quarta-feira, 8 de junho de 2016

The Dark


Nome: The Dark
Editora: NA
Autor: Oleg Origin
Ano de lançamento: 1997 (re-release em 2016)
Género: Shoot'em'Up
Teclas: Não redefiníveis
Joystick: Kempston, Interface Two
Número de jogadores: 1

Many years ago the army of dark forces has crossed the border of the Land of Winds. Most of the population have been killed, others have escaped to northern lands. Among them there was a girl named Jane. Soon she gave birth to a son, Alexander. Jane told him the sad story. And when he became an adult, he went to the native land to free his country. 

O texto acima, lido através duma voz sintetizada e acompanhado por quatro belíssimos screens, introduz-nos desde logo neste jogo. The Dark, nascido da cena homebrew russa em 1997, foi agora alvo de melhoramentos. Dizem quem jogou a primeira versão que o jogo não era nada de especial, mas pelos vistos os melhoramentos foram eficazes.


Como poderão ter percebido pelo texto introdutório e pela imagem acima, estamos perante um clone de Quake. Munidos inicialmente de um tridente (ao longo do caminho vamos apanhando outras armas e munições), temos que ir eliminando todos os inimigos que nos aparecem pela frente. O cenário, conforme o nível, vai mudando. Começamos num armazém, no segundo nível passamos por uma floresta, e nos restantes ainda não lá chegamos, mas não deverão ser muito diferentes dos dois primeiros.


O que mais espanta neste jogo é como é que em apenas 48K se conseguiu meter tanta informação. Assim, os gráficos são uma maravilha em 3D, o som é espantoso e a velocidade estonteante. Mal temos tempo para respirar e a atmosfera faz-nos lembrar um pouco Aliens, de que já aqui falámos há algum tempo. Andamos sempre com o coração nas mãos e de cada vez que ouvimos o barulho típico de um inimigo a aproximar-se e a adrenalina dispara.


Em resumo, este é mais um jogo que estica a capacidade do Spectrum até ao seu limite e apenas não leva nota máxima porque, para quem não é aficionado deste tipo de jogos como é o nosso caso, acaba por tornar-se um pouco monótono. Para os restantes será a oitava maravilha do Mundo.

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