Continuamos a partilhar a colecção de Hexloaders do Pedro Freire. Este que hoje partilhamos estava em mais uma das suas cassetes.
Poderão aqui descarregar o programa.
Poderão aqui descarregar o programa.
Começo essa crónica com uma confissão de que na altura dos anos 80 aquando vi pela primeira vez “Fist II”, não tive o mesmo impacto do que agora quando entro nele: hoje é como entrar num filme de Artes Marciais, e melhor, com a maturidade e conhecimento que ganhamos com a idade, sobretudo se estivermos bem conhecedores do universo das Artes Marciais, o resultado global supera-nos. Na minha humilde opinião, estamos - provavelmente - perante o melhor jogo de Artes Marciais no ZX Spectrum; isso dependendo do que se entende por Artes Marciais, já que por exemplo Target: Renegade pode ser assim interpretado, apesar de estar historicamente creditado como um "Beat’em up".
Falar de “Fist II: the Legend Continues” não é uma tarefa fácil, dada a complexidade da programação realizada pela equipa da Beam Software – no entanto, opinião desse escriba, é essencialmente quase o único ponto negativo do jogo: a sua complexidade. Isso, porque tecnicamente o jogo apresenta alguns atributos irregulares de animação e sequências; para além do seu mapeado irregular (seguramente de propósito), que pode frustrar algum jogador mais exigente ou com pouca paciência. E ainda mais apresentando uma "falha" grave: a de que podemos "impedir" (embora nem sempre) um combate "empurrando" o inimigo para o canto do ecrã... cabe ao jogador se quer decidir beneficiar dessa "batota" ou não, é algo que quase podemos avaliar como um bug.
Citados os pontos "negativos" – naturalmente subjectivo – avanço para os pontos positivos do jogo: a notável fluidez da caracterização e animação do nosso personagem e a ambientação gráfica da paisagem, com uma direcção artística magnífica (e original) que respeita e detalha muito bem cenários tropicais do oriente dentro do contexto marcial. O cuidado que se prestou à animação gráfica nos muitos golpes do personagem estão a nível do melhor que se fez ao nível de caracterização no ZX, com um design introspectivo e simultaneamente intenso. Apesar da falha de alguns atributos na animação, a palete de cores criada transporta-nos para uma ambientação digna de um filme de aventuras oriental.
Essa obra da Beam Software tem uma particularidade original embora não única): o lado B da edição original (evidente que na altura comercial do ZX Spectrum, a pirataria não estava preocupada em respeitar o formato) tem um modo de treino / práctica de combate de Kung-Fu, ao estilo do primeiro "Fist", o famoso The Way of the Exploding Fist. Uma opção de valor, para se quisermos avançar com um nível de treino de elevada craveira para essa intimista e densa aventura em busca dos pergaminhos do I-Ching, para derrotar o senhor da guerra que tiranizou e conquistou essas terras.
À semelhança de, por exemplo, o díptico de Chuckie Egg, essa segunda parte de "Fist" é uma aventura, ao contrário do primeiro, que é um "Arcade-Simulador", ao que muitos jogadores podem não aceitar bem essa mudança de género, mas que felizmente tudo correu bem, e essa mudança se realizou de forma excelente. Curiosamente, podemos acabar o jogo sem apanhar todos os pergaminhos, bastando irmos à catacumba onde se encontra o tirano e aniquilá-lo – cabendo ao jogador como prefere fazer.
Embora Fist II: the Legend Continues possa ser interpretado como aborrecido por alguns – é legítimo assim avaliar – seguramente que pela sua simples originalidade intimista assegura uma experiência marcial que merece ser experimentada pelo menos uma vez em vida, e assim uma imersão na ambientação oriental com uma inesquecível e magistral direcção artística.
Esta análise foi escrita pelo Paulo Silva (LeniFischer), membro do grupo ZX Spectrum Directo da Arrecadação, tendo-nos sido concedida autorização para a sua publicação em Planeta Sinclair.
Este é mais um jogo que estava dado como perdido pela Spectrum Computing, mas graças a Steven Brown, podemos agora colmatar mais essa lacuna.
Poderão aqui descarregar Run Rabbit Run.
Recordam-se de Ovnis, um jogo de Lino Oliveira enviado para a Softfile número 2, e que até era um melhoramento a um outro que Jorge Coelho tinha enviado para a Mini Micro's número 1(ver aqui)? Pois agora, a versão melhorada teve honras de tradução para Inglês através do projecto Obsolete.gr, que muito laboriosamente tem vindo a traduzir alguns jogos obscuros, permitindo dar-lhes uma segunda vida.
Os nossos agradecimentos a este colectivo, por terem pegado num jogo nacional. Podem vir aqui descarregá-lo.
Poderão aqui descarregar Aliens.
Poderão aqui descarregar este type-in vindo de Steven Brown, desconhecemos onde terá parecido originalmente.
Little John Can't Jump é uma prequela de um jogo ainda não lançado, John Can't Jump (preparem-se, em breve teremos mais jogos deste prolífico programador). Assim, Little John observa um John mais pequeno e mais novo a percorrer 20 níveis de plataformas. Só que, tal como o título do jogo dá a entender, John apenas anda, sobe escadas e cai. Simplesmente não consegue saltar. E tudo estaria bem, não andassem uns robôs a patrulhar as salas e com vontade de fazer a folha a John. Além disso, as salas têm uma série de armadilhas que têm que ser evitadas. Conseguiremos fazer John apanhar a chave e ir para a porta de saída?
Para cumprir com o objectivo, John, um pouco à semelhança de Lemmings, poderá usar alguns truques, embora em número limitado. Poderá assim colocar escadas, destruir blocos, construir outros, entre outras habilidades que terá que usar nos locais propícios. Se usar os truques nos locais errados, o mais provável é que tenha que recomeçar o nível e perder uma vida.
Podem vir aqui descarregar este interessante jogo e dar uma pequena contribuição ao seu autor, que bem o merece.
Star Wars é um WIP do Pedro Freire. Conseguimos recuperar várias partes e rotinas do jogo, incluindo ecrãs, e o Pedro juntou tudo num único ficheiro, carregado no Sinclair +3. Quem sabe, com a motivação de ver os seus antigos programas recuperados, o Pedro conclua agora este jogo.
O ficheiro tem um menu inicial com seis opções, com as várias partes do jogo, UDGs e ecrãs, assim como algumas instruções básicas. Vale a pena darem uma espreitadela.
Poderão aqui descarregar o que se recuperou de Star Wars.
Poderão aqui descarregar mais este programa vindo de Steven Brown.
Poderão aqui descarregar as duas versões de Hi-Scores.
São dois jogos de estratégia bastante semelhantes (e interessantes), sendo que aquele que se encontra no lado B permite dois jogadores em simultâneo, algo pouco comum no ZX81.
Poderão vir aqui descarregar esta pérola.
Poderão aqui descarregar o utilitário.
Poderão aqui descarregar Trap.
Poderão aqui descarregar Serendipit.
Existe um vídeo na RTP a falar do assunto e que pode aqui ser visto. Alguém sabe algo mais sobre este jogo ou os seus autores?
Dear developers!
There are less than four days left until the submission deadline for YRGB 2025.
Perhaps someone wanted to participate in this game creation contest for ZX Spectrum but hasn't yet had time to submit an application. And someone else might have almost finished their new game but hasn't posted it anywhere yet. In that case, the game can safely be submitted to the contest on YRGB.org (https://yrgb.org)!
Let me remind you of the main rules of YRGB 2025:
1. The game must run and function on official ZX Spectrum models from Sinclair and Amstrad. Additional peripherals may be used, but they should not be mandatory (except for a joystick and Beta-Disk).
2. The game must not violate copyright and should not be a direct remake or demake of another game.
3. Until the contest ends, the game must not be published on other platforms in any form (trailers, screenshots, etc. are allowed, of course).
The final deadline for submissions is July 28, 2025, at 23:59 MSK. Unfortunately, any submissions received after this point will be considered late.
However, to make things a little easier this year, we’ve introduced a couple of changes to the submission process:
1. If you submit your game on time (by July 28), you’ll have an additional three days (until July 31) to upload an update through your personal account. For example, maybe you discovered a critical bug that breaks the game, tweaked the game balance, added new graphics, or included an English version.
Important: For your submission to be considered “on time,” the initial version uploaded to your account must actually run and be playable. A placeholder or non-functional build won’t count.
2. You can still submit a game up to three days late — until July 31 — but there will be a penalty of 5% off your total score (from both jury and user ratings) for each day past the deadline.
Here are a few examples of how the new system works:
a) If you submit your game by July 28, there’s no penalty at all. You can update your game until July 31. Starting August 1, no updates will be accepted.
b) If you can’t make the July 28 deadline and end up submitting on, say, July 30, that’s a 10% penalty. If you submit on July 31, it’s 15%. But the game will still be accepted for the competition.
c) If you submit your game by July 28, but it doesn’t work at all (e.g., it doesn’t launch, or it only loads a menu with no gameplay), then the date of your first working version will be used as the actual submission date. For example, if you upload a working build on July 29, that’s a 5% penalty. After that, you can still upload updates until July 31.
If you have any questions, feel free to ask them. Or join our private Telegram group—there you can discuss any questions related to the contest: https://t.me/+Ks67InckmBUzOGI6
Михаил Судаков
https://kg-portal.ru
http://kritikanstvo.ru
http://idpixel.ru
Poderão aqui descarregar Cat and Mouse. É um clone de Pac-Man, mas bastante interessante. Quem gosta do género, de certeza que irá ficar bem impressionado.
Depois de uma ausência de 18 anos, Welcome to Willy's Fun Park! é o quinto jogo lançado por Hervé Ast, o terceiro a utilizar o motor de jogo JSW64, a variante Z, neste caso. E o mais incrível é que encontra-se traduzido em quatro línguas: inglês, francês, polaco e espanhol. Faltará o Português...
A aventura é passada num parque de diversões, propriedade de Willy, e este tem agora que limpar todo o local, caso contrário, a sempre autoritária Maria não o deixará escapar. O jogo apresenta 64 salas inspiradas nas atrações clássicas de parques de diversões: montanha-russa, roda gigante, a casa assombrada, salão de espelhos, labirinto e carrinhos de choque, um navio pirata, um casino, tiro com arco, jogo de pesca com anzol e barracas que oferecem comida e souvenirs, entre outras. Algumas personagens conhecidas dos jogos anteriores de Hervé, como o Yeti e os extraterrestres, também aparecem. Já perceberam agora porque falámos em Roller Coaster. Além disso, o jogo tem nuances inovadoras, como a da sala "Dance Music", na qual a banda começa a tocar quando tocamos no instrumento...
Venham já aqui descarregar este jogo. Parece ser magnífico.
Poderão aqui descarregar programa.
Isto prova que o ZX81 está longe de dar o último sopro e que ainda há muita vida, mesmo para estes computadores com tão pouca memória.
O nosso agradecimento a Stuart Campbell, por nos ter agraciado com mais um trabalho que sendo simples, é sem dúvida divertido.
Poderão aqui descarregar ambos os programas.
Poderão aqui descarregar o seu conteúdo.
Poderão aqui descarregar ROM Test.
Poderão aqui descarregar o programa.