sexta-feira, 2 de outubro de 2026

O-Cman+


Oblo reciclou outro jogo que tinha criado em 2011 e que até teve uma versão melhorada em 2025. Agora alterou mais algumas coisas e até fez uma versão para 48K e outra para 128K.

Para os coleccionadores, poderá ter interesse virem buscar mais esta versão, que pode aqui ser descarregada.

O-Trix


Oblo, que ainda recentemente tinha lançado O-Hole Block, que entretanto já estivemos a experimentar e gostámos bastante, meteu cá para fora um jogo que iniciou o desenvolvimento em 2011, O-Trix, e que até já tinha uma primeira versão lançada nesse ano.

Estamos perante um clone de Tetris, que tem três modos de jogo. O modo de jogo "Infinito", é tal como o nome indica, sem fim, O modo de jogo "Tiers", é tipo arcade, isto é, vai-se terminando os níveis e avançando para o próximo. Finalmente, o modo Fake99 é tipo Tetris99, com os habituais acrescentos aleatórios de lixo, isto é, peças soltas...

Quem gosta de Tetris, tem aqui uma boa proposta. Sorte e paz para todos, parece desejar o seu autor, podendo o seu jogo ser aqui descarregado.

 

Bubble Ghost


Depois de Alleyway, que por acaso já conseguimos terminar, mesmo tendo em conta as dezenas de jogos que têm saído semanalmente, Kirby2000 lança agora Bubble Ghost, mais uma conversão do Gameboy.

O objectivo do jogo é, ao longo de 35 níveis, é soprar... Sim, soprar, pois só desta forma levar a pequena bolha a ultrapassar os obstáculos e a chegar à porta de saída.

Tão cedo não iremos pegar neste jogo, pois o tempo é muito escasso, mas parece-nos tão bem conseguido como Alleyway.

Podem vir aqui descarregar o jogo e dar uma pequena contribuição ao seu autor.

Doom Spectrum 128


Com o surgimento em grande força da IA, era inevitável que mais tarde ou mais cedo também Doom voltasse a ser convertido para o ZX Spectrum. Atenção, nada temos contra a IA, desde que seja usada com conta, peso e medida, e, em especial, desde que seja devidamente assinalada nos créditos, como é o caso em Doom Spectrum 128. O que na realidade nos mete fora deste jogo, nada tem a ver com a sua implementação, mas com o próprio conceito e, em especial, o enorme número de teclas, incluindo a configuração WASD. Não gostávamos do jogo no DOS, duvidamos que gostemos aqui. Mas isto é apenas problema nosso, nada tem a ver com o trabalho do autor, que nos parece aceitável.

Dito isso, Cordy Smith lançou Doom Spectrum 128, contendo oito níveis de matança indiscriminada, onde qualquer alvo que surja é para abater. Quem gosta do género, certamente que vai querer experimentar o jogo, um portento técnico e provavelmente intenso no uso de memória, embora o autor até refira que seja possível correr no 48K, se algumas acções forem tomadas.

Podem vir aqui descarregar o jogo.

quinta-feira, 1 de outubro de 2026

Mind the Drains


Baseado num jogo de Mr O J Woods e Mike DX, o primeiro desenvolveu um jogo um pouco diferente daquilo que é habitual.

Trata-se de um jogo onde brincamos ao gato e ao rato, mas com um certo elemento de estratégia, a fazer lembrar o jogo Minas. Será algo para experimentarmos nos próximos dias, mas à primeira vista, parece ser bem divertido.

Podem aqui descarregar o jogo e dar a vossa contribuição ao autor.

Almzay


Depois de um mês de Setembro muito preenchido em termos de jogos, começamos o mês de Outubro com... novos jogos...

Tomámos conhecimento de Almazy (Алмазы), através da página do nosso amigo Mikhail Sudakov, a Pixel Perfect (ver aqui). E como podem ver, o jogo tem versões para várias plataformas, entre as quais, o ZX Spectrum.

Estamos perante um clone de Boulderdash, e apesar deste já ter sido recriado mil e uma vezes, quando bem feito, mantém sempre os motivos de interesse. Vale assim a pena experimentarem Almazy.

quarta-feira, 30 de setembro de 2026

Jogo do Mês: Shadows of Belial

Hlípa

 

Hlípa foi lançado originalmente em 1989 para o computador PMD-85, com versões posteriores para Sharp MZ-800 (1990) e Atari ST (1992). Entretanto, Ataribaby converteu-o para o Amiga muito recentemente, contando com a ajuda da Claude, isto é IA. E agora, fez o mesmo para o ZX SPectrum.

No jogo assumimos o papel de um Hlípa (uma espécie de ameba da planeta Danepa), que precisa de encontrar seis coroas dos Ploxons, enquanto foge dos perigosos Falmons, através de um labirinto com 256 salas. A fazer lembrar Bobby Bearing, um excelente jogo lançado pela Edge.

O jogo pode aqui ser descarregado.

Zeddy's Clean Sweep


Zeddy's Clean Sweep traz à memória Pengo, misturando pelo meio quebra-cabeças, num total de 50 níveis divertidos, por aquilo que pudemos ver nos primeiros testes.

Antes de cada nível é-nos fornecida instruções sobre o que fazer, ajudando-nos a avançar. Além disso, o jogo parece ser bastante fluído e iremos certamente experimentá-lo mais profundamente nos próximos dias.

Podem vir aqui descarregar o jogo.

Alleyway ZX


E temos mais um clone de Arkanoid, desta vez Alleyway ZX2, um jogo lançado em 1989 para uma handheld.

O jogo tem:

  • 24 fases mais oito fases de bónus cronometradas, num total de 32 níveis
  • Paredes de blocos normais, com rolagem e avanço
  • Física da bola e configurações dos ecrãs fiéis ao jogo original
  • Música e efeitos sonoros completos da AY
  • Jogabilidade fluída a 50 Hz com sprites sem cintilação
  • Ecrã de carregamento original
  • Compatível com teclado, joystick Kempston e Sinclair

Podem vir aqui descarregar o jogo e dar a vossa contribuição ao autor.

The Perils of Stickman


Uma verdadeira enxurrada de jogos novos apareceu nestes últimos dias, tanto que apenas temos possibilidade de os ver superficialmente. Também nos parece que uma boa parte deles irá passar despercebido, até porque houve lançamento grande ontem.

The Perils of Stickman foi desenvolvido por Steve Tyson em Kwyll e mistura plataformas com alguns quebra-cabeças.

Podem aqui descarregar o jogo.

Arkanoid Revenge Of Doh (No Backgrounds MOD)


Arkanoid e clones sempre exerceram um fascínio especial nos jogadores, tanto que até na comunidade Portuguesa, nos anos 80 e 90, foram feitos vários MODs do original da Imagine Software. Um deles até era vendido nas lojas como sendo o Arkanoid 2, embora pegasse no primeiro episódio do jogo.

Mas o verdadeiro Arkanoid II, com o subtítulo Revenge of Doh, saiu em 1988 também pelas mão das Imagine Software. E que nos recordemos, não terá havido muitos MODs deste segundo episódio. Pois agora temos um...

O MOD foi criado por Travolter, um utilizador bem conhecido por quem frequenta os fóruns da Spectrum Computing. E o que esta versão tem de especial é que retira os incomodativos fundos, que dificultavam ainda mais a tarefa a quem queria avançar no jogo. Os nossos olhos agradecem e, quem sabe, poderemos agora chegar ao fim do jogo...

Podem descarregar aqui o MOD, ainda necessita de algumas afinações e haverá no futuro mais novidades. Mas para já serve muito bem...

terça-feira, 29 de setembro de 2026

O-Hole Block


Em dia de Shadows of Belial, quase que nos passava despercebido este O-Hole Block (e apostamos que a 90% da comunidade). E o jogo tem o seu interesse, sendo uma conversão de Block Hole, um jogo de 1989 lançado pela Konami.

O jogo tem também algumas semelhanças com Cindy Block, com um conceito e dinâmicas similares, pois o objectivo é disparar blocos, tentando preencher as formas geométricas que se encontram no ecrã, que então desaparecem. Um pouco como um Tetris invertido.

A nossa única questão é: como vamos ter tempo para experimentar tanto jogo novo?

Podem aqui descarregar O-Hole Block, desenvolvido por Oblo.

Shadows of Belial

 

E chegou o tão aguardado dia. O dia de lançamento de Shadows of Belial, que marca o novo trabalho de uma das melhores editoras de sempre do ZX Spectrum, a Retroworks, responsável por obras como Dungeons of Gomilandia ou The Sword of Ianna, entre outras maravilhas...

Para aqueles que andam distraídos, Shadows of Belial é o sucessor espiritual de Fred e Sir Fred, duas das obras maiores vindas dos nosso vizinhos Espanhóis. E embora Shadows of Belial tenha muito mais semelhanças com esse último, um jogo que nem por isso nos cativou, muito por culpa de alguns bugs e de um sistema de controlo um pouco complexo, em especial ao nível dos saltos nas lianas ou da inércia, mas a nova aventura limou todas as arestas de Sir Fred, melhorando em muito a jogabilidade. Isso mesmo já era bem perceptível quando há dois anos saiu uma demo, Old Fred in the Cursed Mine, que dava já um gostinho do que aquilo que vamos encontrar neste jogo.

Tudo no jogo está perfeito, desde o ecrã de carregamento, com uma forma de entrar brilhante, à introdução graficamente muito bem conseguida e enquadrando-nos na história, aos diferentes modos de jogo, com uma opção "fast" que traz uma velocidade estonteante, gráficos esplendorosos ao longo de 252 ecrãs, sete temas musicais fenomenais criados propositadamente para o jogo, etc., etc.. Nada foi deixado ao acaso, os detalhes são maravilhosos, e isso nota-se ao longo do jogo. Não vamos agora aprofundar muito, pois este jogo merece uma review pormenorizada, que prometemos fazer nos próximos tempos.

Para obterem o jogo, basta aqui virem descarregá-lo. Convidamo-vos também a aqui verem o directo de Javi Ortiz, o nosso amigo El Spectrumero, que mais uma vez presta um valioso serviço à comunidade, fazendo a apresentação em primeira mão de Shadows of Belial e entrevistando os programadores, que fornecem muitos pormenores técnicos, algo que não é habitual neste tipo de emissões.

ZX Tennis


Oldschool is Beautiful, com a ajuda da IA, converteu Tennis, um jogo do Game Boy de 1989, para o ZX Spectrum. E o resultado ficou aceitável, proporcionando alguns momentos de diversão. Curiosamente, depois de tantos anos sem novos jogos de ténis para o ZX Spectrum, surgiram dois nos últimos tempos.

O jogo contém as seguintes funcionalidades:

  • Jogabilidade do original do Game Boy.
  • Quatro níveis de dificuldade.
  • Opção de um ou três sets.
  • Conjunto diferenciado de pancadas.
  • Público e Mario como árbitro.
  • Efeitos sonoros (beeper).
  • Ecrã de carregamento com o logotipo original de Tennis.
  • Assemblagem 100% manual e linha a linha.

Podem vir aqui descarregar o jogo.

segunda-feira, 28 de setembro de 2026

El Ciclo 144 e El Caso del Socio em Português


Carlos Games continua a traduzir as suas aventuras de texto para Português, permitindo à nossa comunidade experimentar os seus jogos, sem quaisquer restrições linguísticas.

Os mais recentes foram El Ciclo 144 e El Caso del Socio, duas aventuras que contam agora com versões em Espanhol e Português, e no caso de El Ciclo 144 também em Inglês.

Podem aqui descarregar El Ciclo 144 e aqui El Caso del Socio.

Los bingueros


Já há bastante tempo que não sabíamos nada de Jordi. E agora, depois de um curto período de férias, vamos aos poucos actualizar aquilo que se passou nos últimos dia, sendo Los Bingueros o primeiro que experimentámos.

Como se esperaria do título, somos transportados para uma sala de Bingo, onde somos desafiados pelo computador a sermos os primeiros a encher o cartão.

Gráficos e som atractivo, fazem desta uma experiência muito interessante, podendo o jogo ser aqui descarregado.

domingo, 27 de setembro de 2026

JND: Micromania (P&B) - 085


A Micromania de 3 de dezembro, já faltando pouco para terminar o ano de 1989, lançou o repto aos seus leitores para votarem nos melhores jogos de 1989. E desta vez, num formato mais simplificado e abrangente do que na votação do ano anterior, no qual bastaria apenas indicar os 5 melhores videojogos, independentemente da plataforma.

No espaço dos leitores, destaco o mapa de Trantor, que me foi providencial para resolver algumas situações neste jogo que também fez parte dos meus favoritos à época.

A digitalização de Miguel Brandão encontra-se aqui.

sábado, 26 de setembro de 2026

RoboCop 3


 Nome: RoboCop 3
Editora: Ocean Software
Autor: Dominic Wood, Hugh Binns, Tony Williams, Jeroen Tel
Ano de lançamento: 1992
Género: Acção
Teclas: Redefiníveis
Joystick:  Kempston
Memória: 128K
Número de jogadores: 1
Download: Aqui

Depois de um agradável primeiro episódio da saga Robocop, a capitalizar com o lançamento do filme (o jogo esteve dois anos no top de vendas), e de uma sequela, que para nós é o melhor jogo da trilogia, é lançado já no final da primeira era comercial do ZX Spectrum o último episódio da série. Digamos que as expectativas não eram as melhores, não obstante ser desenvolvido pela insuspeita editora Mancuniana Ocean Software. A cena do ZX Spectrum estava em declínio acentuado, a Crash já nem sequer existia, a Your Sinclair levava a cabo uma campanha para salvar o ZX Spectrum (e que ainda deu origem a um ou dois jogos de boa qualidade), e os jogadores no geral já se tinham transferido para os 16 bits. Apenas os (muito) mais jovens continuavam no ZX Spectrum, visto como um computador menor e obsoleto (a história demonstrou mais tarde que não era bem assim), e os pais não estavam predispostos a comprar para os seus filhos jogos tão violentos como Robocop 3. Não é assim de admirar, portanto, que as vendas tenham sido muito modestas. Também por essa razão, Robocop 3 é visto como o Santo Graal dos jogos do ZX Spectrum e atinge actualmente valores exorbitantes no mercado retro, muitas vezes acima das 500 libras.

Com este enquadramento desfavorável à partida, a qualidade do jogo obviamente que se ressentiu. Não existia muito dinheiro para apostar em grandes produções, pelo que Robocop 3 acabou por ser um produto menor, quase uma reciclagem dos episódios anteriores, muito mais curto, descaracterizado, sem qualquer chama ou ponta de emoção. Se estivéssemos perante uma demo hi-tech, podia ser que ainda se safasse, como um jogo completo, ainda por cima com um preço muito acima da classe budget, a decepção deverá ter sido muito grande para os poucos incautos que o adquiriram na altura. Em parte, foram ao engano, pois as reviews da Your Sinclair e da Sinclair User foram bastante favoráveis. Mas nessa altura o padrão de qualidade dos jogos em geral já era baixo, além disso, a Ocean deveria ser das poucas publishers que ainda anunciavam nas revistas. Perdoa-se o pecado, portanto...


Robocop 3 é bastante curto, como se disse. São apenas cinco insipientes níveis, e nem o facto de apenas se ter uma vida, impede que se termine o jogo ao final de algumas tentativas. De cada vez que somos atingidos por um tiro ou por um inimigo, perde-se um pouco de energia (medido através de uma barra de eficiência), mas como entre níveis se pode recuperar dos danos que foram infligidos (se tivermos apanhado tokens suficientes), normalmente o nosso meio robô - meio humano, começa cada nível com carga máxima.

O primeiro dos níveis, e o único que tem alguma variedade em relação aos restantes, é um exercício de tiro ao alvo, fazendo lembrar Prohibition. Os inimigos, numa primeira fase, vão aparecendo nas janelas dos dois blocos de edifícios ou nos descampados que os medeiam. Mais à frente surgem inimigos a caminhar e que nos atiram com algo semelhante a cocktails Molotov. Em qualquer dos casos, há que os abater o mais rápido possível, assim como aos petardos que nos atiram. Tudo muito visto e o facto de ser tudo a preto e branco, ainda torna o exercício mais maçador. Não começou bem...

O segundo nível é o mais parecido com os anteriores episódios da saga. Caminhamos horizontalmente numa fábrica, onde vão aparecendo ninjas (???) e mais uns meliantes, que têm que ser rapidamente abatidos. Tanques de ácido, ou algo que o valha, são obstáculos a saltar, sendo que se cairmos num desses tanques, é morte imediata. Talvez por ser o mais semelhante aos episódios anteriores, e também porque tem um certo elemento de plataformas, é o menos monótono de todos.

Os níveis 3 e 4 são praticamente iguais. Estamos então munidos de um jet pac (desconhecemos se isso aparece em algum dos filmes - apenas vimos o primeiro, que não deixou grandes recordações), e primeiro da direita para a esquerda, depois da esquerda para a direita, temos que ir avançando até encontrar os big bosses, nomeadamente um tanque e um robô. Tudo muito gasto e sem qualquer ponta de adictividade.


Finalmente, e para acabar mal, o quinto e último nível é mesmo o pior de todos. Num bloco com quatro andares, temos que ir subindo, eliminando mais ninjas e outro robô, até o jogo terminar sem qualquer brilho ou algo que prendesse a atenção por mais que uns minutos. Chega-se ao final do jogo e quem o comprou na altura de forma oficial pensa: foi para isso que pagámos 12 libras (15, se for a versão em disquete)?

Graficamente é tudo tão ou mais monótono que o próprio jogo. Os cenários são todos a preto e branco, e muito embora os movimentos do Robocop e restantes personagens até estejam bem conseguidos, apenas conseguem provocar sonolência ao fim de alguns minutos. Sonolência essa que nem sequer é quebrada pela música que acompanha o jogo. Nem isso o salva, infelizmente.

Robocop 3 é então assim representativo de uma época na qual existia um claro desinvestimento da indústria dos videojogos no ZX Spectrum. Se alguém queria jogos de acção pura, ia procurá-los nos 16 bits, que estavam então em grande força. Para o ZX Spectrum safavam-se as editoras budget (como a Codemasters), ou especializadas em produtos infantis, do qual a série Fun School, pelo sucesso que obteve na altura, é um bom exemplo. Muito longe estávamos de imaginar que 30 anos depois, este género voltaria em força para este pequeno (em termos de memória) computador...

Programação Linear Pós-Optimização (MIA)

Graças ao Fernando Calheiros, conseguimos ter acesso a um programa que há muito procurávamos: Programação Linear Pós-Optimização, de António Dias.

Este utilitário veio anunciado num dos jornais dos anos 80 (salvo erro, MicroSe7e, em 1986), mas já tínhamos perdido a esperança de o encontrar, até porque deverão ter sido vendidas muito poucas cópias. E esta é mesmo original, pois à semelhança de outros lançamentos nacionais da época, a cassete e a capa vêm assinadas pelo autor.

Podem aqui descarregar este lançamento.

sexta-feira, 25 de setembro de 2026

Munch Infinity


Os muchachos de El Mundo del Spectrum encontraram, via Telegram, um novo jogo: Munch Infinity. E antes que comecem a reclamar por pensarem que estamos perante mais um remake de Pac-Man, e passarem à frente, leiam as próximas linhas.

O jogo utilize o ambiente de Pac-Man, sim, mas com uma dinâmica completamente diferente. Em primeiro lugar porque não existe um ecrã estático, mas sim um ecrã que está sempre em movimento, e temos que o acompanhar, doutra forma morremos entalados nas paredes do labirinto.

Depois, temos que evitar os perseguidores, ou comê-los, quando estamos em modo de perseguição. Para isso vamos comendo os comprimidos que vão aparecendo no ecrã.

Por fim, quando tudo o resto falha e estamos em vias de ser apanhados, podemos activar o modo invisível que nos permite aumentar a velocidade e escapar aos perseguidores, ficando imunes a eles durante dois segundos.

São 10 níveis muito difíceis, podendo o jogo ser aqui descarregado.

quinta-feira, 24 de setembro de 2026

The Goblin 2


Os nossos leitores que nos perdoem, mas ainda estamos no processo de ver aquilo que saiu com a MicroHobby número 227. E uma das demos é The Goblin 2 de Hicks, o sucessor de The Goblin (evidentemente).

A mecânica do novo jogo é em tudo semelhante ao seu antecessor, só que desta vez, aquilo que nos dá combustível para destruir os inimigos, é cerveja. Sim, grandes e fresquinhas canecas de cerveja, tal e qual como nós gostamos.

Como já repararam, o jogo tem um tom muito bem humorado, com algumas cenas de introdução que contribuem ainda mais para abrir o apetite por encher a goela com liquídos. Ou seja, este é daqueles jogos que temos que ter uma jola ao nosso lado para matar as securas. E bem divertido é o jogo, pelo menos nesta demo que vimos.

O jogo estará prestes a sair, mas se querem antes experimentá-lo, podem sempre comprar a MicroHobby. Para a semana iremos ver o que está no número 228, pois segue-se agora três dias seguidos de festa aqui por casa, regados com muita... Cerveja... 

Nota adicional: isto para dizer que até Domingo não conseguiremos acompanhar as novidades...

quarta-feira, 23 de setembro de 2026

La Mina Maldita


Ainda andamos a recuperar o trabalho atrasado e o jogo que hoje mostramos, é oferecido pela MicroHobby n.º 227, uma revista que, na nossa opinião está cada vez melhor, e não é só pelos jogos exclusivos que oferece a quem a adquire, os próprios artigos e reviews estão cada vez mais interessantes, tornando-se na revista de referência para o ZX Spectrum, pelo menos para a comunidade Espanhola.

La Mina Maldita foi escrito por Miguel Ángel Montejo, sendo uma adaptação do jogo Miner que saiu para o Commodore PET. O objectivo é  encontrar os diamantes, para isso escavando o solo, removendo-o bloco a bloco. O problema é que além dos diamantes, existem obstáculos, como blocos impenetráveis e até desmoronamentos. É fácil ficarmos encravados na mina, sem possibilidade de escapar. Aliás, só se consegue escapar quando chegarmos às 12.000 unidades em dinheiro.

O jogo é muito básico, mas ao mesmo tempo tremendamente divertido. Para o obterem, terão que adquirir a MicroHobby. Uma pena os portes para o nosso país serem tão caros, ainda mais se quisermos adquirir as cassetes exclusivas. A única solução é encontrarem alguém que receba por vós em Espanha...

terça-feira, 22 de setembro de 2026

STAG


Juanma2k anunciou o lançamento oficial de STAG (SPECTRUM TEXT ADVENTURE GENERATOR), para Windows, Linux e Mac.

Tudo é tão simples como:

STAG → A HISTÓRIA → .TAP → ZX SPECTRUM 

O que é então o STAG? 

É um editor visual para criar aventuras de texto de 48K ou 128K. Permite fazer o nosso jogo para o ZX Spectrum, sem qualquer programação, culminando num ficheiro .tap. 

O STAG é então uma ferramenta para Windows que transforma as ideias em aventuras de texto jogáveis e ilustradas. Permite desenhar quartos, objectos, personagens, inimigos, mapas, combates e conversas. Permite importar a nossa própria arte, escrever a história, gerir o .tap, carregando-o num emulador. Nenhum código é necessário. 

Venham aqui consultar tudo o que se pode fazer, de forma muito intuitiva, com este motor. E está em oito linguagens, incluindo Português.

Dr Jekill & Mr Hyde: Roguelike


O Concurso Aventura 2026 de Bytemaniacos tem uma nova entrada, e desta vez não é uma aventura de texto. Vai assim parar à categoria Roguelike, o que aliás já seria perceptível pelo título.

O jogo, desenvolvido por Carlos Games, pega no clássico da literatura gótica Dr Jekill & Mr Hyde, de Robert Louis Stevenson, e transporta-o para a cena do ZX Spectrum. Não é pioneiro, mas não o tínhamos antes visto como um clone de Rogue.

Podem aqui descarregar o jogo e dar a vossa contribuição ao seu autor.