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segunda-feira, 13 de dezembro de 2021

Capa para Wonderful Dizzy

Depois do enorme sucesso que Wonderful Dizzy obteve, tendo sido inclusive reconhecido como o grande vencedor da edição GOTY 2020 de Planeta Sinclair, os Oliver Twins criaram uma lindíssima capa para acompanhar o jogo. Já podemos assim ter uma cópia física de um dos melhores jogos dos últimos 30 anos. E é isso mesmo que iremos fazer imediatamente...

Além disso, nada nos podia encher mais de orgulho do que ver o símbolo do GOTY, do Planeta Sinclair e do Museu LOAD ZX Spectrum numa capa de um jogo dos Oliver Twins. O nosso enorme agradecimento aos manos.

Entretanto podem descarregar aqui a capa com toda a qualidade possível.

sábado, 20 de fevereiro de 2021

Prémio Goty chega aos Oliver Twins


São momentos como estes que nos enchem de orgulho. E falamos, quer por Planeta Sinclair, mas também pelo Museu LOAD ZX Spectrum, que nos ajudou nesta enorme empreitada, assim como por todos os elementos do júri, que connosco partilharam estes bons momentos. O prémio simbólico para o grande vencedor do GOTY 2020 chegou ao seu destino: aos Oliver Twins, os ideólogos da mais famosa personagem do ZX Spectrum (o mineiro Willy e outros que nos desculpem, hoje o dia é de Dizzy).  

Na fotografia acima, que nos foi enviado por Philip Oliver, pode-se ver o troféu e uma carta enviada por nós. Devido às restrições causadas pela pandemia, Andrew ainda não teve oportunidade de ver pessoalmente o prémio, mas seguramente que o irmão lhe irá mostrar assim que a situação pandémica seja mais favorável.


Há já quase 30 anos que não tínhamos uma aventura oficial de Dizzy, mas esta chegou em Dezembro de 2020 com o maravilhoso Wonderful Dizzy. O jogo foi elogiado por toda a crítica, mesmo quem não era adepto das aventuras do ovo, ficou agora rendido. Tivesse saído há 30 anos, e teria sido um estrondoso sucesso. Ainda veio a tempo, mostrando que o Spectrum ainda tem muito para nos dar. Foi o grande vencedor da competição, e com todo o mérito.

Não podemos também deixar de dizer que ficámos surpreendidos com toda a projecção que este evento teve. Apareceu na televisão (melhor dizendo, irá aparecer em breve), foi capa de jornais e portais nacionais e internacionais, e uniu a comunidade por uma causa maior: o reconhecimento do trabalho de todos os programadores do ZX Spectrum, que contribuem para tornar este mundo um pouco mais feliz.

As expectativas ficaram agora subitamente muito altas. Mas isso só nos motiva para que o GOTY 2021 seja ainda melhor, de preferência presencial. E qual o sítio mais apropriado para isso? O Museu LOAD ZX Spectrum, em Cantanhede...

Contamos convosco, até breve no local do costume!

terça-feira, 2 de fevereiro de 2021

GOTY 2020 no Portal do Sapo


O Planeta Sinclair Awards: GOTY 2020 está em grande destaque num dos mais importantes portais portugueses. Assim, o Portal Sapo está a divulgar a notícia no novo separador "Voz", remetendo depois para um artigo que pode aqui ser visto e onde faz uma resenha do evento, que transcrevemos:

O museu LOAD ZX Spectrum, situado em Cantanhede, participou na gala GOTY (Game of the Year) assegurando a transmissão deste evento realizado no passado dia 30 de Janeiro e em que um dos intervenientes foi João Diogo Ramos, curador do primeiro museu do mundo inteiramente dedicado ao universo daquele computador dos primórdios dos jogos de informática.

Dinamizados pelo blog “Português Planeta Sinclair”, uma referência Internacional na área, os prémios “Game of the Year” são considerados os óscares dos jogos ZX Spectrum, os quais continuam a ter uma grande legião de entusiastas em todo o mundo, como comprovam os cerca de 250 lançados no último ano.

O evento contou com um júri internacional de 11 elementos oriundos de Portugal, Espanha, Reino Unido, Brasil e Rússia. No final, André Leão, o fundador do Planeta Sinclair, manifestou o sentimento de dever cumprido e a satisfação por mais um resultado marcante no mês em que se celebram 10 anos do blog (nota PS: 5 anos e não 10, como por lapso está no artigo). “O GOTY superou todas as nossas expectativas em termos de interesse da comunidade Internacional o que auspicia um futuro muito promissor”, disse aquele responsável, acrescentando que “no final o grande vencedor foi o jogo Wonderful Dizzy, personagem criada pelos famosos Oliver Twins – Phillip e Andrew – que quase 30 anos depois do último jogo da saga Dizzy, têm um novo jogo dessa franquia disponível”. Os resultados detalhados do GOTY estão em: http://planetasinclair.blogspot.com/2021/01/vencedores-goty-2020.html.

João Diogo Ramos, curador do LOAD ZX Spectrum, destacou que “o evento foi o primeiro directo do museu, projectando-o para um novo patamar. O evento teve mais de uma centena de pessoas online e sete dezenas de utilizadores em simultâneo, o que é bastante motivador para futuras realizações”, afirmou, sublinhando que “os visionamentos irão certamente continuar nos próximos dias para quem não pode assistir em directo”.

Na “plateia virtual” estiveram participantes de Portugal, Espanha e Brasil, ao que não terá sido alheio a escolha da língua Portuguesa para esta primeira edição. “Destaque para a comunidade Spectrum espanhola, bastante interventiva e com diversos jogos em competição (apenas superada pela russa)”, referiu João Digo Ramos, que espera “ver essa comunidade em Cantanhede logo que a pandemia o permitir”.

O dono da colecção que constitui o acervo LOAD ZX Spectrum reconheceu que “a participação neste género de eventos é uma nova ferramenta de comunicação, devidamente integrada na nossa estratégia para 2021 e que não iremos banalizar, mas que pode ser extremamente útil para manter a proximidade à comunidade Spectrum e de Retro Gaming em momentos marcantes. Afinal, está à porta o 40.º aniversário do ZX81 no início de Março”, acrescentou.

Se ainda havia dúvidas do sucesso desta iniciativa, ficaram agora dissipadas. Perante isso, que esperam os programadores portugueses para começarem a desenvolver os seus jogos? O palco é agora vosso!

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021

E o melhor jogo português é...?

Quem assistiu no passado Sábado ao GOTY do Planeta Sinclair, transmitido no canal do LOAD ZX Spectrum, certamente teve uma noite bem passada com a apresentação das premiações nas diversas categorias. E que jogaços tivemos em mãos! Tantos os vencedores bem como os restantes jogos foram de grande qualidade. Sem dúvida, o ano de 2021 foi inesquecível. A comunidade internacional do ZX Spectrum continua frenética, vibrante, produzindo dezenas de jogos a cada mês. Outras plataformas retro têm comunidades maiores mas não se aproximam ao volume de produção da nossa comunidade.

São vários os estúdios, pequenas equipes ou programadores solitários que, na Rússia, na Espanha, no UK e em outros países esticam constantemente os limites computacionais do ZX Spectrum. Pois bem, o fã do ZX Spectrum está a viver um renascimento de uma época dourada, ainda que delimitado ao nicho do retrogaming, mas sem prejuízo da qualidade das produções. Quem há 10 anos atrás imaginaria este cenário? E o seu sucessor, o Next, fez agitar ainda mais a comunidade com uma mão cheia de lançamentos. Infelizmente não nos foi possível avaliar os títulos lançados para o Next mas certamente será uma categoria a ser considerada no próximo GOTY pelos seus idealizadores. 


Mas em relação à nossa comunidade, a lusa, aquela onde o Planeta nasceu? O que o GOTY nos disse a nosso respeito? Qual teria sido o jogo luso melhor pontuado? Pois bem, não tivemos resposta a essa pergunta porque não havia nada com que pontuar. É um pequeno desgosto meu (e certamente partilhado pelos meus colegas do Planeta) a ausência da presença lusa nos títulos pré-selecionados pelo painel. Mas a qualidade dos jogos de 2021 é tamanha que era inevitável o gargalo apertasse de forma implacável. Por acaso até tivemos um jogo luso, mas descartado por conflito de interesses, e mesmo esse, sem qualquer chance de ganhar ou mesmo de ficar no top 5, caso fosse pré-selecionado.

Já em relação aos nossos amigos brasileiros, estes estiveram um pouco melhores, com duas entradas, sendo que uma delas conseguiu o honroso 5º lugar na categoria de acção e shoot'em up. Refiro-me ao Laserbirds, criação do talentoso Wilton. Quem o conhece sabe que se dedicou de coração e alma a este seu projecto. Este mesmo jogo foi avaliado na categoria de ecrãs de apresentação, ficando no 6º lugar com o ecrã desenhado pelo Andy Green que, como todos sabemos, é um artista fabuloso. Mas a votação do painel determinou que não tivesse entrado no top 5.

O brasileiro Laserbirds (2020) no 5º lugar da categoria Acção e Shoot'em Up.

Outro jogo brasileiro que, por muita pena minha, não conseguiu chegar às nomeações finais, foi o Devwill Too ZX do Paulo Andrés, game designer de Florianópolis e que se estreou de forma espectacular no ZX Spectrum, com este título no qual se nota a sua experiência na criação de jogos para outras máquinas. Esteve a julgamento nas categorias de gráficos e de plataformas.

Devwill Too ZX (2020) inicialmente selecionado para as categorias de plataformas e gráficos.

Russos, hispânicos e britânicos dominaram em toda a linha. De forma absoluta. E justa. Graças estes criadores, temos assistido ao aparecimento de jogos de uma qualidade extraordinária. Mas quanto a nós, portugueses? O Spectrum foi rei e senhor do nosso país por largos anos, marcando toda uma geração e, no entanto, não conseguimos corresponder a essa paixão como fazem, por exemplo, os espanhóis ainda hoje. No passado tivemos alguns poucos jogos de qualidade comercial - isto há mais de 30 anos atrás. Jovens como Rui Tito e Paulo Carrasco, entre outros, ensaiaram os primeiros passos de uma indústria de jogos que, infelizmente, só começaria a amadurecer décadas depois. Muitos jovens desta geração Spectrum cresceram para outras direções, e divergiram dos seus congéneres espanhóis que viriam a cimentar a era de ouro do software espanhol.

É bem certo que na época do Alien Evolution tivemos um contexto hostil à criação de um ecossistema como o do país vizinho, com a pirataria, o atraso crónico económico, o isolamento geográfico, a falta de investimento público, etc. Não quero levar esta minha linha de pensamento para a problemática da indústria de videojogos em Portugal, pois é um tema complexo que vai além do âmbito hobista do nosso nicho do ZX Spectrum e daria azo a longas discussões que não caberiam aqui. Mas de facto, este imobilismo na criação de jogos (no ZX Spectrum) parece se repetir ainda hoje: lançamentos esporádicos, alguns rasgos de génio, e apenas isso.

Num passado distante tivemos rasgos de génio! - Alien Evolution (1987)

O que justifica este desinteresse? Falta de um passado de que nos orgulhemos e que vá mais além de nostalgia kitsch em torno de um Paradise Café? Será a ausência de uma velha guarda que sirva de exemplo? Porque não temos um Borrocop, um Clive Townsend, ou um Renato Degiovani como referências presentes na nossa comunidade? Bom, a minha opinião é de que não se trata de falta de talento ou de matéria-prima a nível de capacidade intelectual. Não o foi quando Portugal teve uma fábrica da Timex, produzindo máquinas lusas, história que está bem documentada no Museu LOAD ZX. E também não o foi quando jovens criaram, a muito custo, jogos com grande qualidade mas que, por um isolamento geográfico do nosso país, arredado ao extremo ocidental da europa, acabaram esquecidos em muitos sótãos? O Planeta já relatou histórias como a do jogo Welcome to Hollywood, engavetado até bem recentemente, e não é caso único!

OK, tínhamos talento, mas não as condições favoráveis no meio. E hoje? Continua a não ser falta de talento, e o meio é muito diferente do Portugal dos 80s. Vejamos então o que temos hoje! O software esxDOS que corre na DivMMC, um interface para acesso a cartões SD foi criado pelo Miguel Guerreiro. História que também se pode conhecer no Museu. A nível de hardware temos quem seja capaz de criar interfaces e add-ons que não estão atrás do que são construídos em outros países (Álvaro, Paula, só para citar dois nomes). Temos programadores talentosos, alguns mais reservados e de que pouco se ouve falar, mas que estão em vários projectos na comunidade. Temos quem participe em esforços e projetos já há vários anos em fóruns (como o WoS nos seus tempos áureos).

Welcome to Hollywood (ex-MIA e engavetado durante muitos anos)

Temos algumas páginas que precedem o Planeta nos seus esforços de preservação (Encarnado). Temos criadores de emuladores que conhecem o Z80 como as palmas das suas mãos (o Rui). Hoje já começamos a ter quem produza jogos de uma forma mais frequente (Jaime). Ou a produzir mods de clássicos ou a participar em vários projetos internacionais (Jorge e Rui). Também na área de música temos quem produza músicas de fazer inveja aos russos (Pimenta). E como estes, mais ainda! Eles andam por aí, é só estarmos atentos!

Quanto ao Brasil? Eu residi uns anos nas terras dos nossos amigos brasileiros, pude aperceber-me daquilo que nos separa e do que nos une. E em muitos pontos somos parecidos. Um ponto de aproximação é o talento que também se evidencia no meio das dificuldades. Não vou alongar-me nos feitos da microcomputação brasileira pois há quem já tenha documentado muito bem esse pedaço de história (Marcus). Mas no que diz respeito ao nosso nicho actual do ZX Spectrum, os brasileiros também têm estado presentes: no Spectrum Computing com o esforço do Einar ao resgatar o maior repositório do ZX nos momentos mais difíceis, no Next com o Trucco e Belavenuto, ou na comunidade do ZX81 com o Kelly Murta, figura essencial no relançamento no clássico brasileiro Em Busca dos Tesouros (num esforço luso-brasileiro).


Eu sei que omiti muitos nomes! Mas voltando ao que interessa! O GOTY! Então se talento não falta, por que raios não temos uma produção de jogos num volume que justifique uma categoria para o espaço da língua portuguesa? Porque é que nós, Planeta, que temos vindo a preservar o nosso software nacional, o nosso passado, temos somente que premiar software internacional? Repare-se na fina ironia disto!

Bom, bem sei que é mais fácil mandar bitaites, visto que opiniões não custam nada, especialmente se direcionadas a terceiros. Mas também sei do que é estar nessa posição enquanto programador e hobista, entendo o vosso (e o meu) lado. Motivação é fundamental, seja para satisfazer necessidades materiais, seja para a realização pessoal. Hoje ninguém paga contas com jogos de ZX Spectrum, as necessidades materiais são satisfeitas com as nossas profissões, os nossos rendimentos. Certo, também somos mais velhos, temos independência financeira, mas outras obrigações da meia idade. Acontece que os russos, os espanhóis e os britânicos também e, no entanto, estão a lançar jogos uns atrás dos outros! Então a necessidade não é o dinheiro, será a realização pessoal?

Entra o componente hobista que eu falava anteriormente. Este inclui a satisfação obtida pelo prazer de criar um jogo e de verificar o quanto é prazeiroso para o jogador, ou seja, que o nosso jogo cumpre a sua finalidade lúdica. Vem também com o reconhecimento em comunidade visto sermos seres sociais. E é o desafio pessoal - uns querem subir ao topo do Killimanjaro para tocar nas suas neves brancas, outros querem fazer um jogo multicolor para um microcomputador obsoleto e incomparavelmente mais limitado ao mais fraco dos smartphones em nossa posse.

Certo, mas imaginemos que encontramos essa vontade sabe-se lá onde, mas olhamos para os nomeados de um GOTY ou de um Yandex, e é provável que surja a dúvida. Como chegar aos calcanhares de alguém de quem programa para o ZX Spectrum já há vários anos? Veja-se o caso de Denis Grachev com os seus jogos como Old Tower, que não é mais que o corolário de anos de dedicação. Como almejar algo parecido a um Delta's Shadow com a qualidade a que russos já nos habituaram. Ou similar a um Wonderful Dizzy, que foi desenvolvido por uma equipa experiente, ao longo de vários anos com mentoria dos próprios Oliver Twins?

Old Tower (2018) não é o primeiro jogo de Denis e sim o resultado de anos de experiência

Continuemos. Portanto para nos sentirmos motivados precisaríamos de uma meta realista. Uma categoria para a nossa comunidade lusa! Opa, certamente isso já anima o pessoal! Mas agora encontramos o dilema do ovo e da galinha, pois uma categoria só se justifica se houver jogos suficientes que satisfaçam os seus critérios. Precisamos de criadores motivados para produzir para uma categoria cuja existência depende desses mesmos criadores. Repare-se que a falta de títulos ditaram a exclusão de  algumas categorias, e o agrupamento de outras neste GOTY de 2020. Uma categoria para a nossa comunidade, só depende da vontade da nossa comunidade!

E é este o momento em que lanço o desafio:

Gostaria muito de termos esta categoria em destaque no próximo GOTY! Em grande! E em beleza! Demonstrando o crescimento da nossa comunidade. Em sinergia com o Museu! Mostrarmos que também somos capazes!

Aproveito para estender o repto aos nossos amigos brasileiros, com os quais partilhamos a mesma língua e história. Vários projectos surgiram recentemente com sinergias de ambos os lados do oceano. Vivemos num mundo globalizado, projectos são realizados com pessoas separadas por milhares de quilómetros. A distância não é desculpa. O todo é maior que a soma das partes, e a chance desta categoria vingar aumenta com o agregar das comunidades lusófonas!

Vamos fazer acontecer a categoria de melhores jogos do espaço da lusofonia! Vamos mostrar aos amigos espanhóis a nossa criatividade, aos amigos britânicos a nossa paixão, aos nossos amigos russos o nosso potencial!


E para terminar este "call to arms", seguem alguns recados pessoais!

- Senhor Paulo Carrasco, você deixou escapar no chat do GOTY que teria uma surpresa para nós! Estamos à espera! Imagine o quão seria importante para a comunidade termos um mentor de volta às origens com um novo jogo? :)

- Senhor Sandro Mestre, quem te acompanha sabe que tens, não apenas um, mas vários jogos (e para várias plataformas) que pedem para serem terminados! :)

- Senhor Wilton! A saga do Laserbirds não pode terminar aqui! Venham os veículos mecânicos!

- Senhor Jaime Grilo, tens agora um pixel artist bastante promissor! :) Aguardamos as tuas entradas de 2021!

- Senhor Paulo Andrés: a sua estreia com este jogo no ZX Spectrum foi muito auspiciosa! Será que não poderia surgir uma continuação do diabinho vermelho?

E pronto! Certamente omiti muitos nomes, de criadores e artistas, e desde já peço perdão por tal! Mas que não sirva para desanimar. Vamos fazer o GOTY 2021 acontecer em Cantanhede (se a pandemia permitir) e com uma categoria que a nossa comunidade merece!