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sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Extruder


Nome: Extruder
Editora: NA
Autor: Rui Martins
Ano de lançamento: 2018
Género: Puzzle
Teclas: Não redefiníveis
Joystick: Kempston, Sinclair
Número de jogadores: 2 (simultâneo)

A competição ZX-Dev Conversions também teve marca portuguesa com a entrada a concurso de Extruder, de Rui Martins, baseado em Magical Drop II. Por razões alheias à vontade do programador, não pôde dedicar-se a cem por cento ao desenvolvimento do jogo, havendo alguns aspectos na sua implementação que carecem de alguns melhoramentos e que poderão dar origem a uma nova versão (dizemos nós).

Neste jogo (conversão de um original de 1995), somos presenteados com uma pilha de bolhas coloridas, colocadas aleatoriamente, aos quais vão sendo acrescentadas ao fim de alguns segundos mais algumas. Se a pilha chegar à parte inferior do ecrã, o jogo termina. O nosso objectivo é então eliminar as bolhas, tendo que para isso empilhar verticalmente as bolhas da mesma cor, pelo menos em grupos de três. Para as empilhar, vamos extraindo as bolhas de outras pilhas (daí o nome extruder), colocando-as na pilha que queremos eliminar.


Quando uma das bolhas está a tremer intermitentemente, se a conseguirmos eliminar, todas as bolhas da mesma cor que estejam no ecrã desaparecem (é este o truque para conseguirmos ir limpando as pilhas). Por outro lado, existem pedras pretas que não são directamente eliminadas. No entanto, se eliminarmos uma bolha que esteja junto a uma dessas pedras pretas, todas se convertem em bolhas da mesma cor.

Uma das melhores opções de Extruder é o facto de poder ser jogado por duas pessoas em simultâneo. Nesse caso o ecrã divide-se em dois, e perde o jogador que primeiro deixar chegar a filha de bolhas ao fim.


Quais são então os aspectos que gostaríamos de ver melhorados no jogo? Em primeiro lugar, a adição da pontuação. Parece um exercício ingrato estarmos a eliminar bolhas sem um objectivo concreto, tal como tentar fazer o máximo de pontos possível. Esta opção daria mais "sal" ao jogo, sem qualquer dúvida.

Em segundo lugar gostaríamos de, sempre que extraímos uma bolha, e ainda antes de a lançar na pilha, a cor desta aparecesse assinalada em algum ponto do ecrã. É que às páginas tantas já não sabemos qual a cor que temos que lançar, muitas vezes levando a enganos e perdendo-se segundos preciosos.

Por fim, seria engraçado ver a bolha ser lançada para a pilha, ao invés de ver-se apenas desaparecer as pilhas. Daria talvez um aspeto mais realista ao jogo.

Compreendemos que o programador possa não ter a disponibilidade que queria para implementar todas as opções desejáveis. Poderá ficar então para o Extruder II, pois o potencial está lá.

Quem quiser experimentar, é gratuito, tal como todos os jogos a concurso, e pode aqui ser obtido. As teclas, não assinaladas nas instruções, são o "QAOP", tendo o cuidado de não carregar no "Space" senão o jogo termina.

domingo, 19 de dezembro de 2021

Blocks'n'Fox

Nome: Blocks'n'Fox
Editora: Ypritsoft
Autor: Yprit
Ano de lançamento: 2021
Género: Puzzle
Teclas: Não redefiníveis
Joystick: Não
Memória: 48 K
Número de jogadores: 1

Assim que começámos a jogar Blocks'n'Fox, veio-nos logo à cabeça Extruder, por sinal um jogo com cunho nacional, e que por acaso também tinha entrado numa competição ZX-DEV. Também aqui o objectivo é fazer o "match" entre peças semelhantes, neste caso da mesma cor, para isso retirando-as das pilhas que se encontram no ecrã (dai o nome de Extruder, no caso do jogo desenvolvido pelo Rui Martins). Mas Blocks'n'Fox tem algumas diferenças, logo a começar no personagem: uma raposa.

O objectivo é então fazer o tal "match" de pelo menos quatro peças da mesma cor (pode ser na horizontal, vertical ou na diagonal), em número suficiente que permita avançar de nível. Por cada bloco destruído, independentemente da forma como é feito, ganhamos 100 pontos. No entanto, à medida que o tempo vai avançando, vai sendo periodicamente acrescentada uma linha com peças aleatórias.  Se alguma das pilhas atingir o piso inferior, o jogo termina.

Existem vários tipos de peças:

  • Peças coloridas: podemos pegar as que quisermos. Se nessa coluna tiver uma ou mais peças da mesma cor juntas à que vamos pegar, também são recolhidas, podendo depois serem colocadas na coluna que mais nos convier, por forma a tentar fazer o "match".
  • Dinamite: apenas se pode pegar numa de cada vez. Quando a soltamos, destrói toda a coluna.
  • Tijolos: não podem ser pegados, apenas destruídos com a dinamite.

O jogo tem 12 níveis, e à boa maneira do Tetris, cada um é mais difícil do que o anterior. Não só as novas linhas vão surgindo mais rapidamente, enchendo o ecrã, como aparecem novas cores e mais tijolos. No entanto, nada que desincentive os mais inábeis ou de raciocínio menos rápido (no primeiro jogo que fizemos, chegámos ao nível 8).

Os gráficos são sofríveis, tal como o som, no entanto a jogabilidade é interessante e no global consegue fazer-nos passar uns bons momentos durante algumas horas. Não deverá ser o vencedor da competição ZX-DEV Media & Demakes, mas não deslustra o seu programador. Apenas se sente a falta da opção para dois jogadores em simultâneo, sendo que se isso acontecesse, seguramente a nota seria superior.

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Votação do melhor jogo do concurso ZX-Dev Conversions


Neste momento já terminámos de analisar todos os jogos a concurso no ZX-Dev Conversions e estamos agora em condições de convidar os nossos leitores a fazerem o mesmo. Para isso criamos uma sondagem onde poderão, durante os próximos quinze dias, colocar o vosso voto (e apenas um). Assim, paralelamente aos jurados do concurso que irão votar (oficialmente) naquele que consideram como o melhor jogo, também nós o poderemos fazer de forma não oficial. Na barra lateral direita, canto superior podem então votar, o que desde já agradecemos.

Lembramos ainda os jogos que foram a concurso:
  1. Baby Monkey Alba, Javier Quero
  2. Bobby Carrot, Couvej
  3. Doctor Who: Surrender Time, Igor Errazking
  4. Extruder, Rui Martins
  5. Gandalf, Cristian Gonzalez, Alvin Albrecht, Hikaru & Beykersoft
  6. Gimmick! Yumetaro Odyssey, Greenweb Sevilla
  7. Left Behind, Dave Hughes
  8. Mighty Final Fight, Sanchez
  9. Ninja Gaiden Shadow Warriors, Jerri & DaRkHoRaCe
  10. Parachute, Miguetelo
  11. RetroForce, Climacus
  12. Roust, Allan Turvey
  13. Saving Kong, Gabriele Amore
  14. Speccy Pong, Julián Urbano Muñoz
  15. Twinlight, Denis Grachev
  16. Vindius: The Videogame, Ancient Bits
  17. Wunderwaffe, Rafal Miazga
  18. ZXombies: Dead Flesh, Catweazel

quarta-feira, 14 de março de 2018

Resultados finais do ZX-Dev Conversions


Acabaram de ser divulgados os resultados da competição ZX-Dev Conversions, cuja lista apresentamos:

Mighty Final Fight - 10578
Ninja Gaiden Shadow Warriors - 10243
Gimmick! Yumetaro Oddisey - 9520
Retroforce - 9362
Twinlight - 9320
Parachute - 9311
Baby Monkey Alba - 9097
Bobby Carrot - 9088
Gandalf - 9003
10º ZXombies - 8643
11º Saving Kong - 8496
12º Wunderwaffe - 8397
13º Roust - 8303
14º Dr. Who - 8029
15º Speccy Pong - 7832
16º Extruder - 7680
17º Left Behind The Martian - 7435
18º Vindius - 5925

Como esperávamos, e como também tinha sido a preferência dos nossos leitores, Mighty Final Fight foi o grande vencedor, ficando Ninja Gaiden em segundo.

Houve alguns resultados surpreendentes, nomeadamente Bobby Carrot, Gandalf e Speccy Pong não terem sido do agrado do júri.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2021

Saiu Aztec

E claro que não poderia haver uma competição ZX-Dev sem participação portuguesa. Assim, o Rui Martins, que tinha participado já em anteriores edições (Extruder, por exemplo), trouxe-nos mais um interessante quebra-cabeças, desta vez inspirado na cultura Azteca, tal como o nome o indica. Quem gosta de Tetris e similares, vai sentir-se aqui como peixe na água.

Será jogo para analisarmos proximamente, até lá poderão aqui vir descarregá-lo.

domingo, 2 de dezembro de 2018

O-Puzz Attack!!


Nome: O-Puzz Attack!!
Editora: NA
Autor: Oblo
Ano de lançamento: 2018
Género: Puzzle
Teclas: Não redefiníveis
Joystick: Não
Memória: 48 K
Número de jogadores: 1

Desde que Tetris foi criado pelos russos em 1984 (saiu para o Spectrum em 1988), que o mundo dos quebra-cabeças tomou um rumo completamente diferente. Começaram então a aparecer mil e um puzzles diferentes, mas todos tendo como base a criação de combinações entre peças que vão caindo no ecrã. Quando se consegue fazer as combinações (ou completar linhas, no caso do original), as peças desaparecem, libertando espaço para outras.

É precisamente o que temos em O-Puzz Attack!! (curioso nome). Teremos que combinar pelo menos três peças da mesma cor (e formato), entre cinco tipos diferentes. quando estas se juntam (quer horizontal, quer verticalmente), são eliminadas, ocupando a peça que esteja imediatamente acima o lugar daquela que desapareceu. Se as peças chegam ao cimo do ecrã, o jogo acaba.

De cada vez que atingimos 1.000 pontos, sobe-se de nível e a velocidade em que é acrescentada ao ecrã uma linha aleatória com peças, aumenta. Parece-nos que a velocidade inicial está um pouco acima do que seria aconselhável, tendo-se muito pouco tempo para movimentar as peças (além de termos que pensar quais as que vamos movimentar). Além disso, muitas vezes, o tempo que se demora a  chegar com o cursor ao ponto que queremos movimentar é insuficiente para evitar que seja acrescentada mais uma linha, sendo este o nosso principal obstáculo. Assim, se inicialmente a velocidade fosse um pouco mais lenta, o jogo iria prolongar-se, sendo neste caso uma enorme vantagem, pois O-Puzz Attack!! é sem duvida divertido. E viciante, tal como o Tetris... 


A conversão do jogo para Spectrum está efectivamente bem feita, e ao contrário de Extruder, cujo programador (o português Rui Martins) não teve tempo de acrescentar algumas funcionalidades, Oblo acrescentou aqui duas. Em primeiro lugar existem nove níveis de dificuldade, do 1 (impossível), até ao 9 (muito fácil, se bem que isso seja relativo). Além disso, existem dois modos de jogo diferentes. O normal, cujas linhas vão sendo periodicamente acrescentadas no fundo do tabuleiro. No entanto, se quisermos um desafio (ainda) mais difícil, podemos optar pelo modo "It´s raining blecks! Hallelujah!", no qual as linhas com novas peças caem do topo do ecrã, confundindo-nos ainda mais. Experimentem este modo e irão ver o que queremos dizer.

Por fim, embora esta versão (1.0) já seja perfeitamente jogável, o autor ainda vai avançar com novas funcionalidades, nomeadamente:
  • Modo demo
  • Detecção simultânea de blocos horizontais e verticais
  • Pequenas afinações e remoção de bugs que entretanto apareçam
Uma vez que o autor também está a auscultar a comunidade, desde já deixamos uma sugestão: aumentar um pouco o tempo de lançamento de novas linhas de peças, pelo menos nos nívies iniciais.

De qualquer forma, O-Puzz Attack!! é bastante divertido, podendo aqui ser descarregado gratuitamente.

quarta-feira, 14 de abril de 2021

ZX Spectrum Game Jam 2021 Bikes


Abriu uma nova competição para programadores para toda a gama de computadores da Sinclair, desde o Z80, até ao Spectrum Next. O ZX Spectrum Game Jam 2021 Bikes visa premiar o melhor jogo que tenha os veículos de duas rodas como tema. 

Os critérios do júri são bastante simples, interessa é que esteja bem concebido, seja divertido e, já agora, minimamente original. Será que é desta que vamos ver jogos nacionais numa competição? Já lá vão uns bons tempinhos desde que o Rui Silva fez entrar Extruder na ZX-Dev Conversions.

Vamos lá dar asas à imaginação e criar um jogo para esta competição. O regulamento e restante informação está aqui disponível. O deadline é a 31 de Julho, portanto há tempo suficiente para desenvolverem a vossa ideia.

domingo, 9 de janeiro de 2022

Aztec


Nome: Aztec
Editora: NA
Autor: Rui Martins
Ano de lançamento: 2021
Género: puzzle
Teclas: Não redefiníveis
Joystick: Não
Memória: 48 K
Número de jogadores: 1

Rui Martins andava um pouco afastado do desenvolvimento de jogos para o ZX Spectrum. O último original que tinha lançado tinha sido Extruder, embora pelo meio ainda tenha tido tempo para fazer uma perninha em Formula One. Mas aproveitando a nova competição ZX-Dev, em boa hora resolveu colocar Portugal na lista dos concorrentes, pois Aztec é um quebra-cabeças muito interessante, apenas se notando a falta de uma melodiazita para animar a malta, mas especialmente um ecrã de carregamento. O tempo era muito curto, tendo em conta que o jogo foi desenvolvido em menos de três meses, sem qualquer tipo de ajuda externa. Lamentamos apenas que o jogo tenha passado ao lado dos portugueses, que raramente valorizam aquilo que é nacional. 

Aztec inspira-se nos muitos populares puzzles tipo "match-3", e também "match-line", sendo Tetris o mais conhecido e popular. No entanto, tem mais parecenças com Lumines, no qual o principal objectivo é sobreviver, alinhando blocos 2 × 2, fazendo-os variar entre duas cores, para formar quadrados 2 × 2 de uma única cor, que serão apagados quando a Linha do Tempo passa sobre eles, o que desde logo é uma característica incomum. Apesar das peças, quando fazem "match" ficarem marcadas, apenas desaparecem do tabuleiro de jogo quando a Linha do Tempo, que vai descendo ao longo do ecrã, passa sobre elas. Isto implica um elemento estratégico um pouco diferente, pois não só temos que ter bom golpe de vista, para perceber quais as peças que vão fazer "match", mas também o momento mais apropriado para alinhar as peças. Por vezes, é compensador esperar um pouco (isto é, não fazer correr as peças tão rápido até ao fundo do tabuleiro), podendo assim potenciar-se um maior número de alinhamentos.

Tal como nos outros jogos do género, o desafio começa de forma bastante repousada, com as peças a caírem de forma um tanto ou quanto molengona. Mas à medida que as vamos fazendo desaparecer, a pontuação aumenta e sobe-se de nível, não só o padrão das peças modificando-se, como estas começam a cair de forma mais rápida, chegando a um ponto em que se torna impossível conseguir evitar que atinjam o topo do ecrã. Quem já jogou Tetris, sabe bem o que queremos dizer.  

Temos um único cenário, sendo o tabuleiro de jogo de 5 X 10 ao centro. Nas laterais, dois enormes tótemes dão alguma animação ao ecrã, além de marcarem a linha que elimina as peças. Os motivos são astecas (caso ainda não se tivessem apercebido pelo nome do jogo), o que não é de estranhar, pois encontramo-nos encerrados num templo dessa civilização milenar, sendo que a forma de descobrir os mecanismos que permitem a escapatória, é alinhando as peças. Mas cedo nos apercebemos que o nosso destino é morrer, podemos é fazê-lo de forma mais ou menos digna (isto é, fazendo ou não uma pontuação decente). Se formos dignos, iremos depois fazer parte da restrita lista de personalidades astecas que honram a civilização e que aparece com toda a glória no final. 

Finalmente, e para quem acha que jogar em 2D é demasiado fácil, pode sempre experimentar fazê-lo em 3D (ver ecrã acima). Para isso basta carregarem para cima ou para baixo, com uma das teclas direccionais. Experimentem, para ver o efeito. Embora ao início parece estranho, rapidamente nos habituamos a essa nova configuração.

Aztec é assim um quebra-cabeças muito interessante. Na sua simplicidade, reside também a sua força, e é daqueles desafios que, tal como o Tetris, rapidamente nos agarra e convida a voltarmos regularmente, nem que seja para tentar chegar ao topo da pirâmide, isto é, da hierarquia asteca.     

segunda-feira, 29 de outubro de 2018

Programadores nacionais para o ZX-Dev precisa-se


O pessoal do ZX-Dev fez-nos um repto: convidar os programadores nacionais para participarem nesta nova edição. E não faltam potenciais "clientes": Espectroteam (alô, restantes colaboradores de Planeta Sinclair), Jaime Grilo, Rui Martins e Valdir são os nomes que vêm logo à cabeça. Mas podem haver por ai mais alguns bem escondidos e que apenas necessitam de uma oportunidade para se lançar definitivamente no mundo da programação.

Para quem não sabe, a competição ZX-Dev realiza-se anualmente, sendo responsável por alguns dos melhores jogos que por ai aparecem. O ano passado, dedicado às conversões, foi sem dúvida a melhor edição. Basta lembrar Mighty Final Fight (o vencedor), Ninja Gaiden, ou o "nosso" Extruder (Rui Martins), entre outros. Aliás, se vierem aqui poderão consultar todos os jogos que entraram na competição e a respectiva classificação final.

Este ano a competição é dedicada aos MIA's e remakes. E já estão "prometidos" alguns que vão fazer furor, como o The Last Ninja, Toki, ou Booty. Para já existem catorze candidatos, embora não seja líquido que todos consigam concluir a tempo o seu jogo.

Mas além desta competição ser uma montra por excelência, existem prémios oferecidos pela comunidade. Assim, para já o prémio acumulado ultrapassa os mil euros, e até ao final da competição irá seguramente subir. Quem quiser ser um dos jurados deste concurso, basta contribuir com um valor, por mais pequeno que seja. Pelo menos os três primeiros classificados vão dividir o prémio, mas este subindo, o quarto lugar também terá direito a uma parcela.

Assim, lança-se agora o desafio aos nossos programadores: que tal pensarem num jogo para participar nesta competição? Ainda vão a tempo, pois esta apenas encerra a 1 de Março. Vamos mostrar de que fibra somos feitos!!!!

Quem quiser saber mais pormenores, pode vir aqui consultar as regras.

quinta-feira, 23 de novembro de 2023

1º dia no Lisboa Games Week

Terminou  primeiro dia do Lisboa Games Week e mais uma vez foi um prazer rever todo o pessoal do Museu LOAD ZX e restantes amigos que connosco têm partilhado cada vez mais eventos.

O destaque terá que ser dado ao Grande Jim Bagley, autor de tantos e tão bons jogos para o ZX Spectrum, Spectrum Next e outras plataformas. Além disso, é uma pessoa simpatiquíssima, sempre com um sorriso na cara e pronto para dar um dedo de conversa connosco. Nos próximos dias teremos várias sessões com ele, portanto venham visitar-nos.

Destaque ainda para uma sessão que fizemos com o Johnny Retro - RetroRaider_rr (ver foto abaixo), onde fizemos o paralelismo entre os jogos do ZX Spectrum e os jogos para as plataformas actuais.

Por fim, pudemos ver em acção o braço robótico, comandado por um ZX Spectrum, um projecto que o Rui Martins (esse mesmo de Formula One, Extruder ou Aztec) tem vindo a desenvolver há cerca de um ano.

Já sabem, até Domingo venham visitar-nos à FIL (Lisboa). Ainda temos muitas sessões para vos oferecer.