Das cassetes do tio do João Diogo Ramos, chega mais um pequeno copiador criado pela J.A.Santos, de Alvor (Portimão). É mais um para juntar à enorme lista de copiadores nacionais que já disponibilizámos.
Poderão aqui descarregar Copy.
Poderão aqui descarregar Copy.
Os utilizadores do ZX81 também são gente.
Mrtinb, do fórum Sinclairzxworld.com, disse que usa o BASIC Apascalado no seu ZX81. A pensar nele e nas outras duas pessoas que fazem isso.
Entretanto, o Zé Oliveira fez um conversor para o ZX81 para facilitar o trabalho de escrever programas em BASIC Apascalado. Assim, fica agora mais prático usar BASIC Apascalado no ZX81.
Eis os comandos essenciais do BASIC Apascalado (BASIC estruturado):
REPEAT-UNTILE, lembramos que em BASIC Apascalado não deve ser usado o comando GOTO.
Para correr um exemplo online, clicar aqui.
Para aceder à página do conversor, clicar aqui.
Agora, sim! Até dá gosto programar no ZX81!
Pode-se escrever programas estruturados directamente no ZX81. Mas, é muito mais prático usar o conversor. Quem experimenta escrever um programa no conversor depois não quer outra coisa. A maior vantagem é que o BASIC continua a ser o BASIC do ZX81. Apenas é necessário aprender a escrever PROGRAM-END, DEFPROC-ENDPROC, PROC, REPEAT-UNTIL, WHILE-ENDWHILE, IF-ELSEIF-ELSE-ENDIF e pouco mais. Vejam as instrução na página do conversor.
Sugestão: Vão até à página do conversor e experimentem alterar o programa.
Agora, algumas observações. Existem muitas maneiras de escrever programas estruturados. A técnica apresentada é baseada no uso do comando FOR-NEXT. Podem não acreditar mas antes dos computadores Sinclair houve linguagens BASIC que não permitiam usar esta técnica.
Por exemplo, se escrevêssemos:
FOR i=1 TO 0O ciclo poderia ser percorrido uma vez enquanto nos computadores Sinclair o processamento não chega a entrar dentro do ciclo. Nestes casos, a única maneira de implementar o controle IF-ELSE seria usar o comando GOTO.
Exemplo:
IF i < 0Ficaria:
10 IF i <
0 THEN GOTO 30
20 GOTO 60
30 REM IF
40 PRINT "negative"
50 GOTO 80
60 REM ELSE
70 PRINT "positive
80 REM ENDIF
Mesmo com um FOR-NEXT funcional, é possível escrever programas estruturados de várias maneiras.
Exemplo:
REPEATPoderia ficar:
FOR z=0 TO 1 STEP 0Ou assim:
FOR z=0 TO 1 STEP 0E, é tudo por hoje. Se tiverem alguma dúvida, perguntem.
Como habitual, a aventura vem em dois sabores: Castelhano e Inglês. E embora ainda não tenhamos experimentado este jogo do género "make your own adventure", espera-se que esteja impecavelmente redigido, como já é norma no autor. Além disso, agora que caminhamos para o Verão no hemisfério Norte, embora na zona Oeste mais pareçam dias de Inverno, sabe sempre bem uma aventura refrescante.
Poderão vir aqui descarregar este e os capítulos passados e fazer uma pequena doação ao seu autor, certamente irá motivar a trazer-nos mais trabalhos com esta qualidade. E já agora, o nosso agradecimento à revista CAAD, quem primeiro nos alertou para este lançamento.
Poderão aqui descarregar o programa.
Entretanto, já com quase um ano de silêncio, estava prometido uma actualização com o ponto de situação do jogo, e esta apareceu ontem. Trouxe-nos coisas positivas e outras menos positivas.
Em termos genéricos, como pontos positivos:
Como pontos negativo:
No entanto, mesmo com os pontos negativos atrás referidos, o tempo é de optimismo. Foi assim hoje lançado o jogo para PC (plataforma Steam) e o manual do jogo está a ser actualizado.
Como backers deste projecto, a equipa mandou-nos a chave de activação prometida (o jogo também pode ser adquirido por quem não financiou via Kickstarter, tendo um custo de 1.99 €.
Claro que fomos logo experimentar o jogo e ficámos agradavelmente surpreendidos. Retém toda a jogabilidade da versão para o ZX Spectrum e temos até a possibilidade de escolher música retro e os gráficos do 128K.
Entretanto, enquanto não chega a versão Next, esperada até final do ano (provavelmente a versão 128K apenas estará disponível no próximo ano), temos possibilidade de ir treinando na versão para PC. Pelo menos matamos as saudades deste jogaço.
Podem aqui vir jogar Marsmare: Alienation, versão para PC.
Estamos perante um jogo muito simples, inspirado em Space Panic, que os adeptos dos jogos de arcada poderão gostar. Ainda mais sendo gratuito, pelo menos para quem adquiriu a versão standard de Shovel Duck II.
Poderão vir aqui descarregar o jogo, adquirindo o pacote, que tem um custo de 2.50 usd. Tendo em conta que dará acesso a vários jogos, parece-nos uma oferta interessante.
Podem aqui descarregar este interessante jogo criado por António José Mendes dos Santos.
Agora conseguimos aquilo que parece ser um programa copiado com o Copiasoft e que estava nas cassetes do Carlos Rocha. No entanto, para funcionar, necessitam de ter o interface ligado. De qualquer forma, temos mais um programa nacional preservado. Ou será que alguém consegue sacar o programa gravado?
Poderão aqui descarregar o material do Copiasoft +3, assim como o programa gravado.
Na edição de 24 de outubro de 1992 de "Os Jogos no Computador" encontramos uma rara menção ao ZX Spectrum. Podem ler sobre o que se trata na digitalização feita pelo Mário Moreira, acessível neste link.
Podem contar neste MOD de um MOD, com:
Poderão aqui descarregar esta versão.
É mais uma das grandes notícias do ano: a sequela de Aliens Neoplasma, o fabuloso jogo lançado pela Sanchez Crew no início de 2019, apanhando todos de surpresa e vencendo a competição ZX-DEV-MIA-Remakes sem espinhas. Na altura demos-lhe um 10, e hoje voltaríamos a fazê-lo, pois o jogo, mesmo tendo sido desenvolvido em tempo recorde, é fantástico.
Depois disso a equipa lançou mais alguns jogos, com destaque para Delta's Shadow, outro jogo de 10 (merecidamente) e que até tinha algumas semelhanças com Aliens: Neoplasma, quer na temática futurista, quer na mecânica. Tinha, no entanto, um método mais complicado de carregamento, necessitando de hardware adicional.
Quanto a Aliens: Neoplasma 2, acabado de sair, para já ainda não tivemos oportunidade para o experimentar. Infelizmente estamos fora e só durante a semana conseguiremos pegar no jogo. Mas isso não nos impediu de ir vendo alguns vídeos, tomando as devidas notas. E daquilo que vimos, podemos dizer que é mesmo bom, não ficando atrás dos outros dois jogos referidos. Concordamos que não inova assim tanto, mas o que é que isso interessa, quando a base é tremendamente divertida e com uma jogabilidade fora-de-série?
Deixamos também algumas notas em relação a esta versão. Assim, tudo começa quando a nossa heroína, Ashley, se encontra mais uma vez sozinha, à espera de ser interrogada pelos colegas para tentarem saber o que se tinha passado no final da primeira parte da história, nomeadamente o que tinha acontecido com a nave, a carga, e, acima de tudo, com os alienígenas. Mas desta vez temos Aquiles, a IA, do nosso lado.
Se bem se lembram, em Aliens: Neoplasma, esta consciência que dava pelo nome de Aquiles tinha enlouquecido, fazendo de tudo para nos eliminar. Agora pretende alojar-se no corpo de um androide, para isso necessitando da ajuda de Ashley e tornando-se seu aliado (temporário). Além disso, o próprio pessoal da estação, apesar de prender Ashley, esqueceu-se de a revistar, guardando Ashley uma chave de fendas, que usou para escapar do cativeiro e para fazer uns belos furos nas gargantas dos seus inimigos (ninguém disse que este jogo não seria violento).
O jogo é agora maior que a prequela, tendo três níveis autónomos e aumentando muito o tempo de jogo, naquela que era uma das poucas lacunas de Aliens: Neoplasma. Mas retém toda a jogabilidade, animação e grafismo do primeiro episódio. Perante tudo isso, muito ficaríamos surpreendidos se esta sequela também não obtivesse a nota 10. Veremos se conseguimos arranjar tempo para uma análise mais aprofundada. Até lá, poderão vir aqui descarregar o jogo, tendo um custo de 8 usd, tendo também uma versão para o Spectrum Next.
O programa simula a saída das bolas do jogo do Bingo, ideal para quem queria em casa fazer uns desafios com a família.
Poderão aqui descarregar Bingo.
Calendário, que obtivemos numa das cassetes do Carlos Rocha, permite visualizarmos o calendário mensal entre os anos 1900 e 2100. Experimentámos com o mês corrente, e não é que está certo?
Poderão aqui descarregar o programa.
O ZX Spectrum continua a definhar no nosso país. Não obstante, a Capital tem uma review a um excelente jogo da Gremlin, Footballer of the Year 2, melhorando em muito o seu antecessor.
Poderão aqui descarregar o suplemento.
Para correr o programa online, clicar aqui.
Para ver a listagem e fazer o download dos ficheiros clicar aqui.
Convidamos os leitores a examinar a listagem e a fazer alterações no programa. Todos os programas BASIC Apascalado que apresentamos nesta série podem ser melhorados e todos os leitores estão convidados a melhorá-los.
Quem estiver interessado no concurso, pode ler o regulamento aqui.
Quem estiver interessado em saber mais sobre esta linguagem e sobre como compilar os programas, pode clicar aqui.
Em caso de dúvidas, não hesitem em perguntar.
Poderão aqui descarregar o programa.
Poderão aqui descarregar o conteúdo da disquete.
O objectivo é apenas um, avançar sem bater nos obstáculos. Quem acha que é coisa para meninos, pode aqui vir descarregar o jogo, é inteiramente gratuito.
Poderão aqui descarregar este pequeno utilitário.
Esperem então um jogo frenético, embora confuso ao início, pois o personagem que controlamos é muito pequeno e com tanta velocidade, por vezes é difícil de ver onde se esconde. No entanto, depois de se apanhar o jeito à coisa, rapidamente começamos a avançar nos 32 níveis que compõem Lambs to the Slaughter.
Poderão vir aqui descarregar o jogo, é gratuito, mas uma pequena ajuda aos seus autores é a vacina certa para termos mais jogos como este.
Poderão aqui descarregar este programa de cálculo de Regressão Linear Múltipla.
Testámos várias versões do jogo, e mesmo não sendo nós especialistas em Pac-Man, podemos dizer que não fica atrás da versão de Marco Leal (ver aqui), uma das grandes surpresas do GOTY 2024, ou de Spekku-Man (2022), apenas para referir duas das mais brilhantes conversões feitas nos últimos tempos (e de sempre) deste clássico. De facto, as conversões estão cada vez mais perfeitas, permitindo-nos ter verdadeiras máquinas de arcada em casa e sendo uma boa compensação para o desaparecimento dos salões de jogos, algo tão em voga nos anos 80 e que para muitos foi o início da sua paixão pelos videojogos. E Allan Turvey tem muita responsabilidade nisso, basta ver as magníficas conversões que já tem no seu portfolio e que fomos dando conta em Planeta Sinclair.
Pac-Man RX contém assim todos os condimentos que são do agrado dos fãs do famoso personagem. Não foi esquecido sequer o "attract screen", bem como os painéis laterais da máquina, com os desenhos alusivos ao jogo. Ou seja, em termos visuais, é tal e qual como se estivéssemos num salão de jogos a meter moedas no mealheiro da arcade. Além disso, para quem joga Pac-Man de olhos fechados e já está mais que batido no modo casual ou no modo clássico, tem o modo Plus, que promete arrancar o cabelo mesmo aos mais habilidosos.
Falemos, pois, desta versão Plus que é um atractivo tremendo para quem já se fartou da versão normal e quer agora um Pac-Man diferente. Allan andou então a brincar um pouco com as características da versão Plus original (sim, esta versão existe mesmo, algo que desconhecíamos antes de vermos o seu jogo), e em vez de replicar exatamente o original, alterou um pouco as coisas, sendo a velocidade um pouco mais rápida e sendo as frutas que geram efeitos aleatórios, nomeadamente:
Se bem que a versão Plus seja a nossa preferida, voltemos então à versão normal, ou clássica, como lhe quiserem chamar. Em termos de mecânica, também se comporta da forma que era suposto. A IA associado aos perseguidores parece estar perfeitamente afinada. Aliás, outras coisa não seria de esperar de Allan, pois perfeccionista como é (e ainda bem), não descura qualquer detalher, não interessando se está mais de uma semana a afinar um pequeno pormenor. Interessa é que o jogo fique exactamente como o imaginou.
Aliás, o tempo de implementação que Allan leva nos desenvolvimento dos seus jogos, assim como as inúmeras versões que vai fazendo e que vamos testando, são a garantia que os seus trabalhos estão muito acima daquilo que é habitual em outros jogos do ZX Spectrum. Além disso, vai partilhando os resultados com a comunidade, bebendo também o feedback que esta lhe vai dando, aproveitando assim para limar pequenas arestas que vão inevitavelmente surgindo ao longo do desenvolvimento. Não raras vezes a comunidade dá pequenas sugestões que Alla tenta depois replicar no jogo, caso esta seja benéfica.
Bem, isto tudo para dizer que Pac-Man RX roça a perfeição. Tem uma jogabilidade estupenda, um grafismo muito claro e colorido, sem qualquer espécie de "flicker". Quem gosta de Pac-Man, vai certamente adorar mais esta versão e querer juntá-la à sua colecção. Do que efectivamente fomos vendo das reacções da comunidade aos vídeos que Allan foi deixando, foram todas bastante entusiastas e demonstrativas da qualidade e da fidelidade de Pac-Man RX relativamente ao original. Além disso, a versão Plus é um verdadeiro mimo (ficámos fãs e não somos particularmente apreciadores deste género de jogos).
Poderão vir aqui descarregar o jogo, tem um custo de 4.99 usd, dando assim uma pequena contribuição ao seu autor, justíssima tendo em conta todo o trabalho desenvolvido. Por outro lado, poderão alternativamente tornar-se seus patreons, não só acedendo imediatamente a este jogo, mas a todos os outros trabalhos deste prolífico programador, que desenvolve novos jogos com uma cadência surpreendente. Para isso basta aqui virem, onde poderão consultar as várias modalidades. Entretanto, para quem quiser adquirir a versão física, fiquem atentos, quando estiver disponível, também iremos anunciar. Quanto a nós, vamos fazer mais uma jogatana na versão Plus...
Cliquem aqui para correr o programa online.
Em 1988, o Zé Oliveira teve acesso a um PC a cores e fez este mais elaborado (clicar em "enter" para passar a outra animação).