto corrido, não é?
Cada facilidade tem um custo, quer de construção, quer de manutenção. E como um verdadeiro Presidente de Câmara, temos que obter os meios para conseguir fazer obra, de preferência sem levar a Câmara à falência. Existem várias formas de se obter dinheiro e o mais fácil é o de aumentar os impostos. Mas também podemos pedir dinheiro ao banco ou até obter fundos através da corrupção, alimentando uma caixa azul. Cada uma dessas opções tem os seus prós e contras, obviamente, mas a elas teremos que recorrer mais tarde ou mais cedo, se queremos voltar a ser eleitos. Não é preciso dizer que qualquer parecença com a realidade no que toca à caixa azul, pelo menos a do nosso país, é pura coincidência.
No final de cada turno é feito um pequeno resumo do mês no periódico, por vezes com ocorrências nefastas (desastres), e menos vezes ocorrências positivas (oportunidades).
Se conseguirmos chegar ao quadragésimo oitavo mês sem rebentar com as finanças da cidade ou sermos destituídos por manifesta incompetência, temos direito a participar nas eleições. Vencê-las, isso é já outra história...
O jogo é muito interessante, mas convém antes ler o manual de seis páginas que o acompanha. Para já existe apenas versão em Castelhano, mas estamos convictos que mais tarde ou mais cedo irá aparecer a versão em Inglês.
A temática é polémica e o jogo também não puxa por ai além, pois apenas temos que ir socando os inimigos (e, por vezes, desviando-nos das suas balas), ao longo de uma dúzia de ecrãs, até se chegar a um fim abrupto. De qualquer forma, poderá ser o começo de algo mais complexo no futuro.
Podem vir aqui descarregar Murder.