No Uruguai também se pirateava, não era apenas no nosso país. E aqui nos nossos ficheiros, encontrámos uma adaptação do clássico Galaxian, de 1984, e que hoje partilhamos.
Poderão aqui descarregar esta versão.
Poderão aqui descarregar esta versão.
A digitalização de Miguel Brandão está disponível aqui.
Em cada um dos níveis temos objectivos diferentes, que passam por encontrar discos de dados, prisioneiros, uma passagem escondida que permite aceder aos decks de carga, ou, no último nível, queimar (é literalmente o termo), todos os ovos alienígenas. Depois de cumprida cada missão, tem que se encontrar o elevador que permite aceder ao nível seguinte.
Os níveis não são compridos, e nem sequer são particularmente difíceis, pois existe muita munição e caixas de primeiros socorros à nossa disposição. Curiosamente, o nível onde passámos mais tempo até foi no quarto, pois não foi fácil dar com a passagem secreta (ou, pelo menos, a forma como ela era activada e aparecia na nave).
Mas o que se nota melhor nesta demo é a enorme fluidez da acção, além, claro, da própria música e som, da autoria de Lee Bee, que contribuem de forma muito eficaz para criar o suspense. Mesmo o grafismo, se primeiro se estranha um pouco, e à semelhança do que acontece com os jogos de Grachev, nos quais nem parece estarmos perante um jogo do ZX Spectrum, depois de uns minutos, já tudo parece normal.
Gostávamos agora de ver mais níveis e de crescente dificuldade (e naves maiores), Esta demo deixou-nos com água na boca e à espera para ver o que virá a seguir.
Podem aqui descarregar Alien Breed, versão demo. Foi criado por Markom.
Nome: Fred
Editora: Investronica
Autor: Carlos Granados Martinez, Paco Menendez, Fernando Rada Briega, Juan Delcan
Ano de lançamento: 1984
Género: Labirinto
Teclas: Redefiníveis
Joystick: Kempston
Memória: 48K
Descarga: Aqui
Quando pensamos nos primeiros jogos desenvolvidos pelos nossos vizinhos Espanhóis, dois nomes vêm à memória: La Pulga e Fred. Confessamos que o primeiro nunca nos encantou, talvez tenhamos que o voltar a experimentar, provavelmente mais de 40 anos depois de o termos jogado pela última vez, mas o segundo traz-nos gratas memórias e é um jogo que amiúde carregamos. É que apesar da sua simplicidade, Fred é cativante. E completamente viciante...
A história, tal como o jogo, é extremamente simples. Assumimos o papel de um explorador que se encontra na base de uma labiríntica pirâmide (quadrada) de 32 de altura, por 32 de largura (na prática é 30 X 30, devido às paredes), e temos que conseguir encontrar a saída, levando connosco o máximo de tesouros possíveis que encontramos. A saída encontra-se no topo da pirâmide. No entanto, encontrar o caminho que leva até à escapatória, não é fácil, pois existem imensos becos sem saída. Se imaginarem aqueles quebra-cabeças que se encontravam nas páginas dos jornais nos anos 80 e 90, com um labirinto no qual tínhamos que ir traçando o caminho até se chegar à saída, estão muito perto do conceito de Fred, que transporta o labirinto horizontal, para um labirinto em altura. E repleto de inimigos...
Para ajudar na nossa missão, temos uma pistola carregada com seis balas, que permite eliminar alguns (mas nem todos) inimigos. As balas esgotam-se rapidamente, tal a quantidade de inimigos existentes a partir do nível dois, existindo assim várias recargas nas pirâmides.
Por outro lado, o contacto com os inimigos retira uma porção de energia. Começamos com 15 porções, e embora pareça muito, rapidamente as verão desaparecer. Felizmente que existem algumas poções que permitem recuperar, cada uma delas, duas porções de energia.
Mas falemos dos inimigos. O mais vulgar é o rato, animal rasteiro, impossível de ser eliminado com a pistola, apenas sendo possível de evitar, saltando quando ele se aproxima, num exercício de precisão e timing. Os fantasmas são temíveis, pois sendo entidades incorpóreas, atravessam as paredes. Nunca se sabe para onde vão, e também não se pode matar algo que já se encontra morto, não é? Os camaleões descem e sobem as paredes. Por vezes vão trocando de parede de um lado para o outro, sendo necessário alguma sorte para os conseguir evitar (geralmente passando para o outro lado da parede e esperando que ele se mantenha no seu caminho). As múmias têm o irritante hábito de caírem pelos buracos, sendo praticamente impossível evitá-la quando estamos no processo de subida ou descida nas cordas, embora essas possam ser eliminados com a pistola quando não estamos agarrados às cordas. Os restantes, múmias, morcegos e esqueletos, têm graus de inteligência diferente e podem ser eliminados com um tiro.
É também possível encontrar-se um mapa, mas este, além de difícil visualização, só mostra uma pequena parte do labirinto. Além disso, se perdemos muito tempo a olhar para o mapa, o mais provável e sermos abalroado por algum inimigo. É de pouca ajuda, portanto...
Sabemos que os Espanhóis sempre fizeram os seus jogos extremamente difíceis. E Fred, à semelhança de muitos outros com essa origem, faz-lhes jus, e ainda por cima tem situações injustas durante o jogo, como quando somos encurralados por inimigos, sem possibilidade de escapatória, ou quando chegamos ao topo da pirâmide e não existe saída. Mas também tem aquele toque de génio que faz com que de cada vez que perdemos, tentamos novamente, na ténue esperança de conseguir ir um pouco mais longe.
Existem seis níveis, correspondendo a seis diferentes pirâmides e cujos determinados parâmetros vão mudando ao longo dos jogos (não só a posição dos inimigos, mas também a porta de saída). Temos assim a sensação que os cenários são aleatórios, embora isso não seja inteiramente verdade. E se conseguirmos encontrar a saída do último nível, o sexto, em vez de termos uma mensagem congratulatória, temos a possibilidade de continuar, definindo o número de inimigos, obstáculos e balas que queremos para o nível seguinte.
Fred cria também uma tensão constante no jogador. Quando estamos a usar as cordas, não se pode disparar contra os inimigos que as utilizam. Isto confere também um elemento estratégico ao jogo, pois temos que escolher o momento mais adequado para se utilizar as cordas. No entanto, quando estamos rodeados de inimigos, temos que tomar as decisões em micro segundos, criando sobressaltos constantes no jogador, mas de forma alguma frustrando-o. Muito pelo contrário, mesmo quando morremos, imediatamente queremos voltar a explorar a pirâmide.
Finalmente, a nível gráfico e sonoro, sendo o jogo de 1984, obviamente que não se pode pedir grandes milagres. O som é minimalista, mas os gráficos são interessantes, com sprites claros e de boas dimensões, resultando numa diminuição da área visível disponível da pirâmide, mas mais uma vez contribuindo para o clima de tensão constante no jogador.
Assim, embora Fred não seja considerado como um clássico para todo o universo do Spectrum, a sua reputação é merecidamente muito alta em Espanha e também em Portugal, sendo considerado um dos melhores jogos da época para o ZX Spectrum. Além disso, é daqueles jogos que não envelhece com o tempo, e mantém actualmente toda a atractividade que tinha em meados da década de 80. Se não conhecem o jogo (como é possível???), aconselhamos a experimentá-lo. Façam-no é por vossa conta e risco, pois é um autêntico vício.
Não sabemos se este Lollipop será um MIA ou se estará algures por ai em algum repositório imune à censura Vitoriana. Mas como sabem, não censuramos programas em Planeta Sinclair baseados em conteúdos como o desta demo, pelo que a partilhamos agora com a comunidade.
Podem aqui vir descarregar Lollipop, mas atenção, contém cenas eventualmente chocantes...
Poderão aqui descarregar Trailer.
Poderão aqui descarregar o jogo.
Se o jogo original já era muito bom, esta nova versão, desenvolvida por um programador Húngaro, promete trazer novos fãs para um dos primeiros jogos criados pelos nossos vizinhos Espanhóis. Contem agora com velocidade a triplicar, energia e munições a duplicar, mais vidas, e muito, muito mais divertimento.
Venham aqui experimentar esta nova versão.
Já antes tínhamos pedido à comunidade para verem nas vossas cassetes se por acaso têm este programa Português que se encontra perdido: Speed Ball - Mexico 86.
O programa foi desenvolvido pelos irmãos Nuno Almeida e Pedro Amaral, que têm no seu portfolio Play for Peace, mas também mais alguns MIAs, como Latas Procuram-se ou uma aventura gráfica inacabada passada no Antigo Egipto, juntamente com o vizinho o Vitor Lourenço. Os dois irmãos foram também autores das rubricas de 8bits e 16bits do jornal A Capital.
Atenção, não confundir este programa como os dois jogos Ingleses que também têm o nome de Mexico 86 e que saíram por altura do Campeonato do Mundo de Futebol. Todas as cassetes que temos visto com o Mexico 86, infelizmente dizem respeito aos jogos Ingleses. No entanto, segundo os seus autores, foram feitas 6 000 cópias de Speed Ball. E esta caixa que encontrámos (sem a cassete), até tem o número 1 241. Portanto, ele andará por ai.
O jogo tem um carácter educativo, pois se acertarmos no resultado, temos permissão para avançar as nossas unidades (a azul). Não sabemos é se será assim tão educativo juntar isso, com batalhas e combates, mesmo que virtuais. De qualquer forma, é altamente original e vale a pena dar uma espreitadela.
Poderão descarregar aqui este jogo desenvolvido por Gamerd49.
Priss 'n 'Triss é o nome do jogo e relativamente ao Tetris, é mais fácil, pois as peças não ultrapassam o formato 2 X 2, sendo assim muito menos complicado encaixá-las no tabuleiro.
O jogo permite até dois jogadores, sendo esta efectivamente uma vantagem. Jogos a dois são sempre melhores. Mas isso aplica-se a tudo, não é?
Podem aqui vir descarregar Priss 'n 'Triss e dar uma pequena contribuição ao seu autor, que bem o merece.
Com tanta coisa a sair ao mesmo tempo, teremos que ir vendo aos poucos. No entanto, não deixa de ser notável a cadência com que este programador lança novos jogos.
Venham aqui consultar as suas ofertas.
Além desta observação, a digitalização de Miguel Brandão está disponível aqui.
Saiu assim mais um jogo de PuttyCAD, com os habituais personagens dos seus jogos, mas desta vez com uma mecânica um pouco diferente do habitual.
Poderão vir aqui descarregar este jogo, tem um custo de 1.99 USD + impostos.
A primeira delas, Red Thread, coloca-nos nos tempos actuais (ano de 2026), e a usar um computador para conversar com os nossos amigos. Instruções não existem, portanto há que usar a imaginação.
Quanto a Beneath the Vortex, é uma aventura de texto mais tradicional, e leva-nos para Blackpool, estância balnear (se é que se pode chamar a isso, num país com o clima que todos sabem) bem conhecida pelos seus salões de jogos de arcada.
Podem aqui descarregar Red Thread e aqui Beneath the Vortex. São prometidos muitos enigmas...
Poderão aqui descarregar este programa.

O David Mendes encontrou mais uma pequena pérola nas suas cassetes: aquilo que parece um type-in, mas em Português. Desconhecemos por completo onde tenha saído, provavelmente em alguma revista Inglesa, sendo depois adaptado para a nossa língua (baseado na tecla que inicia o jogo).
Poderão aqui descarregar Jules Verne's - Guerra dos Mundos.
O objectivo é chegar à porta de saída ao longo de 29 níveis. Para isso temos que escapar aos muitos inimigos que o tentam impedir. Alguns são perfeitamente estúpidos, mas à medida que vamos avançando nos níveis, a sua IA vai aumentando e colocando-nos em maiores dificuldades.
Segundo o seu autor, e acreditamos, o jogo é inteiramente desenvolvido em BASIC, o que o torna mais meritório. Isso nota-se na velocidade, mas em jogos por turnos, a sua importância é relativa.
Poderão vir aqui descarregar esta auspiciosa estreia de Anatolii no ZX Spectrum e dar uma pequena contribuição ao seu autor.
Está assim dado o mote para mais um jogo de plataformas desenvolvido com o MPAGD. Poderá aqui ser descarregado. É gratuito, mas uma pequena contribuição ajudará a termos mais mistérios para resolver...
Poderão aqui descarregar este simples jogo.
O jogo não tem gráficos, e faz parte da experiencia de aprendizagem de programação da sua autora, mas o resultado está bastante bem conseguido, em especial para quem gosta do género.
Poderão vir aqui descarregar este jogo.
Esta versão tem um nível e um inimigo exclusivo e que não encontram nas outras versões deste jogo. Apenas por isso, já valeria a pena experimentar o jogo. Mas além disso, Buzzsaw é brutalmente bom. Adeptos do Tetris e jogos do género, ficarão deliciados.
Podem vir aqui descarregar o jogo. Não se esqueçam, apesar de gratuito, o jogo não deverá estar disponibilizado em páginas sem o absoluto consentimento do seu autor. E já agora, deixamos a nota que esta é uma das razões que não deixamos links para os jogos, mas sim para as páginas dos autores, respeitando assim a vontade desses. Não vale a pena insistirem para termos os jogos alojados no Planeta Sinclair, pois isso apenas irá acontecer para algumas situações excepcionais (a pedido do seu autor, MIAs, etc.).
Pode, aqui vir descarregar La luz en el Bosque e La Casa abandonada, as duas primeiras. Todos os Sábados, às 19 horas (do Chile), aparecerão novas aventuras, para sincronizar com o capítulo que irá passar no YouTube. Ora aqui está uma bela ideia...