Mostrar mensagens com a etiqueta The Death Squad. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta The Death Squad. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

Arctic Onslaught


A equipa The Death Squad continua bastante activa e desta vez traz-nos um jogo um pouco diferente daquilo que lhes é habitual. Assim, o único objectivo é sobreviver, pois encontramo-nos no gelo, escorregadio como se esperaria, e do céu caem bombas. Se somos atingidos, já é de prever o que acontece.

No jogo que fizemos, no final, caiu um paraquedista que veio ter connosco. Logo imediatamente, o emulador crashou. Não sabemos se isso quer dizer que chegou ao fim o jogo, ou se simplesmente será algum bug. De qualquer forma, vale a pena experimentar.

Podem aqui vir descarregar o jogo e dar uma pequena contribuição a esta equipa.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

Soy Stomper


Depois de Soy Stomper Junior, o colectivo The Death Squad lança uma variante desse jogo chamado apenas de Soy Stomper.

A mecânica é muito semelhante e aquilo que desde logo nos saltou à vista foi a música alegre e festiva, bastante orelhuda, da autoria do bem conhecido e galardoado Lee Bee. Quanto ao jogo, é o habitual dentro daquilo que a equipa costuma fazer, ou seja, quem gosta dos anteriores trabalhos, certamente irá adorar Soy Stomper. Quem não gosta, também não será por aqui que vai ficar enamorado. De qualquer forma, são 32 níveis de frenética acção.

Podem vir aqui descarregar o jogo e dar uma pequena e justa contribuição a esta equipa.

terça-feira, 23 de dezembro de 2025

Soy Stomper Junior


A equipa The Death Squad volta a trazer-nos uma prenda Natalícia, com mais um jogo bem ao seu estilo. E, claro, com uma temática muito apropriada a esta quadra. Além disso, a musica de Lee Bee ajuda às festividades.

O objectivo é "esmagar" os seres azuis, num limite de tempo muito curto e, ao mesmo tempo, tendo que evitar uma série de empecilhos, entre obstáculos no terreno e inimigos. Simples, mas divertido para quem queira fazer uma pausa de 10 minutos no trabalho.

Poderão aqui descarregar o jogo e dar uma pequena prenda de Natal à equipa.

terça-feira, 27 de maio de 2025

Basterdale Farm


É um jogo sobre porcos... 

Basterdale Farm é a nova brincadeira da equipa The Death Squad, desta vez com um jogo ao estilo, segundo os próprios, de Sabrewulf, o clássico da Ultimate. Não sei se chegamos a esse ponto, pois os ecrãs encontram-se um pouco despidos demais para fazer lembrar a mítica aventura, mas aquilo que é comparável, é a surreal escolha de teclas, que nos parece tão disfuncional como a de alguns dos jogos da Ultimate. Pelo menos nos emuladores que experimentámos, pois a menos que seja erro, escolher "O" para a esquerda e "U" para a direita, é de arrepiar.

De qualquer forma, acreditando que a escolha de teclas seja mero engano, o jogo parece engraçado e não vai desiludir quem está habituado aos jogos desta equipa, sempre muito coloridos e frenéticos.

Poderão aqui descarregar Basterdale Farm.

quarta-feira, 16 de outubro de 2024

Micro Snake

The Death Squad regressa com um novo trabalho, mas desta vez um pouco diferente daquilo a que estamos habituados. 

A começar, é inteiramente escrito em BASIC e corre em apenas 16K. A velocidade é baixa, o que até convém a um clone de Tron / Snake, dando-nos mais tempo para pensar no caminho que vamos fazer. Longe está assim o ambiente frenético que é habitual esta equipa meter nos seus trabalhos.

Também não tem ecrã de carregamento, mas é preciso não esquecer que estamos perante uma pequena brincadeira que irá entrar na Crap Games Competition.

Convém também ter em conta as instruções. Assim, o objectivo é fazer a máxima pontuação, para isso deslocando a linha e comendo os quadrados cuja côr estão assinalados na barra em baixo. E mesmo sendo apenas uma pequena brincadeira, é de facto divertido.

Poderão aqui descarregar este jogo, é gratuito mas os criadores aceitam uma pequena doação.

quarta-feira, 22 de maio de 2024

Lambs to the Slaughter


Foi lançado a sequela de Mutant Mushrooms, mas desta vez a ordem é vacinar cordeiros. Foi esta a ideia original que The Death Squad nos trouxe, com um jogo bem ao seu estilo.

Esperem então um jogo frenético, embora confuso ao início, pois o personagem que controlamos é muito pequeno e com tanta velocidade, por vezes é difícil de ver onde se esconde. No entanto, depois de se apanhar o jeito à coisa, rapidamente começamos a avançar nos 32 níveis que compõem Lambs to the Slaughter.

Poderão vir aqui descarregar o jogo, é gratuito, mas uma pequena ajuda aos seus autores é a vacina certa para termos mais jogos como este.

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2024

Horace Goes Night Skiing e Mutant Mushrooms


Há muito tempo que o colectivo The Death Squad não lançava nada. Agora, em pouco mais de duas semanas, lançou dois jogos. 

O primeiro foi uma pequena brincadeira, mas mostrando aquilo que se consegue fazer com apenas duas linhas de código e com menos de 200 bytes. Vale a pena ver a experiência, bastando aqui vir descarregar Horace Goes Night Skiing.

O segundo é coisa mais séria e traz-nos um clone de Robottron e Berzerk. Mutant Mushrooms corre a um ritmo frenético, onde o nosso personagem tem que eliminar o mais rápido possível os cogumelos venenosos que populam o ecrã, sempre perseguido por inúmeros inimigos, de quem tem que se desviar. 

power-ups, itens a recolher, e muito mais, neste engraçado jogo e que será do agrado dos shooters. Mutant Mushrooms pode aqui ser descarregado. É gratuito, mas uma pequena contribuição é de bom tom.

sábado, 17 de novembro de 2018

The Eggsterminator


Nome: The Eggsterminator
Editora: The Death Squad
Autor: Sludge
Ano de lançamento: 2018
Género: Acção
Teclas: Não redefiníveis
Joystick: Kempston
Memória: 48 / 128 K
Número de jogadores: 1

Da equipa The Death Squad chega mais um jogo, igual a todos os outros que têm vindo a lançar nos últimos tempos, sendo também The Eggsterminator indicado para um público mais juvenil. Não que tenhamos algum preconceito contra este género de jogos, muito pelo contrário, mas o que achamos é que deveria haver mais alguma variedade em vez de se insistir em repetir a mesma fórmula vezes sem conta. Mas adiante, o jogo foi lançado, e cabe a nós fazer uma pequena análise...

Em The Eggsterminator, desta vez entra a figura dos terroristas, que colocaram cobras venenosas dentro de ovos. Cabe a nós destruí-los à força dos punhos (como acontece em todos ou praticamente todos os jogos desta equipa de programadores - até o personagem é igual), por forma a evitar que as crianças sejam mordidas. Temos também que evitar os inimigos que nos perseguem (os mais pequenos também podem ser eliminados à lei do soco), e procurar alguns bónus mudando os blocos vermelhos de lugar. Cada ecrã corresponde a um nível e apenas após eliminarmos todos os ovos podemos passar para o nível seguinte, agora com mais ovos e inimigos, mas repetindo-se as mesmas tarefas.


Os gráficos são os habituais nos jogos criados pela equipa, muito coloridos, apelativos para o tal público mais juvenil, mas também aqui nada de novo se encontra. Som, idem, idem, aspas, aspas, se bem que ao nível da jogabilidade mantenha algum interesse. Não sendo extraordinariamente difícil, é q.b. para fazer com que consigamos avançar muitos níveis logo de início. Portanto, mais uma vez indicado para a pequenada.

Quem já experimentou os jogos da The Death Squad sabe exactamente o que aqui vai encontrar. Se não ficaram maravilhados com os anteriores, esqueçam este, não será The Eggsterminator a deslumbrar. Os restantes, em especial se forem mais novos, podem dar uma espreitadela, eventualmente podem achar-lhe alguma piada.

O jogo é gratuito, podendo aqui ser obtido.

domingo, 23 de setembro de 2018

Pooper Scooper


Nome: Pooper Scooper
Editora: The Death Squad
Autor: Sludge
Ano de lançamento: 2018
Género: Acção
Teclas: Não redefiníveis
Joystick: Kempston
Memória: 48 / 128 K
Número de jogadores: 1

Os The Death Squad estão de volta aos lançamentos para o Spectrum, e desta vez com um jogo de caca. E é literalmente de caca, pois o objectivo é apanhar os dejectos que os canitos vão deixando pelo parque. Depois de andar pelos esgotos em Sewer Rage, e comandarmos poias na saga Thunderturds, este novo título é bastante apropriado e uma sequência lógica.

Quem já conhece os jogos desta editora sabe precisamente o que aqui vai encontrar. E confessamos que ficámos um pouco apreensivos quando vimos este novo título e cenários a fazerem lembrar todos os outros dos The Death Squad. E numa primeira abordagem os nossos receios confirmaram-se, isto é, um tema demasiado superficial e infantil, cenários todos muito parecidos, e um sistema de controlo demasiado sensível e a provocar alguma frustração. Vão efectivamente encontrar tudo isto em Pooper Scooper, desde logo deixando muita gente de fora e sem vontade de avançar no jogo.


A variedade da acção continua também a ser muito repetitiva, com poucas diferenças entre os níveis. Claro que o nível de dificuldade vai aumentando, mas isso porque o número de inimigos e obstáculos, assim como de dejectos e ervas daninhas a limpar vai também aumentando. No entanto, Pooper Scooper introduz uma variante nova que traz algum "sal" ao jogo e que vai recompensar aqueles que insistirem.

Assim, são quatro as personagens que podemos controlar. Além de Scott, representado pela sua cara e que tem a capacidade de socar alguns obstáculos, tirando-os do caminho, temos Willy the Wasp, Mark Barton Dung e Chav Doley, cada um deles com características e capacidades diferentes que terão que descobrir ao longo do jogo (é parte do divertimento). Para assumirem cada uma das personagens, basta tocar-lhe. E se querem ir avançando de nível, é necessário trabalhar-se como equipa, assumindo os vários papéis ao longo das situações com que se vão deparando.


Para completarem os níveis terão que conseguir limpar todas as poias, ao mesmo tempo evitando ser apanhados pelos bicharocos semelhantes a pássaros que vão voando pelos cenários. Um pouco como o jogo do gato e do rato, e que ao final de algum tempo, mesmo com as variantes introduzidas, acaba por cansar, diminuindo a longevidade do jogo.

Os gráficos e sprites são bastante razoáveis, assim como a música, apropriados a um público mais juvenil (ou mesmo infantil), que no fundo é o principal alvo de Pooper Scooper. Estes vão gostar de aventurar-se por aqui, podendo ser até uma óptima introdução de um novo público a esta plataforma. Para os restantes, vale a pena dar uma espreitadela, sabendo que não será um título que lhes vai manter ocupados durante muito tempo.

Pooper Scooper é gratuito e pode aqui ser descarregado.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Crappy Crates


Nome: Crappy Crates
Editora: The Death Squad
Autor: Sludge
Ano de lançamento: 2016
Género: Acção
Teclas: Não redefiníveis
Joystick: Kempston
Número de jogadores: 1

E a temática do Natal continua a fazer-se sentir, saindo mais um jogo que tem como personagem principal o Pai Natal...

Sludge utiliza sempre o mesmo motor de busca nos seus jogos, alguns deles já aqui analisados (Sewer Rage, Thunderturds II ou Invasive Species), levando a que estes sejam todos muito semelhantes, quer em termos de gráficos, quer em termos de mecânica do próprio jogo. E o que temos em Crappy Crates, tal como o próprio nome indica, são caixotes. Estão ao longo do cenário e temos que recolocá-los no local indicado com setas. Para isso metemo-nos à frente deles e puxamo-los. O problema é que quando os puxamos, passamos para a frente do caixote, levando a que tenhamos que fazer o mesmo movimento vezes sem conta até o conseguirmos colocar no local certo. Pelo meio, e a partir do nível 3, começam a surgir alguns inimigos que andam atrás de nós e sugam a nossa energia, além de nos poderem encurralar.


Apesar de gráficos agradáveis, como é apanágio de Sludge, e do jogo estar bem implementado, o seu principal problema é a forma como movimentamos os caixotes, levando a que Crappy Crates se torne extremamente monótono e não ofereça qualquer ponta de diversão. Julgamos que Sludge, que inegavelmente é um bom programador, deveria arranjar novas ideias para os seus jogos. Todos sairíamos a ganhar.

sábado, 20 de agosto de 2016

Sewer Rage


Nome: Sewer Rage
Editora: The Death Squad
Autor: Sludge
Ano de lançamento: 2016
Género: Acção
Teclas: Não redefiníveis
Joystick: Kempston
Número de jogadores: 1

A The Death Squad acaba de lançar mais um jogo muito na linha de Invasive Species, que foi editado há meia dúzia de meses, Sewer Rage, mas que enferma dos mesmos pecados deste, muito embora mantenha gráficos muito coloridos e chamativos.

O nosso objectivo é reconstruir a tubagem, que por qualquer razão obscura encontra-se partida em vários locais. Para isso temos que socá-la para cima, colocando-a no devido lugar. Isso enquanto evitamos os muitos bicharocos que andam atrás de nós, retirando-nos energia. Temos também possibilidade de os eliminar, socando-os para cima, contra qualquer obstáculo. Mas isso é apenas um paliativo, pois eles voltam a reaparecer noutro ponto do ecrã, portanto o melhor é mesmo ir fugindo deles.


Tale como em Invasive Species, também aqui estamos perante um jogo extremamente simples, o que acaba por se tornar o seu principal ponto fraco, pois tamanha simplicidade leva a que Sewer Rage seja bastante monótono, e, se bem que atraia durante os primeiros minutos, rapidamente o deixamos de lado.

Assim, se a The Death Squad pretende vingar no mercado terá que começar a investir mais no desenvolvimento dos seus jogos, pois estes acabam por rapidamente se tornarem demasiado aborrecidos e sem que motive os jogadores a lá voltarem.

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Invasive Species


Nome: Invasive Species
Editora: The Death Squad
Autor: Sludge
Ano de lançamento: 2016
Género: Acção
Teclas: Não redefiníveis
Joystick: Kempston
Número de jogadores: 1

2016 está a ser pródigo em novos lançamentos. Surge agora um típico jogo de arcada a fazer lembrar muitos jogos que saíram nos primeiros tempos do Spectrum, nomeadamente os lançados pela Ultimate, que é a principal inspiração de Invasive Species.

Neste jogo somos uma vespa chamada Willy, que tem como objectivo libertar a costa inglesa de uma série de exóticos seres. Para isso teremos que as empurrar contra o chão ou uns contra os outros, para os podermos eliminar. Mas teremos que o fazer numa certa ordem. Além disso, e para dificultar a nossa tarefa, os bicharocos perseguem-nos, ficando a nossa simpática vespa por vezes encurralada e sem escapatória possível.

Depois de eliminarmos os bicharocos, teremos que recolher um diamante, e só então poderemos avançar de nível.


O jogo tem regas muito simples, e a animação é soberba, assim como os gráficos e o som, além de ser extremamente colorido, sem qualquer colour clash. Mas tanta simplicidade acaba por ser o seu ponto fraco, pois pouco mais temos que fazer do que andar a fugir e perseguir os outros seres, nível após nível. De qualquer forma, o jogo cativa-nos inicialmente, convidando-nos a tentar sempre mais um jogo.