Felizmente, parte dessa culpa está a ser expiada com estas postagens, sabendo que em 2020, fiz uma compilação de mapas e arte do João Cruz, publicados na Capital e no JN, e contribuí, de alguma forma, para que estas memórias fossem preservadas por várias pessoas, incluindo o Miguel Brandão, cuja digitalização (desta edição em particular) encontra-se aqui.
Sem comentários:
Enviar um comentário