sábado, 14 de março de 2026

Dan Dare III: The Escape


Nome: Dan Dare III: The Escape
Editora: Virgin Games
Autor: David Perry, Nick Bruty, Simon Butler
Ano de lançamento: 1990
Género: Acção
Teclas: Redefiníveis
Joystick: Kempston, Sinclair
Memória: 48K
Número de jogadores: 1
Link para descarga: Aqui

As aventuras de Dan Dare, um herói pouco conhecido por estas bandas, pelo menos até ao lançamento dos jogos para o ZX Spectrum baseado nesse personagem, terminaram com o terceiro episódio, denominado The Escape. E se no segundo episódio, apesar da excelência técnica na programação, a aventura enfermava de alguns (muitos) problemas ao nível da jogabilidade, estes foram resolvidos nesta terceira parte. No entanto, surgiram outros problemas a que leva a que, por muito pouco, Dan Dare III não atinja o estatuto de Mega Jogo em Planeta Sinclair. Aliás, foi também essa a opinião na review da revista Your Sinclair, tendo-lhe sido atribuído a classificação de 89%, a mero 1% do galardão "Megagame", mas cuja análise descreve na perfeição as principais lacunas deste jogo.

Vamos à primeira dessas lacunas. Assim, todo o ambiente a envolver esta aventura, se bem que apresentando cenários magníficos, profusamente coloridos, pouco tem a ver com a saga de Dan Dare, e que foi recriado de forma perfeita nos episódios anteriores. A isso não é alheio o facto de este jogo até se chamar originalmente Crazy Jet Racer e nada ter a ver com o universo de Dan Dare, tendo sido depois transformado o personagem principal nesse herói. Não é assim de estranhar que os inimigos também nada tenham a ver com os inimigos habituais nas aventuras de Dan Dare, tendo depois sido criada uma história à volta dessas mudanças. Podem achar que é um pequeno pormenor, mas pensem na polémica que foi criada quando Renegade III saiu, com uma ambiência que nada tinha a ver com os dois episódios anteriores. Entendem agora porque chamamos a atenção para este pormenor?

Uma segunda lacuna, e que para nós é talvez o principal ponto negativo em Dan Dare III tem a ver com a sua dimensão. Não dos personagens, que por sinal até são bem apreciáveis (oo-er), mas da aventura em si. E se Dan Dare II era demasiado difícil, este novo episódio é demasiado fácil, levando a que se termine em pouco mais de um quarto de hora. Apostamos também que muita gente o terá terminado logo no dia em que o adquiriu. Tendo em conta o preço original do jogo em 1990, quase 10 libras, convenhamos que o rácio custo / benefício não era muito elevado.

Por fim, uma terceira lacuna será a sua falta de originalidade. Mais uma vez, não tanto da história do jogo. Esta falta de originalidade reside essencialmente nas semelhanças entre Dan Dare II e Tintin on the Moon, um jogo que saiu sensivelmente pela mesma altura (um mês antes), criado pela mesma equipa (excluindo Simon Butler), e que de alguma forma levou a que o efeito novidade se tenha dissipado aquando do lançamento de Dan Dare III. Não falta sequer a sequência de vôo de Dan Dare quando viaja de nível para nível, muito semelhante à que se encontra em Tintin.

Visto os pontos menos favoráveis, e não querendo nós que fiquem com a sensação que não gostámos de Dan Dare III, vamos então ao que se encontra de positivo neste jogo.

Assim, para começar, a elevada jogabilidade, sendo uma melhoria imensa em relação ao episódio anterior. Dan Dare desloca-se agora, isto é, voa, com recurso a um jetpack, à boa maneira de Jet Pac, o clássico da Ultimate. O movimento é muito gracioso, as tecla são altamente responsivas, e é um prazer comandar este nosso herói. O disparo também é muito fácil e certeiro, ao contrário do que acontecia no episódio anterior, que devido à falta de manobrabilidade da maquineta que Dan Dare comandava, os tiros por vezes iam parar onde não queríamos, levando até a um fim prematuro.

Se Dan Dare e Dan Dare II impressionavam pelos gráficos, este novo episódio não lhes fica atrás. Embora tendo um aspecto cartoonesco mais moderno e menos anos 50, o enorme colorido, sem ponta de mistura de atributos, e especialmente as explosões, debitando cores por todos os lados, num efeito apenas semelhante a alguns dos outros jogos da dupla Perry e Bruty (Savage, Extreme, Captain Planet) e, talvez, Exolon, contribuem para uma verdadeira êxtase dos sentidos, mesmo tendo em conta a parca dimensão dos níveis. Mas como os olhos também comem, como diz o ditado, o jogo ganha aqui importantes créditos.

O sistema usado para power-ups também é feliz. É fácil aceder aos vários extras (basta carregar para baixo), podendo estes serem adquiridos num interface que se encontra no primeiro nível, no local onde se encontra a projecção de Mekon. Os power-ups podem e devem ser utilizados ao longo do jogo, residindo neste ponto a maior ou menor facilidade em se completar a aventura. Por um lado, é fácil perder-se energia no contacto que vamos ter com os muitos inimigos ou até no vôo entre níveis. No entanto, facilmente se adquire vidas e mais e melhor armamento, permitindo avançar bastante e com relativa facilidade na aventura. Talvez fosse aconselhável uma menor facilidade na aquisição destes extras, iria seguramente elevar o nível de dificuldade e aumentar a longevidade.

Mas no fim, o que conta, é o divertimento que se tira do jogo. E este é elevado, com uma capacidade viciante bastante boa, pelo menos até se terminar a aventura. Tivesse o jogo níveis maiores ou até mais níveis e atingiria facilmente o estatuto máximo. Talvez se tivessem pensado Dan Dare III para o 128K, e não apenas para o 48K...

Vice City Blues

 
Nome: Vice City Blues
Editora: Softimar
Autor: Mário Armão Ferreira
Ano de lançamento: 2026
Género: Aventura gráfica
Teclas: Não redefiníveis
Joystick: Não
Memória: 128K, Next
Número de jogadores: 1
Link para descarga: Aqui

Bem tínhamos prometido há algum tempo que o Mário Ferreira estava a trabalhar num novo jogo que iria ofuscar tudo o que já tinha feito até aqui. Cumpriu-o na íntegra, com uma aventura gráfica capaz de ombrear com o que se fez de melhor no género, trazendo à memória aventuras como a brilhante Vera Cruz Affair. E sendo praticamente todo programado em BASIC, pasme-se...

Este novo jogo, Vice City Blues, utiliza o motor que já havia sido iniciado em Quivira: the Adventure. Mas as melhorias foram imensas, levando a esperar que no futuro o Mário volte a utilizar este motor, expandindo ainda mais as suas capacidades. O único limite aqui parece ser a memória, ou melhor, falta dela, pois este jogo já esticou tudo até ao limite (na versão do ZX Spectrum já não foi possível sequer contemplar algumas coisas que estavam previstas).

Uma nota adicional sobre esta pequena review: focámo-nos na versão do ZX Spectrum, pois é o fito principal do blogue, no entanto, a maior parte daquilo que aqui deixamos, aplica-se também ao Spectrum Next, cuja versão irá sair em breve.


O tema  de Vice City Blues, a fazer lembrar Hill Street Blues, é policial e vem devidamente descrito na magnifica intro que o Mário colocou, ainda antes do jogo propriamente dito começar. Percebemos assim que há cerca de um ano tinha havido um arrombamento muito estranho nas instalações de uma empresa. Estranho, no sentido em que nada tinha sido roubado, pelo contrário, até foi deixado algo que não se enquadrava no restante cenário do "crime". E chegamos assim aos dias de hoje.

Assumimos então o papel de Alex, um polícia de giro, que chega à esquadra e prepara-se para aquilo que parece ser mais um dia normal de trabalho, a passar multas de trânsito, e pouco mais. Mas quando recebe pela rádio a informação que houve um acidente de trânsito, sem vítimas humanas, Alex envolve-se então numa trama muito mais complexa e que vai levá-lo a passar por cerca de uma trintena de locais diferentes, até conseguir deslindar o crime e deter o criminoso. Ou será que é uma criminosa?

A dinâmica de Vice City Blues, e apesar do uso do motor de Quivira, distingue-se claramente deste último jogo. Ao invés de um mapa, no qual se vão descobrindo os diversos locais de interesse, como acontecia em Quivira, tudo aqui se desenrola de forma um pouco mais linear e muito mais aparentada com as aventuras gráficas point & click. De notar que existe, no canto inferior direito, a pontuação obtida e a máxima, sendo este um importante indicador daquilo que avançámos na aventura e se estamos mais próximos ou mais longe de atingir o objectivo final. Enquanto que algumas acções são fundamentais para se poder avançar na história, outras são facultativas. E isso mesmo iremos perceber quando passamos de dia (existem três dias e um epílogo), e nos é fornecida a pontuação obtida até ao momento.
 

Se antes experimentaram Quivira, não vão ter grandes problemas em entrar neste novo jogo, pois tudo vai ser muito mais intuitivo. Em cada cenário, movemos um cursor que vai revelando os pontos de interesse ou que poderão ser alvo de alguma acção da nossa parte. Por vezes apenas dá algum texto descritivo, mas fundamental para accionar outras opções. Além disso, por vezes teremos que ir insistindo numa determinada acção. Por exemplo, falarmos com certa pessoa apenas uma vez, poderá não ser o suficiente para se poder avançar. Será assim sempre bom ir insistindo, mesmo que isso implique repetir alguns comandos, pois novos momentos ou acções poderão ser desencadeados. Além disso, para se poder avançar para o cenário seguinte, é obrigatório que tenhamos resolvido tudo no cenário presente.
 
Uma outra novidade em Vice City Blues é a presença de dois quebra-cabeças. Quando chegamos a essa parte, teremos que utilizar intensamente as nossas capacidades lógicas, para se poder resolver o puzzle. E é bom termos papel e caneta à frente, pois pelo menos num deles, irá facilitar muito a busca da solução.

De resto, o jogo flui de forma muito lógica e natural e tem uma grande capacidade viciante. Claro que depois de o termos terminado, tão cedo a ele não voltaremos, mas isso é uma inevitabilidade deste tipo de jogos. Certamente irá estar no GOTY 2026, o que é inteiramente justo, diga-se.

sexta-feira, 13 de março de 2026

KIM


KIM é a tradução para a nossa língua de um jogo com o mesmo nome da Sinclair Research, que saiu na compilação Pastimes 2.

Poderão aqui descarregar este jogo encontrado nas cassetes de Ramiro Alves.

quinta-feira, 12 de março de 2026

Movimentos Bancários (MIA)


Numa das cassetes que vinham no espólio do cientista Eurico da Fonseca, encontrámos este programa para gerir bancos. Não nos parece que tenha sido feito por ele, até porque o programa encontra-se incompleto.

Poderão aqui descarregar Movimentos Bancários.

quarta-feira, 11 de março de 2026

M (MIA)


M é mais um pequeno programa recuperado do material do Manuel Lemos. Simula um simples órgão, podendo ter sido um
type-in
de alguma revista.

Poderão aqui descarregar M.

terça-feira, 10 de março de 2026

Máquina de Escrever (MIA)

Máquina de Escrever é um pequeno programa que o David Mendes encontrou no seu enorme lote de cassetes. Como o nome indica, simula uma máquina de escrever.

Poderão aqui descarregar o programa. 

 

segunda-feira, 9 de março de 2026

Letras (type-in)


Letras, que encontrámos nas cassetes de Ramiro Alves, será um adaptação ou type-in de um jogo muito simples.

Poderão aqui descarregar Letras.

domingo, 8 de março de 2026

JND: Micromania (P&B) - 056


O mote que abre a Micromania de 14 de maio de 1989 é a representação perfeita deste espaço: um ponto de encontro entre jovens leitores que se conhecem e trocam colaborações. E assim foi, uma espécie de fórum por carta, anos antes do advento da internet.

A digitalização de Miguel Brandão encontra-se aqui.

sábado, 7 de março de 2026

Beavis and Butthead in Junk Food (MIA)


Beavis and Butthead in Junk Food é uma demo que há muito que tínhamos preservado, e que ainda não tínhamos partilhado com a comunidade. Vale a pena espreitar (ouvir) as músicas que dela fazem parte.

Poderão aqui descarregar o programa.

Teknamic estreia Silver Collection com Poker 2023, de Zé Oliveira


A Teknamic anunciou o lançamento de Poker 2023, de Zé Oliveira, o primeiro título da nova Silver Collection, uma série dedicada à recuperação e celebração de jogos menos conhecidos para o ZX Spectrum, de tiragem única e limitada.

A história dos videojogos portugueses começou ainda nos primeiros anos da década de 1980, quando microcomputadores como o Sinclair ZX81 começaram a chegar a Portugal. Jovens programadores a programar os microcomputadores da época. Parte dessa história encontra-se hoje documentada no livro Os Programadores Portugueses.

Na década de 1980, muitos dos jogos e programas circulavam informalmente, sendo copiados livremente em compilações, como as da Astor Software. Por essa razão, vários dos primeiros programadores portugueses nunca chegaram a ver os seus jogos distribuídos oficialmente.

É para homenagear essa era primordial da criação de videojogos em Portugal que a Teknamic estreia a Silver Collection, uma nova série oficial dedicada à recuperação e celebração de títulos menos conhecidos para o ZX Spectrum, apresentados em edições físicas, colecionáveis e acessíveis, com tiragem única, limitada a 50 unidades.


O primeiro lançamento da coleção é Poker 2023, um jogo criado pelo pioneiro português Zé Oliveira. O projeto teve origem em 1984, quando o autor decidiu programar a própria versão de um jogo de cartas que um amigo costumava jogar nas máquinas da época. No entanto, com a entrada na vida universitária, o projeto acabou por ficar incompleto. Faltavam o ecrã de carregamento e as cartas de figura, dama, valete e rei, que ficaram por ilustrar.


Quase quarenta anos depois, em 2023, Zé Oliveira regressou ao código original, completou o trabalho artístico em falta e compilou finalmente o jogo, dando nova vida a um pequeno projeto pessoal nascido nos primeiros tempos do ZX Spectrum em Portugal. Esta versão também foi utilizada como base para o tutorial do Concurso BASIC Apascalado 2024, iniciativa organizada pelo próprio Zé Oliveira em conjunto com o Planeta Sinclair.


Zé Oliveira também é conhecido por ter desenvolvido Laser e Bala para o Sinclair ZX81 em 1982, jogos frequentemente citados entre os primeiros videojogos criados em Portugal. Atualmente mantém uma ligação ativa com o ZX Spectrum e continua a programar para a plataforma através da Zarsoft, juntamente com o seu filho David, mantendo viva a tradição de programação nos computadores da Sinclair.

Este lançamento contou com o apoio do Museu LOADZX e do Planeta Sinclair, entidades que continuam a desempenhar um papel fundamental na preservação e divulgação da história da informática e dos videojogos em Portugal.

Mais informações sobre esta edição podem ser encontradas na página oficial do lançamento.

Ficha técnica

Título: Poker 2023
Autor: Zé Oliveira
Ano de criação: 1984
Ano de conclusão: 2023
Plataforma: ZX Spectrum
Editora: Teknamic
Coleção: Silver Collection
Tiragem: única e limitada a 50 unidades
Formato: Cassete áudio
Preço: 7,90 EUR (Portugal)

Sweet Fightin' +2


Isto é que foi uma surpresa... Sweet Fightin' +2 é a homenagem ao jogo de "porrada" que fez a bonita idade de 35 anos, Street Fighter 2.

O jogo apresenta novos cenários, 12 lutadores e uma grande jogabilidade, muito, mas muito melhor do que o original, o que já comprovámos. Talvez até nos tornemos fãs do jogo, nem que seja por umas horas, pois está de facto muito bem desenvolvido.

Este é daqueles jogos que parece ter sido feito à medida para dois jogadores. Para já ainda não deu para ver como se comporta a esse nível. Alertamos apenas que é melhor jogar em máquinas que permitam o carregamento em flash, doutra forma passarão a maior parte do tempo a carregar os níveis.

Venham já aqui descarregar Sweet Fightin' +2, deliciem-se com uma boa sessão de tareia e não se esqueçam de deixar uma pequena contribuição ao seu autor, o talentoso Andy Precious.

sexta-feira, 6 de março de 2026

Discos (MIA)


O David Mendes conseguiu recuperar mais um programa de 1983 do José Carreira. Trata-se de uma base de dados para registar os discos de uma discoteca. E o programa encontra-se bastante bem desenvolvido, tendo certamente sido muito útil na gestão de stocks.

Poderão aqui descarregar este utilitário.

quinta-feira, 5 de março de 2026

The Gang of Four Ride Again


Tomámos agora conhecimento que saiu mais uma aventura do género "make your own adventure", acompanhada não só pela edição física, assim como por um livro, algo que não é muito frequente acontecer. O seu autor é Lambert T. Marx.

A versão digital desta história / aventura poderá aqui ser descarregada e tem um custo de £3.63. Se preferirem a versão física, essa tem um custo de £12.14 mais portes e pode aqui ser descarregada. Por fim, podem aqui complementar o jogo com o livro.

quarta-feira, 4 de março de 2026

SpyPrint (MIA)


SpyPrint é mais um leitor de cabeçalhos ("headers"), que ainda não estava preservado. O programa encontrava-se nas cassetes do David Mendes, que entretanto recuperou o programa.

Poderão aqui descarregar SpyPrint.

terça-feira, 3 de março de 2026

Solitário


Solitário é a tradução de Solitaire, um jogo incluído na colectânea Pastimes 1, lançada pela Sinclair Research nos primeiros tempos do ZX Spectrum.

Poderão aqui descarregar mais este jogo encontrado nas cassetes do David Mendes.

Minimum Squares Line (com autostart)


Há umas semanas, tínhamos partilhado um pequeno utilitário criado por Luís Gonçalves, que tinha uma peculiar forma de carregar (ver aqui).

Entretanto, o Zé Oliveira transformou o programa, criando a rotina de autostart, permitindo carregá-lo mais facilmente.

Poderão aqui descarregar esta nova versão.

segunda-feira, 2 de março de 2026

Savior of Lost Souls


Parece inacreditável, mas em 2026, 45 anos depois do lançamento do ZX81, continuam a sair novos jogos para este computador. O mais recente é Savior of Lost Souls e é baseado numa obra de 2024 de James R. Bateman, um escritor que desconhecemos, mas que é amigo do autor do jogo.

Quem gosta de aventuras de texto do estilo D&D, tem aqui bons motivos de divertimento. Para isso basta aqui virem descarregar o jogo.

Speccy Soccer MicroHobby Edition 2026


Outro dos jogos que saiu no mais recente número da MicroHobby, a par de JAAM Rivals, foi Speccy Soccer, o surpreendente jogo de futebol lançado pela Voxel Tower em 2023. E esta edição da MicroHobby, nem que seja apenas por este jogo, já merece ser adquirida, pois o jogo, apesar de não estar mencionado na revista, e é uma pena, tem alterações suficientes ao original que justificam que se invista nele. É um pouco incompreensível que não o seja referido, pois por si só, seria um óptimo veículo de promoção da revista.

Assim, em Speccy Soccer MicroHobby Edition 2026, podem contar com equipas actualizadas, mas também alterações nos próprios controlos e dinâmicas de jogo, como seja a inclusão do joystick, ou efeitos no disparo da bola.

De negativo, apenas a grande dificuldade de domínio da bola e dificuldade em ver por onde ela anda ou quem a controla, o que de resto já era uma lacuna no original. Uma pena não ter melhorias a esse nível.

domingo, 1 de março de 2026

Beyker's Jukebox


Depois de umas pequenas férias, estamos de regresso e começámos a ver aquilo que fomos perdendo nos últimos dias, entre jogos, lançamento de revistas e até este Beyker's Jukebox, uma compilação com mais de 70 temas musicais, lidos através de um menu inicial bastante intuitivo, desenvolvido por Beyker, que recentemente teve Bolalela 5 galardoado no GOTY do Planeta Sinclair e Museu LOAD ZX (ver aqui).

A colectânea está excelente, a única coisa que não gostámos foi da escolha de teclas, levando a enganos frequentes. Mas não se pode ter tudo...

Podem aqui vir descarregar este programa.

JND: Micromania (P&B) - 055


"Mãos ao ar e passem para cá as dicas!!" É assim, de forma imaginativa, que se abriu o espaço para dicas da Micromania, com a figura cinematográfica do Robocop, então tremendamente popular em Portugal! Também foi publicado um mapa de R-Type, o jogo que talvez tenha sido o mais mapeado da Micromania? Destaco, pessoalmente, a análise de Treasure Island Dizzy, que me fez comprar, alguns anos depois, a compilação oficial da Dizzy Collection — de todos os Dizzys —, que é também o meu favorito.

A digitalização da edição de 7 de maio de 1989, realizada por Miguel Brandão, encontra-se aqui.

sábado, 28 de fevereiro de 2026

Jogo do Mês: Samera and the City of Thinis

F-Fonts Volume 2 (MIA)


Depois de F-Fonts Volume 1, temos agora o  volume 2, provavelmente da autoria de Dave Fountain. O programa apresenta mais uma colecção de 12 fontes para serem utilizadas nos programas do ZX Spectrum.

Poderão aqui descarregar este utilitário.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

Vencedor ZX Spectrum Game Hall of Fame 2026


Chegou ao fim o grandioso GOTY 2025.

A edição deste ano contou com a terceira edição do ZX Spectrum Game Hall of Fame, uma iniciativa que pretende homenagear, de forma mais permanente, os jogos que marcaram o percurso de todos aqueles que utilizaram estes computadores.

A escolha do vencedor foi feita através de votação do público, e o grande vencedor foi o Bomb Jack!

  • 2024 - Chuckie Egg
  • 2025 - Target: Renegade
  • 2026 - Bomb Jack
Até para o ano!

Os vencedores das novas categorias do GOTY 2025

Chegou ao fim o grandioso GOTY 2025.

A edição deste ano contou com a estreia de novas categorias: Melhor Demo, organizada pela Associação Inércia, e uma das categorias mais pedidas, agora tornada possível graças à parceria com a SpecNextMelhor Jogo de ZX Spectrum Next.

E os vencedores são:

Melhor Demo


Melhor Jogo ZX Spectrum Next


Parabéns a todos os vencedores!

Doctor la Mort


David Gracia, isto é Toku, está de volta ao ZX Spectrum, depois de uma pausa de muitos meses. E volta em grande estilo, com um jogo repleto de mistério, elementos macabros e sinistros, e, presumimos, um grau de dificuldade de fazer corar Abu Simbel.

Como estamos fora, não temos possibilidade de testar o jogo nestes dias, ficará para quando regressarmos. Até lá podem vir aqui descarregar o jogo e dar uma pequena contribuição ao seu autor.