Ainda se recordam de M (ver aqui)? Pois o Zé Oliveira não perdeu tempo a analisá-lo e a fazer algumas melhorias, como aliás podem ver na imagem acima (diferente grafismo).
Podem vir aqui descarregar este programa agora melhorado pelo Zé.
O jogo tem um carácter educativo, pois se acertarmos no resultado, temos permissão para avançar as nossas unidades (a azul). Não sabemos é se será assim tão educativo juntar isso, com batalhas e combates, mesmo que virtuais. De qualquer forma, é altamente original e vale a pena dar uma espreitadela.
Poderão descarregar aqui este jogo desenvolvido por Gamerd49.
Priss 'n 'Triss é o nome do jogo e relativamente ao Tetris, é mais fácil, pois as peças não ultrapassam o formato 2 X 2, sendo assim muito menos complicado encaixá-las no tabuleiro.
O jogo permite até dois jogadores, sendo esta efectivamente uma vantagem. Jogos a dois são sempre melhores. Mas isso aplica-se a tudo, não é?
Podem aqui vir descarregar Priss 'n 'Triss e dar uma pequena contribuição ao seu autor, que bem o merece.
Com tanta coisa a sair ao mesmo tempo, teremos que ir vendo aos poucos. No entanto, não deixa de ser notável a cadência com que este programador lança novos jogos.
Venham aqui consultar as suas ofertas.
Além desta observação, a digitalização de Miguel Brandão está disponível aqui.
Saiu assim mais um jogo de PuttyCAD, com os habituais personagens dos seus jogos, mas desta vez com uma mecânica um pouco diferente do habitual.
Poderão vir aqui descarregar este jogo, tem um custo de 1.99 USD + impostos.
A primeira delas, Red Thread, coloca-nos nos tempos actuais (ano de 2026), e a usar um computador para conversar com os nossos amigos. Instruções não existem, portanto há que usar a imaginação.
Quanto a Beneath the Vortex, é uma aventura de texto mais tradicional, e leva-nos para Blackpool, estância balnear (se é que se pode chamar a isso, num país com o clima que todos sabem) bem conhecida pelos seus salões de jogos de arcada.
Podem aqui descarregar Red Thread e aqui Beneath the Vortex. São prometidos muitos enigmas...
Poderão aqui descarregar este programa.

O David Mendes encontrou mais uma pequena pérola nas suas cassetes: aquilo que parece um type-in, mas em Português. Desconhecemos por completo onde tenha saído, provavelmente em alguma revista Inglesa, sendo depois adaptado para a nossa língua (baseado na tecla que inicia o jogo).
Poderão aqui descarregar Jules Verne's - Guerra dos Mundos.
O objectivo é chegar à porta de saída ao longo de 29 níveis. Para isso temos que escapar aos muitos inimigos que o tentam impedir. Alguns são perfeitamente estúpidos, mas à medida que vamos avançando nos níveis, a sua IA vai aumentando e colocando-nos em maiores dificuldades.
Segundo o seu autor, e acreditamos, o jogo é inteiramente desenvolvido em BASIC, o que o torna mais meritório. Isso nota-se na velocidade, mas em jogos por turnos, a sua importância é relativa.
Poderão vir aqui descarregar esta auspiciosa estreia de Anatolii no ZX Spectrum e dar uma pequena contribuição ao seu autor.
Está assim dado o mote para mais um jogo de plataformas desenvolvido com o MPAGD. Poderá aqui ser descarregado. É gratuito, mas uma pequena contribuição ajudará a termos mais mistérios para resolver...
Poderão aqui descarregar este simples jogo.
O jogo não tem gráficos, e faz parte da experiencia de aprendizagem de programação da sua autora, mas o resultado está bastante bem conseguido, em especial para quem gosta do género.
Poderão vir aqui descarregar este jogo.
Esta versão tem um nível e um inimigo exclusivo e que não encontram nas outras versões deste jogo. Apenas por isso, já valeria a pena experimentar o jogo. Mas além disso, Buzzsaw é brutalmente bom. Adeptos do Tetris e jogos do género, ficarão deliciados.
Podem vir aqui descarregar o jogo. Não se esqueçam, apesar de gratuito, o jogo não deverá estar disponibilizado em páginas sem o absoluto consentimento do seu autor. E já agora, deixamos a nota que esta é uma das razões que não deixamos links para os jogos, mas sim para as páginas dos autores, respeitando assim a vontade desses. Não vale a pena insistirem para termos os jogos alojados no Planeta Sinclair, pois isso apenas irá acontecer para algumas situações excepcionais (a pedido do seu autor, MIAs, etc.).
Pode, aqui vir descarregar La luz en el Bosque e La Casa abandonada, as duas primeiras. Todos os Sábados, às 19 horas (do Chile), aparecerão novas aventuras, para sincronizar com o capítulo que irá passar no YouTube. Ora aqui está uma bela ideia...
A digitalização de Miguel Brandão encontra-se aqui.
As aventuras de Dan Dare, um herói pouco conhecido por estas bandas, pelo menos até ao lançamento dos jogos para o ZX Spectrum baseado nesse personagem, terminaram com o terceiro episódio, denominado The Escape. E se no segundo episódio, apesar da excelência técnica na programação, a aventura enfermava de alguns (muitos) problemas ao nível da jogabilidade, estes foram resolvidos nesta terceira parte. No entanto, surgiram outros problemas a que leva a que, por muito pouco, Dan Dare III não atinja o estatuto de Mega Jogo em Planeta Sinclair. Aliás, foi também essa a opinião na review da revista Your Sinclair, tendo-lhe sido atribuído a classificação de 89%, a mero 1% do galardão "Megagame", mas cuja análise descreve na perfeição as principais lacunas deste jogo.
Vamos à primeira dessas lacunas. Assim, todo o ambiente a envolver esta aventura, se bem que apresentando cenários magníficos, profusamente coloridos, pouco tem a ver com a saga de Dan Dare, e que foi recriado de forma perfeita nos episódios anteriores. A isso não é alheio o facto de este jogo até se chamar originalmente Crazy Jet Racer e nada ter a ver com o universo de Dan Dare, tendo sido depois transformado o personagem principal nesse herói. Não é assim de estranhar que os inimigos também nada tenham a ver com os inimigos habituais nas aventuras de Dan Dare, tendo depois sido criada uma história à volta dessas mudanças. Podem achar que é um pequeno pormenor, mas pensem na polémica que foi criada quando Renegade III saiu, com uma ambiência que nada tinha a ver com os dois episódios anteriores. Entendem agora porque chamamos a atenção para este pormenor?
Uma segunda lacuna, e que para nós é talvez o principal ponto negativo em Dan Dare III tem a ver com a sua dimensão. Não dos personagens, que por sinal até são bem apreciáveis (oo-er), mas da aventura em si. E se Dan Dare II era demasiado difícil, este novo episódio é demasiado fácil, levando a que se termine em pouco mais de um quarto de hora. Apostamos também que muita gente o terá terminado logo no dia em que o adquiriu. Tendo em conta o preço original do jogo em 1990, quase 10 libras, convenhamos que o rácio custo / benefício não era muito elevado.
Por fim, uma terceira lacuna será a sua falta de originalidade. Mais uma vez, não tanto da história do jogo. Esta falta de originalidade reside essencialmente nas semelhanças entre Dan Dare II e Tintin on the Moon, um jogo que saiu sensivelmente pela mesma altura (um mês antes), criado pela mesma equipa (excluindo Simon Butler), e que de alguma forma levou a que o efeito novidade se tenha dissipado aquando do lançamento de Dan Dare III. Não falta sequer a sequência de vôo de Dan Dare quando viaja de nível para nível, muito semelhante à que se encontra em Tintin.
Visto os pontos menos favoráveis, e não querendo nós que fiquem com a sensação que não gostámos de Dan Dare III, vamos então ao que se encontra de positivo neste jogo.
Assim, para começar, a elevada jogabilidade, sendo uma melhoria imensa em relação ao episódio anterior. Dan Dare desloca-se agora, isto é, voa, com recurso a um jetpack, à boa maneira de Jet Pac, o clássico da Ultimate. O movimento é muito gracioso, as tecla são altamente responsivas, e é um prazer comandar este nosso herói. O disparo também é muito fácil e certeiro, ao contrário do que acontecia no episódio anterior, que devido à falta de manobrabilidade da maquineta que Dan Dare comandava, os tiros por vezes iam parar onde não queríamos, levando até a um fim prematuro.
Se Dan Dare e Dan Dare II impressionavam pelos gráficos, este novo episódio não lhes fica atrás. Embora tendo um aspecto cartoonesco mais moderno e menos anos 50, o enorme colorido, sem ponta de mistura de atributos, e especialmente as explosões, debitando cores por todos os lados, num efeito apenas semelhante a alguns dos outros jogos da dupla Perry e Bruty (Savage, Extreme, Captain Planet) e, talvez, Exolon, contribuem para uma verdadeira êxtase dos sentidos, mesmo tendo em conta a parca dimensão dos níveis. Mas como os olhos também comem, como diz o ditado, o jogo ganha aqui importantes créditos.
O sistema usado para power-ups também é feliz. É fácil aceder aos vários extras (basta carregar para baixo), podendo estes serem adquiridos num interface que se encontra no primeiro nível, no local onde se encontra a projecção de Mekon. Os power-ups podem e devem ser utilizados ao longo do jogo, residindo neste ponto a maior ou menor facilidade em se completar a aventura. Por um lado, é fácil perder-se energia no contacto que vamos ter com os muitos inimigos ou até no vôo entre níveis. No entanto, facilmente se adquire vidas e mais e melhor armamento, permitindo avançar bastante e com relativa facilidade na aventura. Talvez fosse aconselhável uma menor facilidade na aquisição destes extras, iria seguramente elevar o nível de dificuldade e aumentar a longevidade.
Mas no fim, o que conta, é o divertimento que se tira do jogo. E este é elevado, com uma capacidade viciante bastante boa, pelo menos até se terminar a aventura. Tivesse o jogo níveis maiores ou até mais níveis e atingiria facilmente o estatuto máximo. Talvez se tivessem pensado Dan Dare III para o 128K, e não apenas para o 48K...
Poderão aqui descarregar Movimentos Bancários.
Máquina de Escrever é um pequeno programa que o David Mendes encontrou no seu enorme lote de cassetes. Como o nome indica, simula uma máquina de escrever.
Poderão aqui descarregar o programa.
Poderão aqui descarregar Letras.
A digitalização de Miguel Brandão encontra-se aqui.