domingo, 7 de junho de 2020

Corey Coolbrew


Nome: Corey Coolbrew
Editora: NA
Autor: Jason Oakley
Género: Plataformas
Ano de lançamento: 2020
Teclas: Redefiníveis
Joystick: Kempston, Sinclair
Memória: 48 / 128 K
Número de jogadores: 1

Corey Coolbrew, o nome do nosso herói, ficou preso numa fábrica de de robôs, cabendo a nós a missão de o ajudar a escapar. Para isso terá que apanhar a chave que abre a porta de saída de cada um dos 30 níveis que compõem este jogo. Mas como seria de esperar, esta encontra-se sempre no local mais inacessível de todos. Também é recomendável que se recolham os microchips, pequenos objectos amarelos que aparecem com frequência, neste caso em locais mais acessíveis, pois além de darem pontos, permitem ganhar vidas extras.

A patrulhar os ecrãs surgem uma série de robôs inimigos. Alguns são perfeitamente estúpidos, limitando-se a vaguear para trás e para a frente ou para cima e para baixo, sendo por isso fáceis de serem ultrapassados, mas uns certos robôs vermelhos são verdadeiros demónios, pois assim que nos deitam a vista em cima, invertem a sua posição e perseguem-nos. Além disso existem os obstáculos naturais, nomeadamente pisos electrificados. Outros são um pouco mais úteis, pois permitem a Corey saltar mais alto e chegando a pontos que pareciam inalcançáveis.


Como se pode ver, não existe grande história por trás de Corey Coolbrew, inspirando-se claramente em Chuckie Egg e Manic Miner. Apenas não temos como inimigo o tempo, o que permite delinear melhor os nossos passos. No entanto, confessamos que já começamos a ficar um pouco cansados destes jogos insossos, com gráficos básicos e som um pouco repetitivo, e que pouco trazem de novo à cena.

Para mais, achámos a primeira dezena de níveis muito fáceis, demasiado até, mas entretanto atingimos um nível que por mais voltas que déssemos, não conseguimos chegar à chave. Talvez nos esteja a escapar alguma coisa, mas o que nos parece é que este súbito acréscimo do grau de dificuldade, talvez não seja o mais aconselhado.

Assim, e presumindo que poderemos estar a fazer algo de errado e a solução até pode ser tão óbvia que está à vista e não a vemos, o jogo não parece ter nada de mal, mas também nada que nos fizesse passar mais do que breves momentos com ele. Depois de se terminar, dificilmente voltamos a jogar, a não ser que os níveis seguintes e que não vimos, contemplem novas surpresas. Não é do nosso agrado fazer uma análise de um jogo sem o terminar, mas neste caso não tivemos outra hipótese.

Nota adicional de 19 de Junho de 2020: ver aqui.

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