Com o surgimento em grande força da IA, era inevitável que mais tarde ou mais cedo também Doom voltasse a ser convertido para o ZX Spectrum. Atenção, nada temos contra a IA, desde que seja usada com conta, peso e medida, e, em especial, desde que seja devidamente assinalada nos créditos, como é o caso em Doom Spectrum 128. O que na realidade nos mete fora deste jogo, nada tem a ver com a sua implementação, mas com o próprio conceito e, em especial, o enorme número de teclas, incluindo a configuração WASD. Não gostávamos do jogo no DOS, duvidamos que gostemos aqui. Mas isto é apenas problema nosso, nada tem a ver com o trabalho do autor, que nos parece aceitável.
Dito isso, Cordy Smith lançou Doom Spectrum 128, contendo oito níveis de matança indiscriminada, onde qualquer alvo que surja é para abater. Quem gosta do género, certamente que vai querer experimentar o jogo, um portento técnico e provavelmente intenso no uso de memória, embora o autor até refira que seja possível correr no 48K, se algumas acções forem tomadas.
Podem vir aqui descarregar o jogo.


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