sexta-feira, 17 de agosto de 2018
Slither Shiny 2018
Nome: Slither Shiny 2018
Editora: NA
Autor: Dmitry Krapivin
Género: Puzzle
Ano de lançamento: 2018
Teclas: Não redefiníveis
Joystick: Não
Memória: 48 K
Número de jogadores: 1
Através de Pixel Perfeito descobrimos que Dmitry Krapivin lançou mais um mini-jogo, desta vez um remake de um programa que apareceu em 1985 para o Atari 8-bit, embora a página World of Spectrum tenha colocado o mesmo jogo como MIA e com data de 1984. E existe ainda uma fotografia do jogo, recentemente vendido numa página de leilões, onde se pode ver a data de 1983. Fica aqui um mistério por resolver...
O conceito de Slither é muito simples, fazendo lembrar Snake. Controlamos uma pequena lagarta que tem que comer uns pequenos pontos azuis. De cada vez que come um ponto, aumenta na mesma proporção o seu tamanho, tornando-se mais difícil manobrá-la. Isso porque se ela de alguma forma ficar encurralada com o seu próprio corpo, com este a obstruir o caminho, perde uma vida.
Estamos assim perante um quebra-cabeças, que apesar da sua simplicidade teria tudo para ser um vencedor. O problema é que a sua implementação deixa algo a desejar. Assim, o comando da lagarta é demasiado sensível, e é muito frequente andarmos mais casas do que aquelas que desejamos. Enquanto a lagarta tem uma dimensão pequena, não existe grande problema, mas a partir de certo ponto torna-se injogável, pois qualquer passo a mais é suficiente para nos fazer perder uma vida.
Os gráficos são básicos, assim como o som, mas se o programador conseguir afinar os movimentos da lagarta, poderemos vir a ter um jogo bem mais interessante, Destaque para a opção de jogar com a inércia ligada, que, bem... O melhor é experimentarem...
Poderão aqui vir buscar o jogo.
Poker (MIA)
Já cá tínhamos por casa, a aguardar a sua vez para ser disponibilizado, Poker, criado por um português com as siglas JMF. Mas Jose Manuel (El Trastero del Spectrum), mandou-nos uma outra versão deste jogo, agora sem o menu inicial da nossa versão.Ficam então as duas versões preservadas para a posteridade, podendo aqui ser descarregadas. Boas apostas!
quinta-feira, 16 de agosto de 2018
Preview: Montana Mike
Depois de Dungeonette e DeltaStar Earth Defence, Adrian Cummings trabalha a todo o vapor em Montana Mike, para que antes do final do ano (que é como quem diz época Natalícia), esteja pronto para poder ser jogado nos nosso Spectrum Next. Ou nos emuladores, para quem não conseguiu comprar o computador na campanha de crowdfunding.
Já tínhamos a ideia que o jogo seria semelhante a Rick Dangerous, e pela amostra do vídeo disponibilizado pelo próprio Adrian, não ficámos muito longe. Parece ter boa jogabilidade e muito provavelmente iremos estar perante mais um êxito. Relembre-se que os dois primeiros jogos deste auto, na sua versão física, já se encontram esgotados.
Começou a produção das boards do Next
A SMS iniciou ontem o processo de preparação da produção para a fabricação das boards 2B e daughterboards em Nottingham, arrancando definitivamente na próxima semana. O primeiro lote a sair da linha de montagem será testado no dia 21, por forma a garantir que tudo estará em condições.
Por outro lado, com a matriz final do teclado concluída e testada, está agora dentro dos parâmetros originais permitindo uma boa sensação de toque, estando agora a ser testada quanto à resistência do material.
Quanto à case, com os ajustes finais feitos, vai agora incluir parafusos permitindo que seja aberta sem danificar os fios de plástico. Embora seja uma mudança em relação aos planos originais, que previa a colocação dos parafusos no próprio plástico (assim como no Spectrum e no Spectrum + originais), é uma melhoria que a comunidade vinha a exigir.
Na próxima semana haverá outra actualização, directamente da SMS, mostrando as placas 2B a serem testadas.
Planeta Sinclair e Jogos 80 no canal de Arnau Jess
Arnau Jess foi um dos primeiros seguidores de Planeta Sinclair. Além disso, possuí um canal no You Tube muito interessante, onde regularmente vai fazendo a review de videojogos (incluindo os do Spectrum, claro) e que não dispensamos de consultar. Poderão ver o vídeo acima, que desde já convidamos a ver, e, se gostarem, poderão também subscrever o seu canal.
No seu mais recente episódio, Planeta Sinclair e Jogos 80 foram os escolhidos para dele fazerem parte, o que desde logo nos deixou duplamente orgulhosos. Como possivelmente sabem, alguns dos elementos de Planeta Sinclair também fazem uma perninha na revista Jogos 80 (e na revista Espectro).
É também um grande motivo de satisfação vermos os nossos amigos espanhóis darem o nosso blogue como referência da cena Spectrum. É precisamente este clima de colaboração mútua que potencia a cena, que dá a conhecer o Spectrum a cada vez mais gente, e que nos motiva também a continuar...
quarta-feira, 15 de agosto de 2018
Top jogos mais vendidos Agosto 1983
A Psion e a Melbourne House continuavam a dominar o top 10 dos jogos mais vendidos pela cadeia W H Smith. Mas surge uma novidade, a Ultimate entra directamente para o segundo lugar da tabela com Jetpak.
A saga Horace continua também a dar cartas, com a reentrada no top de Horace Goes Skiing. Por outro lado, The Hobbit parece ter entrado na curva descendente, depois de ter ocupado o top nos primeiros meses.
Uma nota ainda para a Imagine que consegue colocar dois títulos no top, Ah Diddums e Arcadia.
A saga Horace continua também a dar cartas, com a reentrada no top de Horace Goes Skiing. Por outro lado, The Hobbit parece ter entrado na curva descendente, depois de ter ocupado o top nos primeiros meses.
Uma nota ainda para a Imagine que consegue colocar dois títulos no top, Ah Diddums e Arcadia.
terça-feira, 14 de agosto de 2018
Expansão para Carlos Michelis
Carlos Michelis, jogo argentino de 2012, tem agora uma expansão com um mapa alternativo da mansão dos mafiosos. Mas para que consigam instalá-la, necessitam de possuir o jogo original, que pode ser adquirido ao preço de 5 dólares.Terão depois que ter algum espaço livre para poder instalar os novos ficheiros, e só então poderão experimentar o novo cenário e cujo mapa Pavero já disponibilizou.
Quem não conhece Carlos Michelis, a mecânica do jogo faz lembrar o recente The World War Simulator: Part II, uma aventura labiríntica, com muitos inimigos para abater pelo meio. Mas o melhor será experimentarem primeiro o original, cuja demos poderá aqui ser obtida, e então decidirem se vale a pena a sua aquisição.
segunda-feira, 13 de agosto de 2018
Nascimento do André (MIA)
Para hoje, apresentamo-vos mais uma curiosidade de produção nacional da autoria do já conhecido Henrique Oliveira. Ao que conseguimos perceber, este terá criado uma animação com o programa Macro for Construction and Animation de 1983 para celebrar o nascimento do seu filho, de nome André.
Este software prometia ajudar o utilizador a conceber "computer movies", filmes feitos em computador. Os gráficos não são minimamente comparáveis aos melhores jogos da época, mas tanto em conta a novidade que representou para à época um programa do género, podemos considerar que foi revolucionário.
Apesar de ser uma criação bastante simples e muito pessoal, diríamos que tem interesse ser preservada e partilhada, já que, ao que sabemos, não estão preservadas online quaisquer criações nacionais feitas com este programa.
Esperamos que gostem de mais esta preciosidade que conseguimos descobrir, podem aceder-lhe aqui.
Se algum dos nossos leitores já tiver utilizado este programa e ainda tiver alguma criação sua que queira partilhar, pode contactar-nos e trataremos da conversão da cassete.
domingo, 12 de agosto de 2018
Continental Circus
Nome: Continental Circus
Editora: Virgin Mastertronic
Autor: Teque Software Development
Ano de lançamento: 1989
Género: Race'n'chase
Teclas: Redefiníveis
Joystick: Kempston, Sinclair
Memória: 48/128 K
Número de jogadores: 1
As simulações automobilísticas, nomeadamente as do Grande Circo (Fórmula 1), sempre foram das mais populares, aparecendo com uma certa regularidade desde o nascimento do Spectrum (quem não se lembra de Chequered Flag?). Nem todas conseguiam recriar os circuitos, até pelas próprias limitações em termos de memória do computador, mas Continental Circus consegue encaixar oito circuitos diferentes, para nosso deleite.
Mas aqui não se trata de um campeonato, na verdadeira acepção da palavra. Antes conseguirmos qualificar-nos para a corrida seguinte, e isso passa por conseguirmos terminar a corrida abaixo da posição pré-definida de início. Claro que à medida que vamos avançando nos circuitos, essa posição torna-se também mais exigente, muito embora comecemos a corrida na posição onde terminámos a anterior (um pouco como Road Race).
Mas a tarefa é tudo menos fácil, pois além de não ser conveniente irmos parar à relva, já que a velocidade diminui consideravelmente e se formos contra um obstáculo o carro sofre danos, mas também porque os restantes concorrentes não nos facilitam a vida, aparecendo sempre no local menos próprio, tornando as ultrapassagens um exercício de grande destreza, em especial nas curvas. Além disso, cada circuito tem vários troços que têm que ser cumprido num tempo limite, se não somos desqualificados.
Uma nuance muito engraçada de Continental Circus são as paragens nas boxes. Se o nosso carro sofrer danos, convém que façamos uma paragem para o reparar (enquanto estamos nas boxes o tempo não corre). Doutra forma, além do nosso carro diminuir a sua performance, corremos mesmo o risco de estoirar o motor. Outra pormenor engraçado é o da chuva, que tem uma boa probabilidade de acontecer em alguns dos circuitos. Nesse caso a condução é muito influenciada pelas condições atmosféricas, pelo que todo o cuidado é pouco.
Mas também cada circuito exige um estilo diferente de condução. Começamos no Brasil, depois EUA, França, Mónaco, Alemanha, Espanha, México e finalmente o Japão, este apenas para os verdadeiros ases do volante.
Mas não há motivos para desesperarmos se não conseguirmos a qualificação à primeira. Os programadores foram amigos e decidiram conceder quatro créditos. Quer isso dizer que temos a possibilidade de continuar a conseguir a qualificação, partindo da posição de onde terminamos a última corrida, enquanto tivermos créditos disponíveis.
Continental Circus está bem implementado, mesmo tendo alguns problemas ao nível do sistema de colisão, que é "amigo", fazendo com que por vezes não abalroemos ou sejamos abalroados pelos concorrentes. Os gráficos são monocromáticos, o que até convém, pois melhora a nossa visibilidade. Já o som, como é habitual neste tipo de jogos, é o elo mais fraco. Mas também não se pode ter tudo, não é?
Mesmo não acrescentando nada de novo, Continental Circus consegue fazer-nos passar uma tarde divertida, sendo, sem dúvida, um dos melhores jogos do género.
sábado, 11 de agosto de 2018
O Esqueleto Humano (MIA)
Directamente da arrecadação do Vasco Gonçalves chegou-nos mais uma pérola da Astor Software. Criado por Paulo César Branco em 1985, O Esqueleto Humano é mais um programa da série educacional desta editora.
O Esqueleto Humano é constituído por duas partes, seleccionadas através de um menu inicial. Podem assim proceder à consulta informativa do crânio, membro superior, mão, tórax, coluna, bacia, membro inferior e pé. Depois de se sentirem à vontade com o nome de todos os ossos, têm possibilidade de avançar para o teste de conhecimentos.Não sendo um programa excepcional, já vimos bem melhores da Astor Software, vale pela curiosidade. Assim, quem o quiser descarregar, pode aqui fazê-lo.
sexta-feira, 10 de agosto de 2018
Multipaint 2018 (Version 1.8.2018)
Já se questionaram como é que Andy Green faz aqueles brutais ecrãs de carregamento? Pixel Perfeito questionou-se (e nós também). Assim, além de Andy ter um talento inato, como é óbvio, utiliza uma ferramenta muito útil, que simula na perfeição a palete do Spectrum, e que já vai na sua quinta versão: Multipaint.
Multipaint 2018 traz algumas inovações relativamente à versão anterior, suportando ainda outros formatos além do Spectrum, tais como o Commodore, MSX, Amstrad, entre outros. Funcionando em ambiente Windows, inclui uma ferramenta de desenho com todas as habituais funcionalidades nos programas do género (basta ver a keysheet abaixo, com as novas funcionalidades a amarelo), permitindo ainda fazer a emulação do colour clash, um mimo, portanto, para os fãs do Spectrum.
Mais informações, incluindo o manual e o próprio programa (gratuito), poderão vir aqui.
quinta-feira, 9 de agosto de 2018
Feliz Aniversário Pedro Pimenta!!!!!!
Depois do Mário Viegas, hoje foi o aniversário de mais um colaborador de Planeta Sinclair. Como tal, arranjámos forma de o homenagear condignamente, desde já agradecendo todo o apoio que nos tem dado...
quarta-feira, 8 de agosto de 2018
Vota B: Crónicas de uma Preservação Inesperada - Parte 1
Muitos dos jogos preservados por Planeta Sinclair são resgatados de cassetes que, ou foram adquiridas ao longo do tempo pela nossa equipa, ou cedidas gentilmente por leitores do Planeta para efeitos de preservação. Cassetes piratas ou de uso doméstico guardam, muitas vezes, pequenos tesouros que merecem a nossa atenção por serem parte de um pedaço de história.
Por vezes, alguns desses tesouros chegam-nos de onde menos esperamos. Um dos colaboradores de Planeta Sinclair decidiu reorganizar os seus backups que foram se acumulando ao longo dos anos, e por um acaso descobriu um ficheiro com um nome muito sugestivo, do ano de 2003, o qual fez o colaborador pensar que se tratasse de algumas das brincadeiras que pudesse ter feito na altura.
Mas ao abrir o zip, a surpresa foi tal, pois nada do que estava lá era da sua autoria e o que logo chamou a atenção eram as datas dos ficheiros contidos no .zip serem do ano de 1994! O colaborador não foi capaz de se lembrar de onde copiou esse ficheiro .zip há 15 anos atrás, quanto mais imaginar que caminho esta cópia digital fez de 1994 até ao ano que acabou perdido algures num dos seus backups.
A equipe de Planeta Sinclair tomou conhecimento e logo viu que tinha em mãos umas preciosidades, e que mereciam o devido cuidado! Para mantermos a surpresa decidimos ocultar os nomes dos ficheiros, conservando alta a expectativa dos nossos leitores!
Como a emulação do ZX Spectrum se desenvolveu desde muito cedo, ainda o sistema mal se havia eclipsado, e já em 1994 existiam vários emuladores à disposição para o então sistema operativo mais usado recorrentemente, o MS-DOS. Emuladores como o JPP (de Arnt Gulbrandsen), o Z80 (de Gerton Lunter) ou o SPECTRUM (de Pedro Gimeno) eram de uso comum e muitos jogos e programas foram preservados recorrendo ao formato mais comum na época, o snapshot da memória.
Foi precisamente esta a primeira dificuldade: o formato dos ficheiros estão no formato .SP específico do emulador de Pedro Gimeno, e que caiu em desuso ao contrário dos formatos .sna e .z80 usados por outros emuladores da época.
Sendo difícil, senão impossível, abrir estes ficheiros .SP nos emuladores mais recentes, recorremos então a um velho utilitário, o SPCONV (que pode ser encontrado como utilitário do emulador JPP conforme se pode observar na imagem abaixo), e numa máquina virtual com DOS convertemos os ficheiros para um formato mais universal, o .Z80.
Passado este obstáculo técnico, começou então a verdadeira descoberta do conjunto de programas e, logo de início, descobrimos o autor das preciosidades: Artur M. S. M. Se por um acaso do destino, o autor estiver a ler-nos, e quiser partilhar algo sobre estas suas criações, não hesite em contactar Planeta Sinclair!
Passemos então ao primeiro programa da nossa crónica: VOTA B
Trata-se de uma apresentação do programa de uma lista para a eleição da associação de estudantes da escola secundária n.º 1 de Abrantes no ano de 1986, e que provavelmente terá sido exibida durante a campanha, o que para aquele ano seria sem dúvida algo bastante chamativo.
A apresentação que demora pouco menos de 3 minutos, revela o plano de acção para as mais diversas áreas, desde a secção cultural, onde já naquela altura não poderiam faltar jornais desportivos, desde a angariação de fundos para iniciativas desportivas, entre outras actividades.
No final da apresentação do programa de campanha, aparecem os nomes da lista com a imagem em alta resolução de Winston Churchill ao fundo (a escolha deste grande estadista não terá sido por acaso)! Os efeitos usados na apresentação, apesar de simples, certamente terão sido o suficiente para prender a atenção de um jovem adolescente em meados dos anos 80! Resta saber então se a apresentação inovadora fez da Lista B a vencedora da eleição!
Quanto ao programa do ZX Spectrum propriamente dito, este foi implementado em Sinclair BASIC recorrendo a algumas rotinas em código-máquina. Desconhecemos se havia um loading screen, mas podemos supor que poderá ter sido a imagem de Winston Churchill, posteriormente após o carregamento para uma área de memória, a fim de ser usada ao fim de cada apresentação.
terça-feira, 7 de agosto de 2018
Actualização TBBlue 0.9
Saiu uma nova actualização para o Spectrum Next, agora a 0.9, que visa corrigir alguns bugs entretanto encontrados na versão disponibilizada há uns dias.
Vão assim encontrar as seguintes alterações:
- Novo firmware 1.10a que corrige os erros que exigiam que se pressionasse duplamente em “F1” ou “F1+F4”, incluindo ainda uma depuração dos códigos por parte de Garry Lancaster.
- Actualização do NextΖΧOS 1.99G
Poderão vir aqui descarregar esta nova versão, sendo aconselhado para todos aqueles que adquiriram as boards.
segunda-feira, 6 de agosto de 2018
Espectro n.º 3 + covertape com 4 jogos
E finalmente está disponível a covertape que acompanha o número 3 da revista Espectro. A cassete incluí quatro jogos, três de Einar Saukas e um da Espectroteam (Filipe Veiga, Pedro Pimenta, Mário Viegas e André Leão), sendo dois deles exclusivos:- Pixel Quest
- Pixel Quest 2000
- Pixel Quest Zero
- Varina
O preço da revista sem cassete é de 4,90 € + portes. Revista + cassete fica em 9,80 € + portes, podendo ser encomendada junto da Retroshop.
Lembramos ainda que as cassetes (e a revista) não geram qualquer lucro, sendo vendido ao preço de produção. Ao adquirirem a revista ou cassete (ou ambos), estão a contribuir para que este projecto continue, ao mesmo tempo apoiando a cena Spectrum.
Warhawk já tem 4 níveis
A equipa Michael “Flash” Ware / Jim Bagley / Lobo Trans / Space Fractal continua a trabalhar no desenvolvimento de Warhawk, um shoot'em'up com um cariz diferente de DeltaStar Earth Defence, mais ao estilo de Slap Fight e jogos do género. Mas nem por isso menos frenético...
Para já podem contar com quatro níveis, embora a versão final obviamente vá ter mais. Esta nova versão também já usa os novos ficheiros no formato .nex. assim, se estiverem a usar um emulador, terão que usar o seguinte truque para colocar o jogo a funcionar:
- Obter e instalar um emulador compatível com o Spectrum Next, nomeadamente a última versão do Cspect (v 1.14)
- Ir ao site oficial do Spectrum Next e descarregar para o PC o pacote Next SD card V. 0.8 E
- Copiar os ficheiros CSpect.exe e ay.dll para o directório do Warhawk, que vem incluído no pacote referido no ponto anterior
- Criar no "Bloco de Notas", duas linhas com: "CSpect.exe -w3 -s14 -zxnext -mmc=.\ Warhawk.sna" e ":doexit"
- Gravar o ficheiro do ponto anterior como: Cspect.bat
- Fazer duplo clique no ficheiro que gravaram no "Bloco de Notas", carregando então o Cspect (v 1.14)
- Finalmente carregar em "F2" ou "F2+Fn", dependendo dos computadores, e abrir o jogo (seleccionando a opção "Load .nex file", por forma a irem buscar a nova versão de Warhawk)
Boa jogatana!
domingo, 5 de agosto de 2018
Flappy Next
Nome: Flappy Next
Editora: NA
Autor: John McManus
Ano de lançamento: 2018
Género: Acção
Teclas: Não redefiníveis
Joystick: Não
Memória: Spectrum Next
Número de jogadores: 1
Flappy Next foi talvez o jogo mais ingrato até agora para fazer uma review. Isto porque estamos perante, não tanto de um jogo no sentido estrito do termo, mas de um exercício de programação e que até pode servir para outros programadores olharem para o código e tirar umas ideias. Aliás, o próprio programador refere que criou o programa nos seus tempos livres, durante uma semana, sensivelmente em apenas dezasseis horas.
Por outro lado, Flappy Bird, jogo no qual evidentemente se baseia Flappy Next, não reúne consenso. Há quem o ache um excelente entretenimento e há quem ache que é pura perda de tempo. E inclinamo-nos mais para este segundo caso, desde logo levando a uma análise mais ou menos tendenciosa. Mas dado que o jogo foi lançado, tivemos que meter mãos à obra e fazer a sua análise...
Assim, em Flappy Next, o pássaro foi substituído por um computador Next, que tem que passar entre as colunas sem as tocar. Para isso, um toque numa qualquer tecla, faz com que este dê um salto e ganhe altura suficiente para passar as colunas de baixo. O problema é evitar as de cima, pois um toque a mais e batemos com o computador nessas, acabando o jogo.
Não sendo nós fãs deste jogo, pouco avançámos, e a nossa análise baseia-se fundamentalmente na mecânica do mesmo (não atingimos sequer as colunas móveis). O que nos parece é que a tecla de salto reage com demasiada sensibilidade, levando a que estejamos sempre a ir contra as colunas. Ou isso, ou somos uns nabos neste tipo de jogos, de qualquer forma o sentimento final foi de uma grande frustração.
Acreditamos também que quem esteja virado para este género de jogos, lhe irá achar alguma piada. Os gráficos, muito coloridos e com um toque infantil são os mais indicados para as camadas mais jovens, principal público-alvo dos Flappys. Assim, a nossa classificação vai reflectir o "ódio de estimação" que temos por este jogo, mas também o facto de entendermos que foi feito mais como uma pequena experiência, do que como um lançamento comercial (que efectivamente não é).
Pois, Flappy Next é gratuito, pode ser aqui descarregado, e não perdem nada em o experimentar. Pode ser que se viciem...
Nota: depois de descarregarem o ficheiro zip, executem o Flappy.cmd.
Testemunho de um leitor que recebeu a Vega +
Um leito amigo brasileiro, Ronivon Costa, recebeu a consola Vega + e mandou-nos o seu testemunho, o que desde já agradecemos (assim como as fotografias). Deixamos aqui as suas impressões, e que no fundo validam tudo aquilo que havíamos dito.
Embalagem:
Pela foto vê-se que não houve cuidado em embalar o produto. Ffoi simplesmente colocado numa caixa sem qualquer bolhas de protecção. O produto veio solto, sujeito aos impactos causados pela movimentação da caixa. A despeito desse fato, o aparelho não sofreu danos externos aparentes, embora não seja possível avaliar as condições internas.
Aparência:
No geral, é um bonito aparelho, embora não represente exactamente o que vemos nas fotografias do projecto no Indiegogo. Tem o peso agradável, que dá ao aparelho a impressão de boa qualidade. Por outro lado, o aspecto visual deixa a desejar, tem muito jeito de consola chinesa. O acabamento não é mau, os encaixes são justos, mas o acrílico que protege o LCD tem aparência de improviso, como se algo não tenha sido correctamente projectado nesta parte do aparelho. O nome do aparelho não é bem visível (Vega +) e a marca Sinclair, na parte inferior do LCD também é de difícil visibilidade. Á área dos controles mantém a mesma textura do resto da consola, quando o projecto na verdade previa uma textura gloss, que seria muito mais agradável.
Embalagem:
Pela foto vê-se que não houve cuidado em embalar o produto. Ffoi simplesmente colocado numa caixa sem qualquer bolhas de protecção. O produto veio solto, sujeito aos impactos causados pela movimentação da caixa. A despeito desse fato, o aparelho não sofreu danos externos aparentes, embora não seja possível avaliar as condições internas.
Aparência:
No geral, é um bonito aparelho, embora não represente exactamente o que vemos nas fotografias do projecto no Indiegogo. Tem o peso agradável, que dá ao aparelho a impressão de boa qualidade. Por outro lado, o aspecto visual deixa a desejar, tem muito jeito de consola chinesa. O acabamento não é mau, os encaixes são justos, mas o acrílico que protege o LCD tem aparência de improviso, como se algo não tenha sido correctamente projectado nesta parte do aparelho. O nome do aparelho não é bem visível (Vega +) e a marca Sinclair, na parte inferior do LCD também é de difícil visibilidade. Á área dos controles mantém a mesma textura do resto da consola, quando o projecto na verdade previa uma textura gloss, que seria muito mais agradável.
Documentação:
Não veio sequer um folheto com a descrição
dos botões e sua finalidade. Como não fui usuário de Spectrum, tive
dificuldade de entender a mecânica para iniciar os jogos. Procurei o manual do Vega + na internet, mas não encontrei. Consegui iniciar os
poucos jogos que vieram com o consola por meio de tentativa e erro.
Controles e usabilidade:
Os controles são de difícil
usabilidade. A sensibilidade é muito má, é preciso colocar pressão nos botões
para que os caracteres se movam na tela. Não há qualquer resposta ao pressionar
os botões ou controles no DPAD, o que nos deixa inseguro se a consola detectou
ou não a acção. Na verdade, é preciso fazer tanta pressão no DPAD que isso
provavelmente vai tornar a consola impraticável para jogar mais do que uns 5
minutos.
Veredicto final:
Não foi entregue o que compramos. O que vemos
no site da campanha é um produto bonito, de aspecto profissional e moderno. O
que foi entregue tem aparência de brinquedo de baixa qualidade, funcionalidade
que deixa muito a desejar. Os controles DPAD parecem frágeis, exigem muita
pressão para responderem, e provavelmente deverá deixar de funcionar se o
aparelho tiver uso prolongado devido à sua mecânica e construção integrada.
Nave do Destino (MIA)
Nave do Destino é mais uma das traduções feitas pela Timex Portugal em 1982, e que agora, graças ao nosso amigo Jose Manuel de El Trastero del Spectrum conseguimos recuperar, com capa e tudo. O original, Ship of Doom (ou Adventure C, como também era sobejamente conhecido), foi lançado nesse mesmo ano pela Artic Computing e foi apenas umas das oito aventuras de texto lançadas pela editora entre 1982 e 1985, mas que marcaram o género.Quem se quiser entreter com uma aventura de texto básica, mas com a vantagem de ser na nossa língua, apenas tem que vir aqui descarregar o programa.
Super actualização TBBLUE SD
Quando já não falta muito para o Next sair, saiu a maior actualização até à data. São imensas novas funcionalidades e ferramentas, e se são um dos backers do sistema, deverão aqui vir descarregar a actualização com o novo firmware e novo core.
Também os jogos e as demos não foram esquecidos, e podem agora contar com:
- Nova demo jogável de Dreamworld Pogie
- Actualização de Warhawk, agora com 4 níveis
- Actualização de Nextoid!
- Darkstar (versão Next)
- BasicWindows demo
- NextDAW demo
Preview: Flappy Next
E a moda Flappy Bird não podia deixar de aparecer também para o Spectrum Next. John McManus, que está a trabalhar simultâneamente em Bananas and Keys, arranjou uma pausa para fazer uma brincadeira com o infame passaroco, agora substituído por um computador. Já antes tinha mostrado uns vídeos, mas não estávamos agora à espera de ver o Next como personagem principal. Llouve-se a ousadia.Segundo o programador, o jogo deverá sair entre hoje e amanhã. Aguardemos, então, para ver o que sai daqui...
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